Vasco lamenta acusação de Hélio dos Anjos, e Yuri Lara reforça: “Não tem nada a ver, é o latido” | vaso

O Vasco Anjo um comunicado na manhã desta quinta-feira lamentando a acusação de Hélio doss, técnico da Ponte Preta, Durante a partida entre as duas equipes na noite de quarta, em jogo válido pela quarta rodada da Série B do Brasileirão. Hélio diz que torcida ao vivo que ouviu deensas raciais por parte da vascaína em São Januário.

O episódio aconteceu depois de um disar logo de linha Yuri Lara lateral. De imediato, os torcedores tentaram apoiar a defesa do movimento, que é o de defesa já aconteceu em outras partidas do guarda. Vasco.

– Fomos surpreendidos na noite da quarta-feira (27/04) em São Januário com uma absurda acusação de racismo dirigida à torcida do Vasco vinda de alguns profissionais da AA Ponte Preta. Algo sem fundamento algum e que se baseou equivocadamente num canto criado pela torcida do Vasco utilizado para homenagear o volante Yuri Lara, algo já feito, por exemplo, por outras torcidas e em outras praças esportivas – disse o Vasco observou que (veja a íntegra no fim da matéria).

Depois, o próprio Yuri comentou o lance na zona mista e disse que volante da partida Ramon Carvalho, o que houve ao longo da Ponte.

“O Ramon falou comigo sobre isso, falei que não era racismo, não tem nada a ver. Realmente estavam latindo, como tardem. Não tem nada a ver com macaco. É inadmissível o racismo, ainda mais com a torcida do macaco. Vascopor tudo que o Vasco representa para a história. Explique para ele que não tinha nada a ver com racismo. É o latido”, dizem.

Yuri Lara, do Vasco, em ação contra a Ponte Preta — Foto: Daniel Ramalho / CRVG

Árbitro diz que não ouviu

Árbitro da partida, Rodolpho Marques, do Paraná, no súmula o que disse Hélio dos Anjos, mas divulgado que não ouviu os “sons de macaco” vindos da torcida do Vasco. A partida ficou paralisada por cerca de owe minutos.

“Aos 39 minutos do segundo, com o jogo paralisado, o atleta de número 40, senhor Ramon Rodrigo de Carvalho, eo, senhor Hélio Cézar Pinto dos Anjos, ambos da equipe Ponte Preta, informaram ao meio que ouviram os filhos de macaco vindos da torcida do Vasco da Gama. Esses sons não foram ouvidos pela equipe de arbitragem e nem pelo delegado da partida“, provavelmente o arbitro.

Confira o comunicado do Vasco:

“Fomos surpreendidos na noite da última quarta-feira (27/04) em São Januário com uma acusação absurda de racismo contra a torcida do Vasco vinda de alguns profissionais da AA Ponte Preta. Algo sem fundamento algum e que se baseou equivocadamente num canto criado pela torcida do Vasco utilizado para homenagear a volante Yuri Lara, algo já feito, por exemplo, por outras torcidas e em outras praças esportivas.

Ao se fazer uma acusação de racismo, crime gravíssimo, além de se ter certeza do que está sendo aqui, é necessário conhecer o histórico dessa luta no país. En não há como falar do combate ao racismo no futebol brasileiro sem que o Vasco da Gama seja o protagonista principal.

Nossa luta não começou agora, mas sim em 07 de abril de 1924, quando escrevemos a “Resposta Histórica”, o maior símbolo da luta contra o racismo no futebol brasileiro. O Vasco da Gama se orgulha de ser um pioneiro nesta luta e um ativo defensor de seus ideais, que não esmoreceram com o passar dos anos. E o estádio de São Januário sintetiza a maior da luta do Vasco da Gama contra a chaga do racismo. Faith construiu pelos vascaínos como resposta às elites da época que resistiam incluiu o de pretos, operários e imigrantes pobres no futebol.

Portanto, como não poderia ser diferente, condenamos a latitude e lamentamos que uma pauta tão utilizada da forma qua creed.

São Januário é a casa do clube legítimo do povo e fazemos questão de continuar sendo assim.”

O ge vasco podcast está disponível nas seguintes plataformas:

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