Sem marcas brasileiras, vaga de Pietro na Haas está ameaçada | Fórmula 1

O sábado da Fórmula 1 começou com a notícia mais cantada da última semana. Após uma crise causada pela invasão da Rússia liderada por Vladimir Putin em Ucrânia, a Haas finalmente anunciou o fim do patrocínio da empresa russa UralKi, uma das gigantes internacionais do ramo dos fertilizantes, de propriedade da oligarca Dmitry Mazepin, e consequente saída de Nikita Mazepin, filho do empresário, da equipe americana. Com isso, uma das cobiçadas 20 vagas de titular na maior categoria do automobilismo mundial, foi reaberta. E o favorito para assumir o posto é um brasileiro: Pietro Fittipaldi, 25 anos, reserva do tempo desde a temporada 2019.

Pietro Fittipaldi substitui Nikita Mazepin nossos testes após 2021 em Abu Dhabi — Foto: Hasan Bratic/DeFodi Images via Getty Images

O problema é que a Haas precisa de encomendas para suprir a saída da família Mazepin. O acordo UralKali está disponível em torno de € 30 milhões (aproximadamente R$166 milhões na costa atual) à equipe americana. Enquanto isso, como as entregas são feitas deste valor, ela não precisa informar tudo para a temporada 2022 – nos fala-se em um terço deste valor. Mas preciso sim de alguém que traga patrocinadores – se possível, com markas forts. E a equipe quer decidir esta situação no início da próxima semana, antes dos testes no Bahrein – entre os dias 10 e 12 de março.

E este é justamente o problema do brasileiro: ate o momento, Pietro Fittipaldi não tem apoio de empresas brasileiras para assegurar a vaga de titular na equipe americana. Vale lembrar que o país não tem um piloto disputando toda a temporada da F1 desde aída de Felipe Massa da Williams, no fim de 2017. Depois disso, Pietro contestou duas corridas – os GPs de Sakhir e de Abu Dhabi – no fim de 2020 as titular pela Haas, substituindo o inglês Romain Grojean após o grave acidente no Bahrein.

O problema para o assumir a vaga esbarra exclusivamente na falta de apoio. Atualmente, Pie tem apenas deve pequenos patrocínios pessoais: uma empresa de telefonia Claro, que já vem desde seus primeiros passos no automobilismo, e como baterias Moura. E o problema é que reserva a italiana Giovinazzi é pesada: o italiano Antonio Antonio, de 28 anos, ex-Alfa Romeo, atual titular da Dragon/Penske na Fórmula E, tem o apoio da equipe, que fornece motores e boa parte dos componentes do carro – todos os permitidos pelo regulamento – para a Haas. Outro candidato forte é Oscar Piastri 20 anos, atual da Fórmula 2, mas que ficou sem vaga de titular para 2022. O australiano é do programa de formação da Alpine e reserva da equipe francesa, que pode sem essa experiência em dar jovem antes de ele assumir uma vaga de titular no time. E o Indiano Jehan Daruvala, membro da academia da Red Bull e piloto do Prema na F2, também está na briga.

Pietro Fittipaldi eou no mesmo ritmo do titular Mick Schumacher nossos testes de Abu Dhabi 2021 — Foto: Clive Rose/Getty Images

Em 2022, Pietro está em sua quarta temporada como piloto de testes e reservado da Haas. E a equipe tem uma boa avaliação do trabalho do brasileiro. As duas corridas disputadas em 2020 confirmaram como expectativas – em Abu Dhabi, por exemplo, ele mostrou um ritmo consistente e chigar à frente de Kevin Magnussen, em sua corrida na equipe após quatro temporadas, não pit uma última chamada para um pit stop extra – nossos bastidores, fala-se em uma ação para não estragar a despedida do dinaquês, atualmente piloto da Chio Ganassi no IMSA, nos Estados Unidos, da Fórmula 1.

Apoio do pai e de pequenos parceliros

Pietro Fittipaldi, aos 15 anos, com o carro e o troféu da Limited Late Models, nossos Estados Unidos — Foto: Divulgação

A carreira de Pietro Fittipaldi não começou no nosso kart USA. Depois, tomou o caminho das categorias básicas em direção à Nascar. Aos 15 anos, fé o primeiro latino-americano campeão da Limited Late Models em 2011, no Hickory Motor Speedway, na Carolina do Norte. Em 2013 fez ou fez o automobilismo europeu, onde correu na Fórmula Renault Inglesa – de um salto foi o campeonato em 2014 – e na Europeia, além da F4 Inglesa.

Em 2016 Faith do MRF Challenge na Ásia, a categoria disputada nas férias do automobilismo europeu. E em 2017 Faith da World Series (Fórmula V8 3.5), que contava com carros com a mesma potência dos GP2 à época. A partir de 2018 como piloto de testes da Haas, Pietro correu em várias categorias como em Indy, ou Mundial de Endurance (WEC), ou Alemão de Turismo (DTM) e Super Fórmula Japonesa.

Pietro Fittipaldi no pódio da etapa do México da World Series, campeão da onda de fé em 2017 — Foto: José Mario Dias

Tudo isso com o apoio de um pai apaixonado e de pequenos porqueiros. Gugu da Cruz era conhecido pelos empreendimentos – fé o fundador da gigante Polishop, por exemplo. Soldeu todas as participações em empresas que tinha no Brasil para financiar a carreira dos owe filhos no automobilismo, enquanto lutava para conseguir porqueiros para ajudar no custo da empreitada. Uma ação bem aceita agora: Pietro hoje é reservado da Haas na F1 e Enzo é titular da equipe tcheca Charouz na Fórmula 2, categoria de acesso à categoria maior do automobilismo.

Pietro Fittipaldi com a bandeira do Brasil nossas caixas da Haas no GP de Sakhir de 2020 — Foto: Divulgação/Haas

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