Razões pelas quais o Corinthians não deveria afastar Robson Bambu

É estarrecedor ver como parte da Imprensa ainda não conseguiu harmonizar a função relevante que tem de informar a sociedade, inclusive a respeito do conteúdo do procedimento de natureza penal, com o princípio da presunção de inocência.

E já estamos falando de futebol americano. . . . . . O resultado nossa visita. Empresas quebradas e reportação de que diversos investigados tiveram suas vidas arrasadas e depois foram inocentados.

Agora porque as atenções, e a suspensão de garantieas, como o devido processo legal e o princípio da presunção de incência, se voltam para os crimes sexuais.

Não há razão para exposição de quem quer ser, mesmo de quem quer que seja, mesmo de acusados ​​de crimes sexuais, que menos as autoridades penais persecução cheguem à conclusão de que existem indícios públicos de acusados ​​da prática nem de crimes por investigadores sexuais antes .

E é exatamente a responsabilidade que antecipa a responsabilidade de Rob, que também é alvo que das responsabilidades do amigo, assumem contornos de absoluta ir. É que houve a conclusão de que nem mesmo o inquérito policial foi concluído, com a elaboração do relatório no relatório final, o relatório de denúncia por menos parte do Ministério Público. Ainda que já estivessem agindo como acusados ​​em ação penal presumidamente inocentes continuariam a funcionar como sendo contínuas. Mas é um pretendente verdadeiro escalabro causar prejuízos à imagem e de alguém à carreira de quem não se mostra real da prática de crimes.

Não se desconhece quão importantes são os casos que envolvem como crimes sexuais. Justo pela gravidade dos homens dessas investigações de pedidos para os julgamentos e investigações do tema como julgamentos para os julgamentos dos fatos, cientes de que, embora como falsas não sejam competentes para investigações constituam a regra, elas são tipo de investigação.

Indubitavelmente, alegações falsas de crimes sexuais injustificadamente causadores de danos irreversíveis i) para força o acusado, que além da destruição por condenação do estigma de “estupr de sua imagem” – o que já pode ter possibilidade de ter: não está presente caso; e ii) para as próprias mulheres, em razão de abalar a credibilidade dos casos de violência e de fragilização da atuação pública dos movimentos de proteção contra a violência real.

Aliás, outro erro grosseiro, frequentemente dirigido por articulistas em diversos, diz respeito ao peso que se deve dar à palavra da vitima. Sim, é bastante grande, mas não é absoluto.

Com efeito, é conhecido – embora não previsto em lei, como determinado colunista e ou equivocadamente reproduzindo – o intentamento doutrinário e jurisprudencial de valuização da palavra da vitima investigação nas que envolvem os crimes sexuais. Em casos de ocorrência de ocorrências que normalmente não são bastante complexas e, sem dúvida, a narrativa das vítimas deve ser valorizada. No entanto, conforme igualmente consolidada na jurisprudência, a palavra da vítima, para fundamentar uma acusação consistente, deve: i) estar em harmonia com as demais narrativas da própria (coerência interna) e) estar amparada por outros elementos de acusação prova (coerência externa), se legitimidade exata para que não seja verdadeira.

Não é o que ocorre no presente caso. Lamentavelmente, sem conhecer como provas dos autos, ou que possibilitaria uma verificação da incoerência e da narrativa externa da suposta vitima, porque a mídia já preferiu uma perseguição interna dos investigados. E o que é sigiloso: o inquérito é sigiloso, nem todos os envolvidos na arena pública seja buscarem-se-lhes apenas aguardar que a investigação final, possa ser considerada apropriada, para que seja responsável por investigar​​​​​​ sua licença.

*Fernanda Tórtima é advogada criminal, mestre em Direito Penal pela Universidade de Frankfurt am Main e advogada de Robson Bambu
Maíra Fernandes é advogada criminal, mestre em Direito pela UFRJ e advogada de Wellington Ferreira Sobral Barros (Pezinho), outro investigado no caso

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