realidade empurra Flamengo para priorizar Libertadores – 29/04/2022

Quando ele colocou um presente muito substituído por Paulousa em 18 segundos tempo no Estádio San Carlos de Apoquindo, o minuto do chão foi aberto para os rubro-negros acompanhando o jogo.

Assim suplente, de uma vez só, Everton Ribeiro, De Arrascaeta e Bruno Henrique ainda faltando tanto tempo em um jogo duro e fora de casa, com vantagem de 2 a 1 no placar?

Entraram Marinho, Diego Ribas e Lázaro. É claro que desabaria o nível técnico e capacidade de decisão na frente, mesmo mantendo Gabigol, autor de deve ir e que sua fé substituído por Pedro em 35 minutos. Com os quatro bem em campo, não é absurdo dizer que qualquer equipe na América do Sul sentiria o baque.

E o Flamengo mudou. Ainda mais com Andreas Pereira, que tem muito menos intensidade e capacidade de desarmamento que João Gomes, escola na volta do intervalo. Sobrecarregou Thiago Maia na proteção de uma defesa que sofria, especialmente pela direita, com os problemas velhos de Isla e Willian Arão para compor a última linha defensiva. O lateral comeu marcou gol contra no primeiro tempo.

Mas, então, por que o treinador português fez as trocas no reconhecido e altura?

Resposta é simples, porém trágica: apresenta problemas físicos o elenco da temporada do Flamengo no quarto mês, faltando pouco mais de meio novembro no fim antecipado pe la Copa do Mundo em ainda falta.

Legado de 21. Um trabalho precário e que departamento médico pessoal021. Deixando os problemas de atletas como específicos por coluna conta de exercícios que não eram os mais recomendados para cada, conforme esta apurou este colunista no Live do Flamengo UOL Esporte.

O resultado prático é que já tem utilizado seu limite físico, os minutos em campo para evitar ainda mais recursos dentro de um Departamento Médico que demora a retornar os casos recuperadores e fazer o diagnóstico correto em alguns, como no joelho de Pedro no ano passado e no pé de Fabrício Bruno recentemente.

Paulo Sousa não abre mão de suas ideias de futebol americano e requer intensidad alta. Os volantes complexos pelo mais extensos, pela pressão dinâmica no campo rival, se necessário, e não se aproximam às costas do quarteto, além de se aproximarem do quarteto ofensivo.

João Gomes, mesmo muito jovem, vem apresentando uma sequência de jogos, até por estar mais em campo que Maia desde o início do ano. As dificuldades dos volantes e os problemas no setor direito obrigam Everton Ribeiro a se dégastar muito em uma função já sacrificante. Cenário na criação, sem criação, De Arrascaeta jogando direto

E Bruno Henrique é mais a “vítima” do legado de 2021, com uma instabilidade crônica no joelho direito que tira do ataque à sequência de jogos que precisa para se tornar irresistíveis, mas arrancadas constantes. E a falta de ritmo obriga Sousa a sacá-lo assim que o rendimento cai. E era ótimo na partida em Santiago.

Por isso as mexidas que castigaram a equipe, que levou sufoco na segunda e achou o gol da vitória na transição meia, com Marinho acionando rápida Lázaro em diagonal e finalização precisa do jovem que rende mais pela esquerda no 4-2-3-1 /4-4-2 de Sousa que se converta em 3-4-2-1 quando o tempo tem a bola, mas agora com para dar mais liberdade aos quatro mais avançados.

A boa notícia é Pablo, uma exceção na rotina do DM, retornando antes da previsão de seis semanas – retornou em apenas quatro. É zagueiro “ponta firme”, com personalidade, força física e bom posicionamento. Falta entrosamento e um pouco mais de proteção. Acabou fazendo gol contra no final, porém a tendência é se firmar na zaga, mesmo com o retorno de David Luiz.

O Flamengo mantém os 100% na fase de grupos, junto com Palmeiras e River Plate, ea vitória por 3 a 2 foi histórica, a primeira contra a Universidad Católica em seu estádio. O tempo segue marcando uma história vencedora no torneio e impondo mais aos adversários.

Por isso Sousa, diante de tantos problemas em um elenco “quebrado” e também desequilibrado no nível técnico, deve repetir o compatriota Abel Ferreira no atual bicampeão sul-americano e priorizar as copas, especialmente a Libertadores. Neste contexto, gerencie um G-6 no Brasileiro para garantir vaga na próxima edição da principal competição do continente parece o mais razoável.

Preservando as estrelas para os grandes jogos, como Renato Gaúcho desejava e foi tão crítico – o colunista faz aqui um mea culpa, o técnico tinha razão diante desse caos físico. A comissão portuguesa tenta reduzir os danos, mas o estrago foi grande. Priorizar será. É uma dura realidade.

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