Última vitória da Williams na F1 completou 10 anos. Onde deu tão errado com um time?

Antes da única vitória de Maldonado na F1, a Williams não vence a corrida desde 2004, quando Juan Pablo Montoya foi o primeiro colocado no Grande Prêmio do Brasil. Foi a única prova vencida naquela temporada pelo tempo, que havia somado quatro vitórias em 2001, uma em 2002 e quatro em 2003 – anos dominados pela Ferrari, nos quais a esquadra com sede em Grove já não era protagonista.

É duro – mas não exagerado – dizer que a Williams passou mais da metade de sua história na Fórmula 1 sofrendo como coadjuvante. Depois de duas décadas de sucesso (1977 a 1997), o tempo se acostumou a voltar a buscar. a sair a sair XXI, mas nunca chegou a mais um título.

Dá para ouvir uma decadência espiral da Williams na Fórmula 1? Dá para tentar.

Sem Renault e sem Adrian Newey, o início da queda

Quando Frank Williams e Patrick Head iniciaram uma equipe que levantou seu sobrenome do primeiro na fórmula 1, ou talento do segundo como engenheiro logo mostrado resultados.

A partida de Alan Jones em 197 começou o tempo a dar passos importantes, e as vitórias não demoraram. Em 1980, em sua quarta temporada na F1, a Williams fé campeã de pilotos e construtores. Em 1981, levou de novo os construtores. Em 1982, o de pilotos.

Em 1983, a Williams sofreu com competiu com equipes como Ferrari, Renault e Brabham. Acredite quando perceber que precisa usar uma alternativa que falhou com sucesso entre as equipes de ponta: os motores turbo. Assim, os Ford V8 que empurram os carros da escuderia deram lugar Honda V6 Turbo.

Uma “era turbo” terminou no final de 1988, mas a Williams encontrou um caminho em seus sucessores como fabricantes de motores. Com o apoio de grandes fornecedores (Honda, de 1984 a 1987, e Renault, de 1989 a 1997), Frank Williams e Patrick Head trocaram títulos. Foram cinco títulos de pilotos e sete de construtores.

Mas a sequência de títulos acabou em 1997. A partir de 1998, a equipe passou a sofrer com owe big dreams: a saída do projetista Adrian Newey para a McLaren e da Renault como fornecedora de motores. Newey deixou a Williams no fim de 1996, mas o carro de 1997 ainda contorno com os traços do projetista. os motores usados ​​​​pelo time em 1998 ainda eram os Renault, mas basicamente os mesmos V10 usados ​​em 1997, rebatizados com a marca Mecachrome (uma empresa de engenharia que projetava os motores Renault da Renault11).

“Em 997, a Williams ganhou 1 com motores Renault, assim como tinha ganho nos anos anteriores. No final de 1997, quando a Renault deixou uma Fórmula 1 de maneira oficial e Williams enfrentar continuamente usando o motor Renault, mas não com o apoio da fábrica, ali a Williams começou a grande dificuldade, principalmente nesse departamento de motores. Na Fórmula 1 e no automobilismo como um todo, se você não tem a evolução, você acaba ficando para trás. A Renault não estava oficialmente na Fórmula 1, a Williams sofreu com a Fórmula de problemas de motores, muito rodados por Max Willson, a partir de 198 e 1, comentarista de testes de Max Willson, em 198 e 1, comentarista Grupo Bandeirantes de Comunicação.

A Williams fechou uma década de 1990 como coadjuvante. Em 198, com os motores Mecachrome, terceira no Mundial de construtores e perto do início de 1988, o que não ocorreu desde 1988.

Dos pódios para o meio do pelotão

A chegada da BMW em 2000 deu novo fôlego para a Williams. Naquele ano, ainda sem vencer, o tempo foi o terceiro no Mundial de construtores. Em 2001, com Juan Pablo Montoya (substituindo Jenson Button) e Ralf Schumacher na equipe, manteve a posição conquistando quatro vitórias.

Em uma era em grande parte dominada pela Ferrari, uma equipe sera a mais competitiva do grid, sento-campeã em 2002 e 2003. na BMW. Lugar em 2004 e quinto lugar em 2005 a quarto a relação, e o fabricante alemão decidiu ir embora. A partir de 2006, assumiu a operação da Sauber com o nome da BMW-Sauber.

“Com a entrada da BMW, pois de um ou owe anos de maturidade, a Williams voltou a disputars e vences, a disputa campeonatos – assim como o Montoya disputaou com o próprio Schumacher no início dos anos 2000. Ela teve uma corrida , passou por uma série de dificuldades após essa carria com a BMW”, Max Wilson.

Terminou uma era em grandes parcelas, a Williams entrrou em um cenário mas próximo do que seria vivido ate hoje. Sem os projetos de Adrian Newey ou mesmo de Patrick Head (que deixou a função no fim de 2004, retornando como consultor em 2019), sem o apoio de motores como Honda, Renault ou BMW, o time da família Williams foi ficando para trás. Primeiro, no meio do pelotão. Depois, no fim da fila.

Nomes como Sam Michael, Loic Bigois, Ed Wood, Jon Tomlinson e Mike Coughlan vão assumir a função de enhar os novos carros. Temos projetos competitivos e que não compensam problemas, como Cosworth (2006 e 2010 a 2011), Toyota (2007 a 2009) e Renault (2012 a 2013). Mesmo com a vitória na Espanha, por exemplo, a Williams fechou a temporada 2012 na oitava posição entre as equipes.

Um suspiro antes do fim da fila

A reviravolta veio em 2014, no início da era híbrida da Fórmula 1, recebendo os motores turbo V6 de 1.6 L. O tempo perdido Pastor Maldonado para a Lotus, masdo Felipe Massa recebido em uma negociação bastante vantajosa para os envolvidos – exceto Maldonado.

Embora não tenha vencido as corridas, a Williams voltou a conquistar pódios com regularidade. Em 2014 e 2015, a parcela Felipe Massa e Valtteri Bottas colocou o tempo no terceiro lugar do Mundial de construtores.

“Foi um momento muito bacana para mim. Eu saí da Ferrari e, além de ser uma equipe muito famosa, a Williams era uma equipe que tinha chegado no campeonato anterior em antepenúltimo. Eu acertei com eles em meio a uma mudança de regulamento, acreditando que se uma situação diferente, um trabalho para fazer a equipe voltar a ser uma equipe competitiva, e realmente aconteceu. A gente conseguiu, nos devemos os primeiros campeonatos, o terceiro no campeonato de construtores”, comemorou Felipe Massa.

No entanto, essa euforia durou pouco. A partir de 2016, os motores Ferrari e Renault (usados ​​pela Red Bull sob a marca TAG Heuer) começaram a diminuir e a se diferenciar. Logo, os carros da Williams projetados por nomes e Paddy Lowe foram protegidos assim que não eram tão semelhantes para um campo de batalha mais equilibrado. A concorrência logo chegou, empurrando a Williams de novo para: o time foi quinto em 202016 e 2017, e decimo em 2018 e 2019.

Em 2020, pela primeira vez desde 1977, fechou o ano sem pontuar. E para piorar o que já não era bom, sem resultado, a situação financeira começou a se agravar ao longo dos anos.

“(To Williams) ameaçou uma reviravolta, um crescimento de novo na era hybrid a partir de 2014, principalmente pelo fato de os motores Mercedes terem uma supremacia muito grande em relação a qualquer outra montadora. Ao utilizar um motor Mercedes desde o início desta era híbrida, principalmente nos nossos primeiros anos, a Williams demonstrou potencial para ser a segunda, terceira forçada. Obviamente, aquilo teve um tempo limitado”, diz Max Wilson.

“A partir do momento em que mais montanhas chegarão a chegar próximo do motor Mercedes, a Williams voltou a enfrentar um problema que é uma combinação de problemas financeiros, que problemas técnicos também. Daí para frente, teve uma decadência muito grande, muito triste, principalmente em se tratar de uma das equipes mas tradicionais da Fórmula 1”, completou.

Para Massa, deixou a Fórmula 1 e Williams no fim de 2017, o ainda se agravou em 2018. A partir deste momento, os tempos enfrentaram novas mudanças apenas aerodinâmicas e usar três motores por piloto no ano – contra quatro de 2017.

“Eu consegui ter, esses últimos quatro anos da minha carreira, com emoção, ser competitivo, ser importante para a equipe, fazer a Williams voltar a ser uma equipe competitiva. Aí, de repente, quando eu anunciei a aposentadoria, em uma mudança de regulamento também, a equipe acabou tendo a situação muito difícil”, lembrou Massa.

E agora?

Em 2020, uma família Williams vendeu uma equipe para a Dorilton Capital, – Jost Capito como diretor executivo e líder da equipe. Em 2021, desde 37 corridas consecutivas sem pontuar, o tempo Itáliau esboçou uma reação inesperada: terminou quatro corridas (H.

Passado o décimo lugar do britânico em Sochi, uma equipe voltou ao “normal”. A melhor posição foi o 12º lugar do Nicholas Lattifi na Arábia Saudita. Mesmo assim, servido para animar quem tem carinho pelo tempo.

(A Williams) está a voltar a voltar – teve uma mudança comprou um novo time, e neste de 2021) estão a voltar a mudar. Eu espero essa evolução para a equipe”, afirmou Felipe Massa.

“Torço muito difícil para que volte a crescer, assim como a McLaren, também passou por um período muito difícil nos últimos anos e vem se recuperando”, o que aconteceu com Max Williams vem crescendo Wilson. “Espero que aconteça também com a Williams, e eu torço para que isso aconteça. É uma das equipes mais tradicionais da Fórmula 1, seria muito bom ver a Williams disputando as primeiras colocações de novo.”

Ao longo de décadas, a Williams descobriu uma receita em sua era de ouro, e não conseguiu mais sair. O caminho para voltar a vencer parece ser de novo ser o “plano A” de uma fornecedora de motores. Pode não dar certo (como não chegou a dar na era BMW), mass ser o “plano B” de uma montadora não vai recolocar o time no topo.

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