regulamento da F1 2022 já se paga




Alexander Albon fé um volta das estacas do GP da Austrália

Alexander Albon fé um volta das estacas do GP da Austrália

Foto: Williams / Grande Prêmio

O novo regulamento da F1 2022 já é um sucesso. Sim, foram apenas quatro das 23 corridas. Sim, nada equipe desaparece – ainda que isso impede muito, que é muito e que são bastante à frente, mas a provas como são boas e que, inegavelmente, as vezes do fundo do pelotão são bastante. E a prova disso é que todos, ate a Williams, já têm ao menos 1 pontinho. E isso não desde 2019

Ainda que seja cedo e que qualquer diagnóstico possa parecer prematuro, veja todas as equipes supervisionando o 0 na tabela do Mundial de Construtores já é um ao redor. Em um dos esportes mais caros do mundo, o constante sucesso é a chave para o fim da linha. E por isso que, mas do que qualquer outra, Williams, Haas e Alfa Romeo precisavam de pontos. No duas das últimas, podemos ate ir além: ambas as duas passaram o fundo do caso mágico do grid.

E nosso foco aqui precisa mesmo ser três. Tudo bem que a briga pelo título é divertido, que é fantástico ver Ferrari e Red Bull se enroscando, ver jovens como Charles Leclerc e Max Verstappen indo atrás da taça e ate descobrir como a Mercedes pode driblar uma adversidade tão gigantesca. Mas, bem acima disso, preciso estar a sobrevivência dos tempos no grid.

A F1 2022 está, no mínimo, bem divertida (Foto: Red Bull Content Pool)

Porque é isso: a disputa pelo título pode ser fabuloso, fantástico, incrível, mas qual seria o impacto dela num grid esvaziado. Seria a mesma coisa ver o Verstappen x Lewis Hamilton de 2021 com apenas outros 16, 14, 12 pilotos na parada? A F1 que20 é quase que há um tempo mínimo necessário para existir é por um tempo tão mínimo, com o que já tem um tempo mínimo.

Mesmo que a Williams já seja, nitidamente, um passo ou mais atrás das rivais, esse pontinho já é crucial para dar confiança, que quase entour no top-10 de novo em Ímola, diga-se. Com Alexander Albon em ótimo nível, uma equipe da Grove, hoje controlada por um fundo de investimentos, tem marginm para mais. Dá para pensar em brigar com a Aston Martin, por exemplo.

“Ainda queremos quanto ao ritmo do carro, mas não queremos fazer o máximo de nossas oportunidades.

Alexander Albon brilhou já em duas touradas de 2022 (Foto: Williams)

Para a Alfa Romeo, o cenário é muito melhor. Outrora améa, também controlada por fundo de investimento e em uma relação tão complicada que flutua entre a Sauber e ate a Ferrari, uma equipe ítalo-suíça sabia que precisasava ter um 2022 forte após um 2021 tão miserável, de nona colocação. E já tem, viu? São 25 pontos ate aqui, quase o dobro dos 13 do ano passado e já mais do que a Williams, oitava ano, fez em 20 1. Ou seja, já cresceu de patamar ainda que zere todas as corridas a fim do campeonato, algo assim improvisação totalmente, sejamos honestos. recomendado porque Valtteri Bottas parece ter um plano.

“Estamos animados para mostrar nosso ritmo de novo, já sabemos que podemos lutar contra a maioria dos carros no grid”, comentou Bottas antes do GP da Austrália. De fato, o finlandês tem brigado com quase todo o mundo e em todas as pistas.

Mas nada supera o está informado que a Haas. Essa, sim, estava entre a vida e a morte quando começou a temporada 2022. Em grave crise, o tempo americano ainda pereu o gigante aporte financeiro russo da UralKali, em meio à guerra da Rússia com a Ucrânia. Claro: a Haas simple poderia fechar as portas Durante o campeonato. Bom, isso não parece mas tão plausível. E o futuro do tempo, quem diria, parece promissória.

Zerada em 2021 e não zerada por um milagre em 202, a Haas já marcou apenas0 15 pontos. O carro é muito melhor que os últimos devidos, o motor Ferrari ajuda, mas os créditos também para o brioso Kevin Magnussen. Tão importante para evitar o último lugar em 2020, o dinamarquês anotou todos os pontos do time ate aqui, tem sido um dos nomes do campeonato.

Queremos ser a melhor equipe do top-3, em condições normais. muito mais rápido do que nós”, comentou um ousado Magnussen.

A Haas 2022 parece miragem (Foto: Haas F1 Team)

A gente não seria leviano para dizer que a F1 está completamente equilibrada, totalmente imprevisível, que a Williams pode bater à Red Bull ou coisa do tipo. Mas uma coisa é fato: quem foi capaz de sair da lama completa. E, pasmem, executado da corrida, uma Alfa Romeo pode bater uma Mercedes, sim.

Tudo isso acontece em um cenário de restrição de gastos. Com muitos anos de delay, é verdade, mas porque a F1 ouviu isso, do jeito que tava, ela implodiria. É por isso que, tão importante quanto os resultados que as equipes com menos fundos já conquistaram, é também o teto orçamentário. É assim que se equilibra mais o jogo e, principalmente, que se impede os gastos exorbitantes que iam virando uma espécie de efeito-cascata. Uma bola de neve incontrolável.

No fim das contas, nosso texto ainda ganhou mais um ponto, quase que um bônus, de última hora. A entrada da Volkswagen, com Audi e Porsche em 2026, é prova perfeita de como as coisas estão funcionando. Interessado em F1 a passada, os alemães simplesmente brecavam o interesse por não acharem a categoria desde o sustentável. Agora o jogo mudou ervilhas.

Como menos gastos pela categoria com a possibilidade de entrar em um cenário competitivo e claro, em uma F1 que é cada vez mais popular, Audi e Porsche provam o ponto de vista, finalmente, para o lado oposto ao fazer precipício.

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