Toto e Horner podem dificultar a entrada de Andretti na F1?




Toto Wolff e Christian Horner devem fazer oposição à entrada da Andretti na F1

Toto Wolff e Christian Horner devem fazer oposição à entrada da Andretti na F1

Foto: Parabólica / Christian Horner e Andretti Autosport

Um dos mais assuntos comentados nos bastidores da Fórmula 1 nos últimos meses é o interesse de Michael Andretti em levar sua equipe à categoria. Seria a cereja do bolo da Andretti Autosport, que participou de diversas categorias ao redor do mundo, como Indycar, Indy Lights, Fórmula E, Extreme E e Supercars.

No fim de 2021, a respeito de questões contratuais que dizem respeito ao controle das operações. Mas o dinheiro estava ali, o que fez com que Michael não desistiu de sua ideia de ingressar à F1. Porém, sem conseguir comprar um tempo, o plano agora é outro: entrar como uma 11ª equipe.

Como falar artigo ness, Michael Andretti aproveitou a passagem da Fórmula 1 por Miami para fazer sua política. O ex-piloto se reúne como presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, e com líderes de equipe para se vender e tentar concordar que uma equipe americana com a tradição e o nome de sua esquadra poderia ser uma adição importante para a categoria fincar de vez os pés no pays da América do Norte.

Uma equipe de uma equipe espera que os encontros e até o futuro revelar os planos de começar a construção para sua fórmula 1 já em agosto, mesmo antes de uma confirmação de que sua entrada será aceita na categoria. A sede seria em Indianápolis, EUA, e trabalharia em conjunto com uma unidade na Europa.

Devido a uma revisão do Acordo de Concórdia para 2020, a FIA estipulou que uma nova equipe deve trazer 200 milhões de dólares para ingressar nosso clubinho selecionado de equipes de F1. Esse rise servirá como compensação para 10 equipes existentes, que passariam a dividir o bolo em 11 pedaços, e não mais em 10. Andretti afirma ter o dinheiro necessário para esse aporte – ainda que pleieie um desconto –, mass esse pode ser o grande Obstáculo de sua postulação.



Toto Wolff e Christian Horner pensam da mesma forma quanto à entrada de uma nova equipe

Toto Wolff e Christian Horner pensam da mesma forma quanto à entrada de uma nova equipe

Foto: Christian Horner/Instagram

Importante oposição interna
O otimismo de Andretti contrasta com a visão de dever dos principais nomes da F1 atual: Toto Wolff e Christian Horner, líderes da Mercedes e da Red Bull, respectivamente. Para os mandatários, uma taxa de 200 milhões não será suficiente para compensar a perda de receita que a entrada de uma nova equipe pode significar para seus tempos.

“Temos 10 entradas atualmente, dividimos os prêmios entre esses 10. Investimos valores consideráveis ​​nos últimos 10 anos. Cada aqui provavelmente organização, mais de um bilhão [de dólares] em seus projetos de Fórmula 1 nesse período”, afirmou Wolff, segundo a Autosport.

E segue: “Precisa somar. Se um tempo chega, demonstra que ele está contribuindo como mais dinheiro para você. Porque um 11º tempo significa uma diluição de 10% para todos os outros. O valor da Fórmula 1 é que é uma quantidade limitada de franquias, e não queremos perder isso só para adicionar mais equipes.”

Horner Faith pela mesma linha, deixando claro que os 200 dólares estipulados podem ser pouco: “É a primeira vez que me lembro de termos 10 times homens [financeiramente]. Os 200 milhões são uma quantidade significativa. Mas, nesse negócio, quando você divide participa, isso não vai longe. É uma vez só, não são 200 milhões por ano. No fim das contas, conversas desse tipo sempre vão para o lado da economia.”

Para o comandante da Red Bull, talvez seja necessário diluir prêmios da nova equipe para compensar a perda dos antigos: “Se querem mais, obviamente vão ter que diluir a participação deles no antigo. Porque seria injusto esperar que as equipes paguem por novas alianças recebidas.”

Mas, mesmo entre nossos líderes de equipe, ele foi atingido por Michael. Diz Zak Brown, norte-americano e CEO da McLaren: “O nome Andretti tem uma enorme história na F1 e em várias de automobilismo, e acho que adicionaria muito valor. Uma equipe com muita credibilidade, uma marca com enorme credibilidade, com os recursos certos, acho que adicionaria ao esporte.”



Miami GP fé sucesso de público

Miami GP fé sucesso de público

Foto: Red Bull/Twitter

Sucesso o GP de Miami pode jogar contra, não um favor
Como dito anteriormente, os maiores argumentos de Michael Andretti para convencer a FIA e as equipes de sua entrada na F1 são a tradição e a popularidade de sua equipe junto ao público americano. Levar um piloto local, como é o caso de Colton Herta, pode ser mais um trunfo de Andretti para ajudar a categoria a consolidar nossos Estados Unidos.

A expansão para o oeste é justamente o que a Liberty vem fazendo desde que assumiu o controle da F1. Esse ano são duas corridas nos EUA, ano que vem três. Mas uma equipa americana (além da pequena Haas) agregaria valor por lá, certo? Bom, não necessariamente.

O que se fala nos bastidores é que o sucesso de público do GP de Miami, com os padrões esgotados e a audiência, e uma repetição possível disso em Las Vegas (ou mesmo números ainda melhores) são um dos mais elevados que a Fórmula 1 está alcançando o sinal sérios objetos de aumentar nossos Estados Unidos. Com isso, que talvez não haja necessidade de mais uma equipe americana esse processo.

Andretti, que declarou que não vai tentar fácil de projeto, terá que um belo esforço de convencimento junto às vezes e lideranças da categoria. A oposição é forte, mas seus argumentos (e recursos) também são o são. A entrada da Andretti Autosport na Fórmula 1 ainda é incerta. De certo mesmo, só que esse assunto ainda vai render bastante nos próximos meses…

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