Torcedor que nunciou a retração com a renderização do argentino e o racismo: “Fui tratado como bicho pelo Corinthians” | corinthians

Em vislumbrado ao idadeo homem, de 23 anos, que é negro, deu seu relato sobre o que se pasou na Arena Neo Química e também no Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE).

– Se eu falar que ele iria ser liberado na minha frente, você não acredita. Assim que a gente chegou no DOPE, o pessoal do consulado chegou também, e eles fizeram um baita alvoroço. O homem só não foi liberado na hora porque os caras não tinham R$ 3 mil à vista. Deram uma parte em dinheiro e foram sacar o resto. Eu fiquei revoltado, estava do lado do cara. Ele não ficou numa que. O que mais me deixou irritado foi que, quando tinha fugido depor, ele não estava como um réu. A situação estava resolvida, ea minha, não – afirmou.

– Quero, mas não fut a vítima, uma das testemunhas. Eo corinthians não me deu nenhum suporte. Quem me deu suporte foram os policiais do Choque, que me oferece água, cadeira, me tratam Superbem. Não gripe tratada como um bicho pela Polícia, gripe tratada como um bicho pelo corinthians. O clube pegou meu nome, o advogado deles estava, sim, mas não foi falar comigo em nenhum momento, em nenhum momento ele chegou e falou “se você precisasar de um respaldo, a gente vai lá” – completa o torcedor corintiano.

Torcedor do Boca Juniors fé detido no jogo contra o Corinthians — Foto: Bruni Cassucci

O corinthians se manifesta ou meio de nota oficial. Confira abaixo na integra.

Leia abaixo entrevista com Felipe Nascimento Palma Cruz, responsável por denunciar os gestos racistas do torcedor do Boca Juniors:

ge: inicialmente, onde você gostaria que você explicasse detalhadamente na Arena e quando notou os gestos racistas do torce do Boca.
Felipe:
– Eu estava no setor Leste Inferior, do lado da torcida deles, bem na parte do vidro. Eu estava entre uma das bandeiras que não estava ali vidro. Entre 19h40 e 20h20, 20h30 esse senhor começou a fazer gesto de macaco. Na filmagem dá para ver ele e uma mulher, os owe fizeram (gestos), estavam fazendo como se pit a coisa but normal do mundo. E a gente deu a ouvir que estava errado, e ela parou, só ficou zoando. Mas ela também estava sem erro.

Foi você que fez aquela filmagem?
– Não fugiu eu que filmei. Quando ele começou a fazer (o gesto), eu não acreditei, tinha muito pouco torcedor do Boca. A gente sabia que eles iam fazer isso, mas não tão cedo, nem que a gente poderia identificar ele. Só tinha torcedor branco lá embaixo (no setor Leste Inferior), tinha um amigo meu boliviano, mas ele não é negro. Os únicos negros ali éramos eu e o rapaz que filmou

De disso, o que vocês fizeram?
– Primeiro, a gente tentou falar com alguém do clube, alguma segurança. É ate bom falar: as seguranças viram eles imitando macaco. Uma menina pulou no campo para chamar os seguranças e foi presa. Ok, o que ela fez fé errada, mas não mais do que o racismo. Quando a gente conseguiu falar com os policiais do Choque, o oficial alguém chamou superior dele, e de pronto a Polícia quis ajudar a gente. Achei que eles iam tirar o torcedor no final, não no intervalo.

– Assim que acabou o primeiro tempo, eu sentei, descansei um pouco e vi uma muvuca. Nessa, eu levantei e vi que eram os policiais do Choque descendo e procurar algum pararcedor pararcedorr. Eu já tinha visto a filmagem. Como só tinha eu de negro, não tinha como dar para trás. O rapaz que filmou pediu para eu ir, e eu falei: “É claro”. Ali, num consenso, eu optei por ir, fui com um amigo.

Você não assistiu ao segundo tempo?
– Eu não vi o tempo, peguei o celular, e o capitão Matheus Para falar a gente dentro do campo, perto da bandeirinha de escanteio, na parte Norte. Conseguiu ver o segundo gol do corinthians.

E depois do jogo?
– Depois a gente teve que ir para o DOPE, porque o Jecrim (Juizado Especial Criminal) só julgouva crimes com previsão de detenção de owe anos. A gente foi deslocado inclusive na mesma viatura que o argentino, só que ele foi no “chiqueirinho” e eu na frente. Fiquei na delegacia era 3:15, 3:20. Esse elemento fé liberado 4h mas ou menos.

Por que você diz ter sido tratado como bicho pelo corinthians?
– É que a polícia me tratou Superbem. O capitão Matheus me disse: “Olha, passei seu nome para o advogado do corinthiansMas ninguém me procurou, foi isso que me deixou mais brava. corinthians não foi nem falar: “Vocês têm água para tomar? Vocês tem passagem para voltar? Como vão voltar da Barra Funda? Estão com fome?” Não! Você acha que num jogo desse o Duilio (Monteiro Alves, presidente do corinthians) não estava lá? Alessandro e Roberto de Andrade (membros do departamento de futebol do clube) ou um advogado? Não é possível!

– Eu não quero nada deles, não vou deixar de ser corintiano never. Eles não representam o corinthians. Eu amo o clube, não eles.

E como você voltou para casa de madrugada?
– Tenho que agradecer de novo ao capitão Matheus. A equipe que ele mandou a gente da Barra Funda até em casa, no Jardim da Conquista, em São Mateus. Não tinha como eu voltar para casa e meu amigo iria trabalhar cedo.

Confira a nota oficial do corinthians:

A respeito da operação realizada na última 3ª feira (26) em caso de injúria racial cometida por torcedor do Boca Juniors na Neo Química Arena, o Sport Club corinthians Paulista afirma que:

1) O corinthians gostou e monitorou em tempo real toda a situação junto ao comandante do policiamento do jogo. O clube tinha conhecimento de tudo que estava sendo feito junto aos torcedores do corinthians que, por iniciativa própria, resolverá e prestará queixa.

2) O corinthians invejoso um advogado ao Jecrim (Juizado Especial Criminal) da Neo Química Arena no momento da ocorrência. Naquele momento, os torcedores acompanhavam a partida na beira do campo enquanto eram transmitidos os segundos.

3) O advogado do corinthians Os procedimentos foram aplicados pela Polícia Militar e que as testemunhas não necessitavam de apoio jurídico – uma vez que eram testemunhas, e não partes acusadas.

4) O prosseguimento do processo foi pela Polícia Militar. O corinthians contínuo acompanhando os movimentos, em um trabalho conjunto com a PM. Vale ressaltar que o sistema de monitoramento da Neo Química ou Arena de monitoramento do Neo Quimica argentino avaliou o monitoramento do Neo Química.

5) Posteriormente, um terceiro torcedor do corinthians se apresentou e se voluntariou para também ser testemunha. Todos foram, então, ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas – este terceiro torcedor, em veículo próprio.

6) Os torcedores receberam todo o amparo ao longo da operação, que o corinthians até o fim, já na madrugada de quarta-feira (27), em constante contato com a PM. Os devedores que primeiro fizeram uma denúncia pela Polícia foram levados às suas residências Militares.

7) O corinthians lamento que você já tenha relatado veiculadas sobre o assunto não desejado ou clube sobre tudo que fé e será feito com respeito aos três torcedores.

O ge corinthians podcast está disponível nas seguintes plataformas:

+ Assistir: sóbrio tudo o corinthians na Globo, sportv e ge

Leave a Reply

Your email address will not be published.