Vítor Pereira vê “polivalência de funções” como caminho para a gestão do elenco no Corinthians | corinthians

– Temos que jogar com polivalência de funções. Não temos direito lateral agora, então temos que improvisar na direita. Éssa multifuncionalidade das competências do jogador a caminho. Temos que fazer com que eles cresçam no sentido de ouvir o jogo, com a tática da cultura, nas possibilidades que não permitem nenhum sistema.

Nesta quarta, Lucas Piton atuou como frente zagueiro, à esquerda, à de Fábio Santos, que jogou como jogador. Dois exemplos de polivalência de pedidos pedida por Vítor Pereira.

Vítor Pereira em Corinthians x Portuguesa-RJ — Foto: Marcos Ribolli

O treinador também comentou a decisão de entrar com uma linha atrás.

– Nós temos um sistema alternativo ao nosso 4-3-3. Hoje entraremos em discussão no 3-4-3 porque temos uma largura total. Contra um tempo que se fecha mais, precisamos ter um homem mais aberto dos lados, podemos variar.

– Sobre entrar com três zagueiros, também tem a ver com o lateral-direito. O Fagner está lesionado, o João Pedro também, e preciso do Rafa para o jogo contra o Inter. Então deu para gerenciar um pouco. Temos que ter uma formação que nos permite fazer essa gestão, e foi o que aconteceu hoje.

A importância dos ensaios táticos Pereira continuou a explicar os comportamentos diferentes dos sistemas.

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– Nós conversamos em estrutura, que é uma coisa dinâmica. Os princípios, ou seja, os comportamentos, são os mesmos. Montamos uma estrutura para os mesmos tipos de comportamento.

– Um dos princípios, por exemplo, é pressão quando perdemos a bola. E faz a formação, porque é um princípio assumido pela equipe. Eu não vou pedir para não pressionar nos treinos quando muda o sistema. A questão não é essa. Uma equipa quer manter o nível competitivo, o futuro é esse, preciso de jogadores inteligentes. Jogadores que, jogando por dentro ou fora, o que o sistema exige na mudança de função – completa ou.

Após mais uma noite de gestão do elenco, o corinthians volta a campo no sábado para enfrentar o Internacional, às 19h (de Brasília), no Beira-Rio, pelo Campeonato Brasileiro. Na terça-feira seguinte enfrentará o Boca Juniors, na Bombonera, pela Copa Libertadores.

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Time está passando confiança para a torcida?
– Para ser honesto, quem nos transmite confiança é a torcida. Na pré-jogo, antes de entrarmos no gramado, eu disse para eles: “O clube 35 mil ingressos em uma quarta-feira, 21h30, com as pessoas tendo que trabalhar no dia seguinte, contra um horário da série D.. . Como é possível nós não correspondermos em termos de entrega?”. Em termos de qualidade, às vezes, não é possível. Mas a entrega, a paixão, o respeito, nunca podemos falhar. A intenção de entregar de corpo e alma dentro do jogo nunca podemos deixar de ter. A torcida nos transmite confiança e ssa va vade de jogar em casa. Mas, ao mesmo tempo, digo para eles que temos que jogar confiantes fora de casa para ganhar os jogos. Ganhar tem que se tornar um hábito. O empate tem que ser algo que nos deixa sem dormir. Só se empatar nos permitirá uma classificação. Éssa que tem que ser a mentalidade, tem que fazer parte do nosso DNA. O hábito de vencer. E isso é algo que vai se preparar, essa mentalidade mais vai se preparar.

corinthians Chega pronto para o segundo semestre?
– Eu vou ser o mais honesto possível. Eu não faço a mínima ideia. Agora, que eu acredito que se tivéssemos um pouquinho mais de tempo, formou que eu gostaria que minha equipesse é intensa e dinâmica, do ponto de vista ofensivas, e com uma transição defensiva forte, para ganhar a no meio-campo. Fé assim que me educou a vida hoje. Eu tenho a oportunidade de, quase sempre, jogar por títulos. Desde a base do Porto eu tenho jogadores de qualidade. O Porto fé um laboratório onde experimentei tudo. Me aproveitar, semper jogar sempre para ganhar títulos, com uma transição significativa, e foi assim quefu me ensinar. Eu gosto das equipes dominantes. Acontece que aqui no Brasil não podemos ser sempre dominantes. Nosso crescendo em relaxamento a isso. Mesmo quando somos dominantes, estamos controlando. Quando não há problemas atrás, já estamos com lá problemas atrás. Temos que saber defender em bloco quando temos a capacidade de nos obrigar. Uma equipe cresceu neste momento. Eu percebi que era impossível sempre. Com essa realidade, é o corinthians que nós podemos ser, não o que eu gostaria de ver.

Desempenho dos jogadores da base
– Se falar só dos devemos serei injusto com os outros. Posso falar da base. Temos jogadores de qualidade na base. Essa sequência de jogos nos dá espaço no treino e no pós-jogo dar mais tempo de jogos, estimular, trabalhar eles, fazer com que evoluam. Nós temos o Giovane, o Felipe, que tinha intenção de colocar, temos o Wesley, que é explosivo, temos o Matheus, o Biro, Maná, Robert, jogadores com qualidade. O trabalho da base tem qualidade. Cabe a mim arranjar espaços para eles, ter eles o mais perto de nós o máximo possível para ajudarmos a crescer. Mantuan, Adson, João Victor, Raul, que são jovens, o Piton, o Du… muitos jogadores com qualidade, que precisa um pouco mais de tempo e aprendizado para chegar a um nível mais alto.

Maturidade de volta, mas novos
– A nossa necessidade. Meu passado fé ligado baseado. Eu gosto muito de trabalhar com os jogadores novos, que falhem em alguns aspectos, o que é natural arriscam-se em zonas que não devem, individualizam-se quando precisasam ser coletivos, mas ver eles crescerem é um muito grande. Ao mesmo tempo, perceba claramente que temos experiência e fundamentos no nosso elenco. É fazer crescer a juventude, tornar-los mais maduros, melhorar a cultura tática, ouvir o jogo, os momentos da partida. Eles estão em uma fase que estão relacionados. Eles ouvem os momentos do jogo vezes a equipe precisa pressão alta Às vezes, outras compactar. É esse crescimento que estão tendo. Esses jogadores da base que vêm ao treino… são um gosto de ver eles, vêm com toda a força do mundo, aumentam a intensidade do treino. É uma questão de ter oportunidades e aprender com os jogadores.

Desempenho dentro e fora de casa
– E os clássicos? (brincando sobre os clássicos fora da arena). Eu tinha uma estatística de clássicos. Em Portugal diziam que eu não perdia clássicos, não lembro de ter perdido, francamente. Agora, cheguei ao Brasil e joguei não sei quantos clássicos seguiram, todos fora de casa, pouco tempo de trabalho, sem conhecer meus jogadores, sem pretender com os aparelhos, aí estatística foi ao ar (risos). Cabe a mim, a comissão nossa técnica, procurar que nos próximos clássicos imagem seja diferente. Quando eu perco esse tipo de jogo, é uma coisa que mexe. Não tenho hábito de perer esse tipo de jogo. Mas é o que é. Vamos preparar nossos preparativos para você ter que trabalhar, isso é importante para nós. Sabemos que podemos cair do primeiro lugar, e está tudo bem. Se perdermos, desde que a gente reaja, mantendo o foco… É criar o hábito de ganhar. O perder e empatar para nós tem que ser algo que nos deixa indispostos. Eu gosto de olhar para a minha equipe, quando perde, para tentar levantar o ânimo. Temos que levantar e lutar. Quando cairmos, temos que nos levantar imediatamente e ir a luta outra vez.

— Foto: Reprodução

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