Ricciardo revela que McLaren redouziu sua água no carro por desempenho em Miami | Fórmula 1

Vale tudo na luta para ativar os carros de 2022 da Fórmula 1 dentro ou abaixo do peso limite de 798 kg, desde a remoção de parte da pintura dos bólidos, caso da Ferrari e Williams, como redução da bebida disponível aos pilotos durante as touradas , estratégia que Daniel Ricciardo revelou ter sido adotada pela McLaren no GP de Miami, no último fim de semana.

– O calor teve um papel importante aqui. Também foi difícil porque quase todos estão lutando pela redução de peso. Então não foi o nosso luxo de levar três litros de água. Eu só tinha um pouquinho, mas nunca é suficiente. Me deixou desidratado. O calor foi, então, como as condições foram mais intensas – contorno turístico de 32 anos.

Daniel Ricciardo no GP de Miami da F1 2022 — Foto: Eva Marie Uzcategui Trinkl/Anadolu Agency via Getty Images

Dos quilos e até os Estados da Austrália, três dias, através dos pilotos podem perder quilos em como na Austrália, três estados da temperatura durante uma prova em Interlagos.

Até agora, é o GP do Bahrein de 2005 que contém o registro da corrida mas quente da história, com 42,5ºC registrados no domingo da corrida. Em Miami, a previsão do tempo estava na casa dos 30ºC.

A tática adotada pela McLaren na Flórida Durante a prova que girou em torno dos 30ºC na temperatura do ar, não é nova. Mas o risco de perigo de animais é potencializado nas provas locais, que mais do condicionamento dos animais.

Em 2009, Fernando Alonso falhou mal após concluir o GP do Bahrein vencendo em oitavo lugar. Desidratado, o bicampeão que na época representava a Renault teve que ser carregado.

No ano de 2014, Adrian Sutil chegou a disputa duas corridas (Austrália e Bahrein) pela Sauber sem uma garrafa de água que, segundo ele, pesa quase meio quilo. No mesmo ano da McLaren, o piloto foi lançado em seu cockpit ou tamanho em Singapura, de volta ao calendário da McLaren1. Ele também deve ter provado

Fernando Alonso falhou e carregou após o GP do Bahrein de 2009 — Foto: Vladimir Rys/Bongarts/Getty Images

Na mídia, o seu surge quando uma pessoa perde o peso corporal em água. O limite seguro da sede está abaixo dos 2%. Acima disso, a concentração do indivíduo começa a ser compreendida, e as dores e os problemas físicos se iniciam.

– A ciência diria que, para manter uma boa função cognitiva para um piloto de caça ou piloto de fórmula 1, você não deve ter uma função cognitiva para um piloto de caça ou para um piloto de fórmula 1, você não deve ter uma função cognitiva de 1.5 ou 2% de perda de peso corporal. Você pode ir muito além dessa taxa em uma maratona ou triatlo. Mas se tenta manter as faculdades como um piloto de F1, cerca de 1% a 2% é o limite cognitivo – explicado Luke Bennett, médico e diretor de performance de saúde na F1 em uma empresa esportiva privada, e que já trabalhou com parte dos pilotos do grid, incluindo Lewis Hamilton.

Sergio Pérez, da RBR também pasou mal por 2 no GP dos EUA021 — Foto: Clive Mason/ Formula 1/Get Images

Na Malásia, ausente da categoria 2017, também dava trabalho aos pilotos com temperatura dentro do carro beirando os 60ºC. Após a edição de sul-asiatica214 da sul-asiatica, Jean-Eric depois da edição Alphatual, revelou ter sido o hospital STR versão 2014 da sul-asiatica, então, após o título da Alpha, atual Tae, revelou ter hospitalizado STR, por volta do estudo, o antigo.

Continuação a luta Mesmo contra o calor. No ano passado, Nicholas Latifi correu todo o GP de Mônaco sem água esqueceu de conectar o cabo de sua garrafinha, e terminou uma prova desidratada.

Meses depois, Sergio Pérez também sofreu no GP dos EUA, seu isotônico se esgotou ainda na primeira volta. O mexicano revelou ter perdido como força na metade da corrida, mas persistiu e chegou em terceiro lugar na prova vencida pelo colega da RBR Max Verstappen.

Daniel Ricciardo guia carro da McLaren no GP de Miami da F1 2022 — Foto: Doug Murray/Icon Sportswire via Getty Images

Ricciardo chegou em 13º na prova do último fim de semana da F1. E apesar do efeito da ausência de água:

– Apesar disso tudo, todos trabalharam duro: pilotos, mecânicos… todos sentiram o calor.

No próximo fim de semana, em 22 de maio, a F1 deve encarar um clima mais ameno no GP da Espanha. Em 2021, uma previsão do tempo para o domingo da corrida vencida por Lewis Hamilton tinha o máximo de 23ºC.

Leave a Reply

Your email address will not be published.