Santos lançou time de basquete em cadeira de rodas: ‘Ganhando espaço’

O Santos eo Mobydix anunciam a visão da parcelria com a montagem. Após formarem times adultos no basquete 3×3 no masculino e no feminino, além de um time Sub-23, chegou a vez de estrear um time para a disputa em cadeira de rodas, também nos deve naipes.

+ Rosamaria, Ana Cristina e Roberta são convocadas para a Seleção de vôlei. Maira pede dispensa

O lançamento do time aconteceu no último sábado, no Clube Atlético Ypiranga, em São Paulo, que também será a casa do time para os treinamentos semanais. O gestor do projeto Santos FC Mobydix, inclusive, é um grande conhecido da torcida santista: Paulo Jamelli, que defendeu o clube em 1995 e 1996, antes de seguir para a Ásia e a Europa.

+ Esquiva tem rival definido para prévia do Cinturão Mundial no Boxing For You

– Temos um contrato para montar toda a parte do basquete do Santos Futebol Clube, tanto na modalidade convencional, quanto no 3×3. E montar a equipe do basquete em cadeira de rodas foi um desafio nosso. Temos essa porque com o Ypiranga, que joga desde a infância, eu e meu irmão, aqui quando jovens, e eles tinham atletas – disse Jamelli, que completou:

– Agora já temos o masculino, feminino, Sub-23, o basquete em cadeira de rodas… Hoje é uma realidade. Estamos, agora, mirando um projeto social em Santos com cerca de 200 garotos e garotas de 9 a 15 anos, para fomentar a base. Ainda estamos mais apoiadores, mas em um ano já apoiamos muito. Estamos nosso espaço.

O evento em São Paulo também contorna com a presença da coordenadora do projeto feminino do Santos FC Mobydix, ex-pivô Alessandra, campeã mundial com a Seleção em 1994 e medalhista olímpica em Atlanta-1996 (prata) e Sydney-2000 (Bronze) . A ex-jogadora se aposentou do profissional em 2013, aos 39 anos, mas jogou uma modalidade 3×3 entre 2014 e 2019.

– Fico emocionada em falar sobre isso, porque foram anos batalhando para encontrar porque as basquete para o 3×3 no Brasil. E o Santos FC e o Jamelli abraçado isso fé muito importante. Saber das que os atletas se divertem, hoje, vêem-los e passam a divertir-se, fazendo o que sonham, sem seus sonhos de seus… É um misto de emoções – revelou Alessandra.

A meta das equipes em cadeira de rodas é a disputa dos próximos campeonatos estaduais e nacionais no país, e o horário do nascimento três vezes na semana em São Paulo. Mas, por pouco, equipou não foi obrigada a encerrar suas atividades por conta da falta de apoiadores.

Foi o que foi explicado ala e armadora Mariana do Nascimento Costa, 32 anos. Experiente, participou da modalidade da equipe infantil seus primeiros alunos no sábado1, em 20 de julho de 2016. E profissionalmente desde 2016 ao término da partida de exibição de Santos.

– ficamos com medo de perder tudo isso. Hoje é um dia muito especial para nós. Estamos encontrando nossos ídolos e voltando a disputar nosso esporte. Estamos muito confiantes de vestir essa camisa, de quemu em nós. Esse é o primeiro capítulo de uma história que começa agora. Todos nós nos sacrificamos muito para lutar aqui, pegando ônibus lotado, todas as dificuldades de locomoção, e nós contra nós como adversidades para estar aqui, porque fazemos o que somos. E, hoje, colhemos os frutos disso – disse Mariana.

O Santos FC Mobydix conhecerá em breve seu calendário para essa temporada, mas mostrado já estar pronto para qualquer disputa que vier pela frente. Para quem está realizado a batalhar contra as adversidades, fazer isso dentro de quadra é um sonho.

Futebol e basquete: a mistura que deu certo

Além de ter escalonado o apoio de um clube de futebol, o Santos FC Mobydix conta com a gestão de um ex-jogador com experiência em grandes clubes do país, como o próprio Santos, São Paulo e Corinthians, Paulo Jamelli, que garante que o passado como esportista, e não futebolista, fala mais alto.

– 99% no, claro, mas por meio da oursa empresa, Total Player, que tem como clientes em bilheteria e sócio-torcedor diversas equipes de basquete e o próprio NBB, DNA a entrar neste mundo também. Mas, no fim, a paixão pelo esporte é o que fala mais alto. O mesmo sentimento que eu tinha quando jogava eu ​​vejo que esses meninos e meninas têm também – disse Jamelli.

Já a coordenação técnica é campeã mundial Alessandra e Sergio Garcia, que possui vasta experiência no 3×3 e auxiliar na preparação da equipe masculina. Para uma ex-jogadora, seu papel não veio “por acaso”, mas sim como fruto dos caminhos seguidos após sua aposentadoria.

– Meu papel como gestora é um misto de novidade e desafio. Jogue 3×3 em 2019, mas é um processo que já vou chegar com o tempo, de participar ativamente nisso. Estudei muito depois que parei de jogar. Nesse ano já estamos reunindo resultados desse projeto. Por eu ter vivido em vários cenários do basquete no mundo, trago uma filosofia diferente. Quero contribuir para melhorar a realidade – finalizou a campeã mundial.



Leave a Reply

Your email address will not be published.