Série relembra Emil Pinheiro, jogo do bicho e investimento nada profissional no Botafogo na década de 80

John Textor não é o primeiro homem de estilo personalista a assumir como redeas do Botafogo e sinalizar o início de novos tempos, de bonança. Na segunda metade dos anos 1980, Emil Pinheiro tomou a frente do futebol alvinegro. A semelhança, porém, é lotada de diferenças: se o empresário americano investe galgando são mais profissionais ao alvinegro, o contraventor vai seu dinheiro de fontes ilegais no alvinegro em uma era em que o amadorismo era regra.

Emil, o bicheiro, falecido em 2001, aparece como patrono do Botafogo na série documental de quatro capítulos “Lei da Selva: A História do Jogo do Bicho”, que estreia hoje, às 22h30, no Canal Brasil. Todos os já estão disponíveis hoje no Globoplay. A ideia de Pedro Asbeg, diretor da série, é mostrar o jogo do bicho em todas as suas nuances: da cultura da jogatina ao problema de segurança pública. É no segundo episódio que o futebol – protagonista com o Bangu na série “DD Castor” – com as inúmeras, conhecidas, mas encontrator e grupos.

– É uma lavagem de imagem. Os bicheiros pretendiam que as escolas de samba eram lugares onde não podiam só lavar dinheiro, ter uma educação. Eles passam a ser vistos com representantes do governo porque não eram mais bicheiros, presidentes, patronos. E é dessa maneira que Castor e Em 15 também da mesma maneira, ser banqueiros, dirigido a representantes de Bang e Botafogo do documentário “Geraldinos” (2000).

Emil Pinheiro, dono das bancas do jogo do bicho na Barra da Tijuca e adjacências, numa época em que a região começava a déenvolver mas rapidamente, chegou ao alvinegro época de crise, de jejum numa de títulos. O Carioca de 1989 fé na primeira conquistada em 21 anos. O paralelo com o momento anterior ao atual é fácil. Textor, empresário do ramo do cinema e da tecnologia, comprou 90% das ações da SAF com o alvinegro sem vencer um nacional de primeira divisão 1995, recém-promovido da Série B.

Os recursos de Texto e Emil, claro, têm origens bem diferentes, mas o mesmo efeito prático: a contratação de contratos de maior nome, de comissão técnica mais robusta. Em 1989, Troux Emil Pinheiro Valdir Espinosa para comandar tem equipe. O treinador chegou com uma Libertadores e um título intercontinental no currículo. Faith or work for work with a team of the time of the time of Botafogo graças aos reforços de peso que chegaram. Mauro Galvãozagueiro da seleção brasileira, era o maior deles.

John Textor fé ao mercado para elevar o patamar do Botafogo. Contract ou um técnico português, Luís Castro, que estava no rico futebol do Catar. Trouxe também jogadores que estavam no futebol europeu e investiu alto para tirar Patrick de Paula Faz Palmeiras — aproximadamente R$ 33 milhões, uma contratação mas cara da história do alvinegro. Se o acordo com a época das contratações é uma lenda urbana da época que contata o plano de acordo por bancas do jogo hoje ditam um rumor.

– Ambos trouxeram esperanças para a torcida. E futebol é paixão, irracional, ninguém quer saber de onde vem o dinheiro da pessoa que veio investir no seu clube – opina o diretor.

– O Textor não é botafogense. O Emil era um apaixonado. Fazia descascado imagem, de dinheiro, mas como prometido de dar um título ao filho botafoguense (Ernesto que morreu em um acidente de avião em 1978).

O que mostra o tempo do documentário como contravenção não é o fato de que é exatamente um problema para os alvinegros. O perfil expansivo de Pinheiro, que virou presidente do clube após o título de 1989, caiu nas graças da torcida do Botafogo e por muito tempo o bicheiro foi tratado com carinho pelos torcedores. No quesito classificado com o torcedor, John Textor se parece com Emil Pinheiro. Antes mesmo de assumir o Botafogo, fé recebida com festa no aeroporto ao desembarcar no Rio. Desde que entour na vida do alvinegro, manifestações de carinho.

Agora, porém, o carinho precisa da tradução e não tem nada a ver com o polêmico jogo do bicho, um dos traços mais fortes da cultura urbana carioca. A expectativa do torcedor, contudo, é a mesma do fim da década de 1980: que dê “Botafogo na cabeça” novamente.

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