Vítor Pereira admite dificuldades do Corinthians contra o Fortaleza, explica troca e crítica arbitragem | corinthians

O técnico Vítor Pereira admite que o corinthians teve dificuldades e não fez um bom primeiro tempo contra Fortaleza, neste domingo, na Neo Química Arena, mas destacou a evolução da equipe na etapa final para buscar a vitória por 1 a 0.

Em entrevista coletiva após o sistema após a transição e o a mudança que no intervalo, sacou o meia Renato Augusto e promoveu a partida tático do za.

– Fortaleza a primeira partida não parte com grandes dificuldades, uma partida nos criou problemas, uma partida não aconteceu, uma partida, num jogo, eles são pequenos. A era que tínhamos dificuldades em controlar um limite, permitindo muitos limites e situações perigosas na nossa área, com limites de fora – disse.

– (A mudança) Não foi no sentido de simplificarmos mais o nosso jogo, alargar e controlarmos melhor ou mais contrastantes no sentido de largura, levar os homens da frente para pressão mais alto os zagueiros dele. Acho que foi um segundo tempo mas controlado, simples, não foi aquele jogo brilhante, de circularmos. Já vi que esse campeonato não é fácil, qualquer equipe pode criar problemas, é boa essa equipe do Fortaleza. A parte foi controlada, mas já pretendemos criar as tendências de jogo e controle melhor. Às vezes as coisas saem bem, acho que hoje a decisão no intervalo foi boa – opinou.

Vitor Pereira tinha o último fora do jogo do corinthians, contra o ter sidoca com Juniors Covid. Neste domingo, ele testou negativo e voltou ao banco de reservas alvinegro.

– Aqui no Brasil, sequer temos tempo para estar doente. Acabei de o jogo, amanhã já viajaremos, está louco, o calendário não nos permite respirar um bocadinho. Ganhamos, vamos desfrutar de um bocadinho… Não! Já vamos pensar no jogo contra o Cali. Antes desse jogo, eu não consegui pensar no jogo contra o Cali, mas não consegui fazer a gestão que queria, pois no primeiro tempo eu tentei fazer mais esforço para fazer o que imaginei. Agora vamos ter que pensar no Cali, que vai ser duro, muito físico, vamos de hoje nesse jogo. De fato, a gestão não foi como eu queria. Tive a oportunidade de administrar o Willian e o Maycon e não foi possível – declarados.

Vítor Pereira, técnico do Corinthians, no jogo contra o Fortaleza — Foto: Marcos Ribolli

Ao falar sobre a saída de Paulinho, ainda no primeiro tempo, com uma entorse no joelho, Vítor Pereira critica ou uma arbitragem de Savio Pereira Sampaio.

– Eu não gosto de falar da arbitragem, não gosto de comentar o que ocorreu, mas é claro que temos que defender é o futebol. Eu tenho que defender o futebol, minha equipe tem que jogar o bom futebol, quando não é possível tem que ser na raça, como hoje, com o apoio da torcida. Mas todos os participantes têm que defender o futebol, e defender o futebol é ser contra as entradas maldosas, no limit da violência, com os jogadores que mais alguma coisa ao futebol têm, que têm qualidade de técnica para tornar o jogo mais bonito e interessante. Se permite uma entrada, duas entradas, três entradas, eles vão eficiência e dando pancadas. O Willian fartou-se de levar pancada. O Paulinho levou pancada e está com lesão no ligamento. Se não se defender o futebol, mais jogadores da minha e de outras equipes vão sofrer esse tipo de entrada. Motivo para refletir um bocadinho.

O corinthians volta a campo na quarta-feira, quando enfrenta o Deportivo Cali, na Colômbia, pela Libertadores.

Veja abaixo outros trechos da entrevista coletiva de Vítor Pereira:

– O que tem que fazer treinador é a leitura do que está um seguro. Com grande dificuldade de controlar a largura, e eles costumam jogar. uma dificuldade com o controle do jogo, o Willian muito baixo, tira-o de baixo alta em que pode fazer a diferença. Ele estava tendo a necessidade de vir baixo defensor, às vezes numa linha de cinco. Então o que pensamos? É melhor colocar os homens da frente em condições de pressão mais, não se pode exigir e não permitir que eles circulassem como eles estavam, sem se preocuparem com a pressão tanto para trás, como para eles. Formou-se a fé que ouve aquela era a melhor. Na segunda-los criaremos no primeiro tempo e nós pensaremos como problemas em que parte, que não tenha marcado o segundo gol já lembramos, nos daria um bocadinho de tranquilidade.

Intensidade no meio de campo

– É uma questão evidente e natural, por isso quando eu ouço falar em tempo titular… Isso é completamente impossível. Como eu posso definir um time titular, jogar num jogo e não apresentar a mesma equipe. É completamente impossível, não vamos conseguir jogar. Temos vários jogadores acima de 30 anos. Eles podem fazer um belíssimo jogo hoje, porque tem nível elevado, mas passados ​​três dias não conseguirão pressão ninguém, a equipe não vai conseguir forçar. Eu tenho necessidade de rodar uma equipe, tentar fazer uma equipe que, de acordo com o estudo e com a proximidade da sua proximidade, seja competitiva. É claro que o Du eo Maycon eram nós, mas na segunda parte, pareciam três. O ação de ação deles é grande, eles são novos, estão naquela idade que são rotativos, são eficientes, são rápidos, vão tentar roubar e têm capacidade de voltar. Temos que mesclar isso com a qualidade do Renato, do Paulinho, do Giuliano, que hoje não teve oportunidade. Temos meias ofensivas, meias que têm muitos a propensão ofensiva. E temos problemas com esse tempo. Estou aqui para arranjar soluções, e isso não é achar um tempo titular, que provavelmente não é um tempo equilibrado. Se olharmos só para a parte técnica, não será um tempo equilibrado. Hoje fé a prova disso. Fomos a procura de equilíbrio como forças, e o que é certo é o segundo tempo foi mais do que o primeiro.

– É mais ofensivo… O Paulinho é um ofensivo, com determinadas características, o Renato é um meio ofensivo com características, o Giuliano é um ofensivo com meias características, o Luan é um meio ofensivo… time com meias ofensivas, não teremos hipótese nenhuma. Temos que ir gerindo isso bem para ter uma equipe equilibrada. Até essa gente libertar, para dar suporte no jogo ofensivo, à frente eles são capazes de fazer a diferença, cada uma delas. O Renato num dia assim é indispensável. Eu converso muitas vezes com ele: “Renato, tomara eu que é semper aquele nível”. Mas também não atenderá, provavelmente atenderá na Europa, numa liga diferente. A escolha tem que ser com critério. Quando me fala: “Vai ao Palmeiras e não leva o tempo titular”. Mas que time titular? Quem é o time titular? Eu quero assim: “Como podemos ir ao Palmeiras ganhar, com o time titular, depois que ganhar do Boca Júnior em casa.” sendo nosso arrastando. Mas as pessoas não pretendem isso ou não querem ver.

– E tem outra coisa: ninguém sabe que nós nesta semana diferem vários… Quando discutir na Copa do Brasil para os jogadores. Aí dizem: não sabem o que é um Dérbi. Ele não sabe o que é um Dérbi? Vocês sabem quantos dérbis já joguei na minha vida? Joguei dérbis atrás de dérbis em países que eles mataram, eles nem nos saíram. Eu já saí de tanque de guerra de um estádio, do estádio até o aeroporto, na Turquia. Vai me dizer que não sei o que é um dérbi? Nao brinquem comigo. Pensando no dér contra o Palmeiras, o que fazer? Vamos arriscar no jogo da Copa, deixa-los recuperar para chegar no jogo do Palmeiras e do Boca forte. Sabe o que nos aconteceu? Azar! Por muito azar, nessa semana resolveram vários casos de gripe. Quando do jogo da Copa do Brasil, não havia quantos jogadores doentes, com dores, febre, dificuldades respiratórias. A ideia era chegar ao Palmeiras no ápice da nossa, mas chegamos no dia do jogo com jogadores dizendo que não poderíamos jogar. E criticam a mim, porque não sabem. Eu não vim porque foi determinado coletivamente pelo clube que não haveria entrevista, senão eu teria vindo, porque de gosto dar a cara, assumo as responsabilidades. Para falar, as pessoas têm que ter informação. Vim envergonhado, por quê? Uma equipe minha a jogar aquele jeito me custou, fé uma fachada que levei no peito. Onde com o Boca? Demos foi repostado. Se tivéssemos doados com a equipe dita titular, andaríamos nos arrastando contra o Boca, não teríamos chance alguma. Temos que ter um bocadinho de consciência, perceber que uma única forma de manter o corinthians competitivos nos países… Temos que manter vivos no Brasileirão, na Copa, onde vamos ter a chance de jogar em casa, e na Libertadores. Para isso, meus amigos, se não houve rodízio, é como os carros em São Paulo. Se eu não for com a placa certa, não posso sair. Tenho um carro bom, mas não posso sair, de que adianta? O jogador é muito bom, mas não tem gasolina, o que você vai fazer? Vou com ele para o campo?

– Estou tranquilo, quase a pagar… Ainda não paguei o primeiro jantar, estou quase a perder o segundo jantar. O Jô está mantido, como está mantido, qualidade tem ele. O Júnior está de manutenção. Ele teve o azar de estar muito tempo parado, agora está tentando recuperar o tempo. Temos jogadores com qualidade, Giovane é um menino que tem qualidade, está sendo preparado. Quando uma equipe é necessária, você pode passar pelo Róger, e quando souber que uma equipe está do lado do dono. Portanto, quando é preciso ir para o meio, vai para o meio, porque a equipe necessita.

– Quando chegamos, trazemos uma ideia de jogo. Como construímos nossa ideia de jogo. Eu gosto de ver como jogar ao longo da minha carreira como gosto de ver a equipe. Gosto de futebol de circulação, associativo, de posse, com extensão forte. O que marcou na minha vida para eu gostar desse tipo de futebol? Ver jogar o Barcelona do Cruyff, o Milan do Arrigo Sacchi, o São Paulo do Telê Santana… A minha personalidade tem tendência para gostar desse tipo de jogo. Há jogos que não perco tempo vendo e há jogos que assisto ate o fim. Quando venho ao corinthians, coloco tem equipe para jogar de uma forma. Mas o que a realidade nos joga na cara? Às vezes, minha equipe é essa de circulação e transição alternada, mas outras vezes, porque não tem três dias de capacidade de três dias dar a resposta que eu quero, vamos ter que defender bem sem bola, ser perigosos no contra-ataque, estar em processo defensivo mas tempo do que eu gostaria. Essa é a adaptação e da equipe a um campeonato que é assim, amanhã já teremos que viajar e prontos para jogar a altíssima necessária. Com isso, ser uma equipe que acontece, de circular, variar, com dinâmicas, para ser uma equipe que em determinados momentos, como foi contra o tempo mais consistente no nosso processo defensivo, mas fomoss, perigosos e assertivos na transição. É uma adaptação. Quando cheguei, falei que poderia estar no campo do aparelho, mas com esse calendário é impossível.

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