Renovação treinos com o pai, na temporada temporada: Gatito abre o jogo sobre 202 no Botafogo | botafogo

Na vitória do Botafogo Sobre o Flamengo, Gatito Fernández foi eleito no campo do Mané Garrincha o melhor do jogo por boa parte da torcida e da opinião pública. O Paraguai fez defesas em sequência quegaranteam o 1 a 0 do lado alvinegro no clássico. Atuação de gala para premiar um início de temporada que, em janeiro, rende mais dúvidas do que certezas.

Gatito voltou a jogar em 2022 depois de um ano e cinco meses. Uma lesão grave no joelho fez o goleiro para perder toda a temporada que passou. Tanto tempo que o próprio atleta teve dúvidas da condição que teria ao retornar à meta alvinegra. As primeiras afastadas a certeza correspondem já que o camisa 1 física e tecnicamente.

Na última segunda-feira, o paraguaio participante da Seleção SporTV e, depois, atendeu a reportagem do idade no Estádio Nilton Santos. Ele abriu o jogo sobre os receptores ou período da lesão e a ajuda que teve do pai, o ex-goleiro Roberto “Gato” Fernández, para o parto no Paraguai com duração de férias e ganhar tempo de preparação. O jogador também foi questionado sobre a situação contratual e as novas exigências feitas pelo técnico Luís Castro.

Gatito comemora gol do Botafogo no Mané Garrincha — Foto: Vitor Silva/Botafogo

Para começar bem essa temporada você passou por um tratamento por conta da lesão. A preparação atropelou até as férias, não é?

Nas férias, tirei cinco dias de descanso para passar com os meus pais. Depois, já garantido a funcionar para a temporada. Foi decisivo para eu voltar muito bem já no início do Carioca e aguentar três vezes essa sequência de jogo a cada dias, praticamente. Fiquei feliz, consegui jogar todos os jogos e voltei para a seleção.

O que foi pior nesse momento parado?

O maior drama é não saber se voltaria a estar no nível que apresentou em muitos anos. Tive muitas dúvidas sobre a minha performance. Consegui provar para mim mesmo que posso estar no nível que eu já alcancei no Botafogo. Fico muito oferecido pelo trabalho que é feito diariamente. É uma satisfação para mime e para todo o estafe do clube.

E no Paraguai você contorno com a ajuda do seu pai pra manter os treinos, certo? Como fé essa experiência?

Ele teve que abrir o baú para pegar as “ferramentas” de antigamente (risos). Fé legal, ele ajuda bastante. Eu nunca tinha treinado com o meu pai, nem quando pequeno. Foi bacana essa proximidade, e ele importante fé para que eu voltasse das férias muito bem.

Gatito com o pai em campo de futebol no Paraguai — Foto: Arquivo Pessoal

Por falar em tempo seu contrato vai ate o fim desse ano. Já tem alguma conversa para renovar?

Ainda não fugiu procurado. O clube está em um novo processo ainda. Ainda não tive nenhuma conversa, mas sei que vamos sentar e conversar no momento certo. Nunca houve problema com o clube nesse sentido.

Voltando ao campo, foram algumas defesas contra o Flamengo. Alguém entrou na lista das maiores da sua carreira?

Pelo menos uma delas vai entrar. Até porque foi um jogo muito marcante, um clássico, a gente não levou gols. A bola do Lázaro tem fé mas difícil. Ele teve quedas, e um deles a bola foi longe de onde eu estava parado, foi difícil. Além da velocidade da bola, muito rápida.

Gatito fala sobre a melhor defesa na partida contra o Flamengo

O lance que eu mais guardo, que foi muito difícil, foi em um jogo contra o Atlético-MG, no Independência, que o Rafael Moura acertou um chutaço e eu coloquei a mão. Foi a defesa mais difícil, fora os pênaltis que eu também lembro com carinho. Mas joga por 90 minutos, é verdade, mas difícil.

Reveja a melhor defesa da carreira para Gatito

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Por falar no clássico, como foi para o goleiros minutos finais de sufoco?

A gente ficou muito concentrado no jogo. Nós, que temos mais conhecimento, quando o tempo está no jogo E avista todos muito tranquilos. É claro que sabíamos que havia um tempo muito forte do outro lado, com um centroavante muito pesado. Sabíamos que daria trabalho, mas havia confiança.

Quando a gente está em campo, o tempo não passou. Para quem está em casa, pode passar muito rápido. La dentro, não passou. Foram minutos finais muito difíceis, de muito sufoco. Eles iniciaram uma pressão mais, ate com os zagueiros. Mas deu tudo certo.

Gatito faz defesa em clássico contra o Flamengo — Foto: Vitor Silva/Botafogo

Jogos como essa noção de que o Botafogo pode mais do que apenas brigar para continuar na primeira divisão?

Pense nisso na Série A é muito arriscado. Temos que pensar mais alto, em um campeonato internacional. A gente percebe que pode mais pelo elenco que a gente tem, o tempo, pelo que estamos fazendo nesse início de campeonato e. Agora, é claro que é só um começo de campeonato, um começo de trabalho. A gente tem muito para melhorar, mas precisamos dessa esperança maior.

Espero que seja um ano de muitas vitórias e conquistas com o clube. Que a gente possa reafirmar o trabalho que estamos fazendo, que esse novo estafe possa se consolidar aqui para o trabalho dar certo. É a melhor maneira de seguir o ano.

É bastante comentar o estilo de jogo de Luís Castro, que exige trabalho dos goleiros com os pés. O que ele pede de você na posição?

Exige que a construção venha desde a defesa. Mas também não é uma pessoa totalmente fechada quanto a isso, ele dá liberdade. Se não dá, não dá. Mas a ideia é sempre ter essa construção desde a defesa. Hoje em dia, nos treinamentos, os goleiros participam muito mais dos trabalhos para desenvolver essa habilidade e dar apoio aos companheiros. Esse trabalho do dia a dia já não exige uma opção de grande diferença, é a confiança para ter um goleiro como uma opção de passe.

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