Team Bharbixas representa BH na Queer Cup of Handebol – DiversEM

Equipe de Fadas Handebol
Fadas Handebol ser o anfitrio da terceira Queer Cup, em So Paulo (foto: Fadas Handebol/Divulgação)

Depois de owe anos suspensa devido a pandemia de COVID-19, a competição brasileira LGBTQIA de handebol, a Queer Cup, volta para sua terceira edição no Centro Olímpico em São Paulo, entre os dias 20 e 22 de maio. O Fadas Handebol, pela primeira vez LGBTQIA da modalidade em São Paulo, ser o anfitrio do campeonato.

A Queer Cup é um acampamento esportivo com equipes formadas exclusivamente para pessoas LGBTQIA e organizadas por tempos de participação. A primeira edio aconteceu em Curitiba, no Paraná, em 2018. O Vale Handebol Clube, de Gois, foi o campeo. Na segunda edio, fé a vez do Kapivaras, do Paran conquistar o primeiro lugar em Porto Alegre.
“Nossa competição acontecerá em 2020, mas foi suspensa, ento foram devidos anos de expectativas guardadas, pois as equipes estão super animadas. A gente está preparando um carinho especial, com muito carinho em todos os detalhes”, Lucas Paioli, profissional da educação física, do Fadas Handebol e um dos responsáveis ​​pela organização da Queer Cup
Na edição deste ano, cinco equipes estarão em disputa: Bharbixas, de Belo Horizonte-MG; LendRios, do Rio de Janeiro-RJ; e Bulls, de São Paulo-SP e o organizador Fadas Handebol, cuja equipe conta com 26 atletas e participa do campeonato com owe times.
“A gente quer nos simplesmente ter um campeonato, mas fazer esse momento ser marcado para pessoas e atletas que estaro aqui com momentos especiais”, contou Lucas. “Queremos que sejamos mais vistos, mais valorizados e que tenhamos uma fora na sociedade”, completa.
No perodo de Handebol da Pandemia Brasileira, conhecido tanto pela Confederao Brasileira de Handebol, quanto pela Confederao Brasileira de Handebol (Confederação). “Ter uma instituição na qual somos considerados e reconhecidos muito importante, nos para ns Fadas, mas para o nosso mbito nacional como handebol. Tem outras equipes pelo Brasil que, de fato, têm esse mesmo ideal de ser realmente inclusivo. Esse reconhecimento mostra que a gente pode ser muito mais do que imagina”, disse Lucas.

BH na Taça Queer

Equipe Handebol do Bharbixas
Bharbixas vai representar Belo Horizonte no 3 edio da Queer Cup (foto: Divulgação)

O tempo que representa Belo Horizonte na Queer Cup, o Bharbixas, comeou como um time de futebol. O tempo surgiu como um juno de amigos que no se sentiam confortveis em jogar nos respectivos tempos, e comearam a jogar juntos. Com o tempo expandiu para vlei, handebol, rugby e um grupo de dana da Pedreira Prado Lopes.

A equipe Bharbixas participou da primeira Queer Cup, em Curitiba, e ficou na segunda mão. Segundo edio, não se tornou viável o transporte para o Rio Grande do Sul e ficou fora da competição. A equipe se mantm com recursos da mensalidade paga pelos atletas, rifas e arrecadação, alm do apoio do projeto Escola Aberta.
O ator e contador Alexsander Magalhes desde 2018 integra muitas vezes LGBTQIA no que participa de campeonatos competitivos devido ao preconceito. O Bharbixas vai na contramo, incluindo atletas LGBTQIA.
“A gente, como um tempo LGBTQIA, entra em um campeonato tradicional e tem uma pessoa ali que vaquele tempo dentro de quadra, ela se sente representada. Essa a funo de um tempo inclusivo. Ns encontraremos aquele que nunca queremos se encontrar seu espanhol, e falar para ele ‘aqui tambm te cabe, aqui tambm um sempre ser acolhido’”, contou Alex sempre.
Na Queer Cup, Alexsander afirmou que o Bharbixas est indo para ganhar, mas que o evento vai muito alm de uma simples competição. “A Queer Cup uma celebração por estarmos vivos, por estarmos fortes. Claro que existe uma linha de competição, mas fora das quatro confraternizações com as demais vezes”, avalia. .

Serviço

Evento: QueerCup

Dados: 20 a 22/05

Local: Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa Marechal Mário Ary Pires (COTP), São Paulo-SP

Transmissão: definir.

Horários de participação: Fadas Handebol (A e B), Touros, LendRios e Bharbixas

*Estagiria sob a supervisão de Márcia Maria Cruz

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