Raul Gustavo vê boa disputa na zaga do Corinthians e revela papos com Vítor Pereira: “Atencioso” | corinthians

Raul Gustav, zagueiro que vemo cada vez mais espaço no corinthians, concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira, no CT Dr. Joaquim Grava. O atleta de 23 anos falou, entre outras coisas, de seu momento no corinthians.

– Fico feliz em ajudar o corinthians, que é o que importa. Mas não me coloco como titular ainda, prefiro pensar que o professor vai escolher quem estiver melhor para os jogos. Procuro oito oportunidades as oportunidades, disse o za que tem jogos na temporada.

– Eu sou um cara que penso muito no tempo que estou. Se for chegar para agregar ao corinthians, ficarei muito feliz. Titularidade a gente não agarra, nós treinamos para jogar. Tendo mais opções no setor defensivo vai ser bastante importante para nós, que teremos muitos jogos – completou o zagueiro, comentar ainda de um retorno possível por Bruno Méndez, hoje no Internacional, ao Timão.

Raul Gustavo em entrevista coletiva no CT do Corinthians — Foto: Rodrigo Coca/Ag. corinthians

Por ter atuado o tempo inteiro nas duas últimas partidas – contra Palmeiras e Boca Juniors –, Raul Gustavo pode não ser titular contra o Fortaleza, neste domingo, pelo Brasileirão. Com o rodízio proposto por Vítor Pereira, o jovem pode dar lugar a outro zagueiro, como Robert Renan.

Sóbrios essas mudanças no tempo titular, Raul se mostra tranquilo e confiante no trabalho de Vítor Pereira. O jogador descreve o treinador português como “atencioso”. Com o português, o zagueiro tem seis jogos realizados.

– O Vítor é um treinador muito atencioso e participativo. Todos os trabalhos que fazemos, tanto com geral, como os detalhes, ele nos observados. O trabalho igual para todos. Mas ele observou cada um da melhor maneira possível para, no fim do treino, te passar o que precisa fazer para crescer – comentou.

Nosso elenco é muito fechado, é uma família. Sabemos que quem entrar vai dar o melhor pelo corinthians. Se a gente sonha chegar onde queremos, que é saber título, não vamos ligar de ficar um ou outro jogo sem jogar, sabemos que temos resposta outro que vão dar a mesma – completou.

Giuliano e Raul Gustavo disputam a bola durante o treino do Corinthians — Foto: Rodrigo Coca/Ag. corinthians

Questionado sobre o desempenho dentro e fora de casa do corinthians que, como mostrado o geé bem diferente, o zagueiro falou sobre o tempo para maturidade.

– A maturidade, querendo ou não, vamos conquistando com o tempo. No treino, com jogadores de alto nível, vamos pegar isso. melhorar todos os dias, eo professor vem passando a melhor forma para nós amadurecermos. Estamos treinando forte no dia a dia para melhorar e somar pontos fora de casa – disse.

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Mescla da base com experiências:
–O corinthians tem muitos jogadores de alto nível, que cresceram aqui no clube. Você não chega profissional e vê craques como Renato Augusto, Fábio Santos, Cássio, Willian… Nós, garotos da base, ficamos muito felizes. Eles passam confiança para nós. A responsabilidade aumentar, defender o corinthians não é fácil. Mas temos que assumir ela. O Vítor passou pela nossa confiança, essa tranquilidade para chegar lá e fazer o nosso melhor. É o que a gente ama fazer, jogar futebol, então é alegria com uma grande responsabilidade. Estamos sabendo lidar e ficamos felizes em ajudar o corinthians.

Sinta-se em casa não corinthians?
Claro. Jogar não corinthians é um sonho desde moleque. A gente sempre quer jogar em grandes clubes, eo corinthians me abraçou muito bem. Eu falo que minha família é mais aqui do que em casa, porque convivo mais com eles. Sou muito grato ao corinthians.

Sobre jogar com Lucas Piton e Fábio Santos:
As rachaduras são grandes. Claro que são estilos de jogos diferentes. Quando jogo com o Piton, somos owe garotos, então nosentende bem, já jogamos juntos na base. Com o Fábio Santos aprendo muito. Então eu fico à vanidade os owe, um que já conhece bem e o outro que passa experiência e confiança. Não só eles, como também o Bruno Melo. Me identifico muito porque estamos no dia a dia. Sóbrio Fábio Santos e Piton, nossos ouvintes muito bem.

Vitória contra o Boca Juniors:
– A gente veio da derrota no clássico é desculpa para ninguém, mas não veio surpresas nos dias anteriores. Jogadores gripados, alguns não agirão, então acaba atrapalhando. Treina com um, joga com outro, então ficamos meio perdidos. Pude fazer um grande jogo contra o Boca. Nossa torcida influencia muito, é maravilhoso. Quem não está arrepiando na Neo Química Arena não sabe o que está fazendo. Passam uma energia muito positiva para nós demonstramos dentro de campo.

Gols em bolas aéreas:
– A gente está trabalhando bastante nisso. Duas falhas no mesmo jogo, não é normal de acontecer. Treinamos bastante essa bola parada, era o ponto forte deles. Mas vamos melhorar, se organizar. Tanto eu, João, Gil, Robson, treinamos bastante depois do treino essa bola parada. O passando Vítor já está trabalhos específicos para melhorar a marcação. Somos caras altas, isso não pode acontecer com a gente. E o Vítor está passando o melhor treino para nós não errarmos mas essas lanças.

Raul Gustavo, zagueiro do Corinthians, Durante o Treinamento — Foto: Rodrigo Coca/Ag. corinthians

Base e equilíbrio:
– Primeiro que gente treina bastante para estarmos aqui ajudando o corinthians. Temos jogadores de alto nível na base. O Vítor Pereira nos ajudou bastante, não escolhe pela idade, mas sim quem está melhor no dia a dia e vai complementar para a vitória. Nos identificamos muito dentro de campo, nós da base. Procuramos estar sempre aptos para o Vítor Pereira. Eu fico muito feliz pelos meus companheiros de base que estão tendo oportunidades. Também é importante para os jogadores que estão na base, que se espelham em nós, isso dá um conforto para melhor desempenharem mais lá e ajudar o corinthians nenhum profissional.

Número do cartão amarelos sem hora:
Claro que cada jogador tem o seu temperamento dentro de campo. Tem jogos que vamos querer, não sei a palavra, vencer muito, ter um excesso de confiança, muito foco no objetivo, e aí acabamos direito mais forte ou reclamando muito com a arbitragem. A gente procura mais esquecer a arbitragem e desempenha o futebol, que é o que mais estamos fazendo. Mas vai de cada atleta. Eu sou um cara que a minha família fala para eu parar de reclamar e caçar confusão. Estamos melhorando nisso. Esses cartões vaias prejudicam. Mas contra o Boca Juniors, tiveram lanças que o podiam levar a mais, conversaram e ejetaram jogadores deles. Mas temos que manter o nosso foco, esquecer a arbitragem, mas parar de tomar cartão bobo, sim.

Racismo nossos estádios
Isso, para mim não poderia, nem ser comentado mais. É um assunto que me deixa muito triste. No futebol temos que espalhar alegria, o amor para as torcidas apaixonadas. Esse ato de racismo é muito triste. Nesse momento delicado temos que estar juntos. O corinthians até fez a campanha do futebol sem ódio. Eu peçome para os outros tempos, como outras torcidas, não aceitaem isso. É um fato muito triste para nós. Sofremos isso todos os dias, todos os times.

Como administrar a ansiedade para jogar ou para se manter no time titular
Querendo ou não, trabalho no dia a dia para isso. Quando eu estava tendo oportunidade e quando eu não estava, mantive o plano e objetivo. Se eu entrasse, era para dar o meu melhor. Quando jogar, vamos aprender mais confiança e ritmo, vamos melhorar claro. A partir do momento em que joga, tem que se tornar ainda mais para manter o nível que estão jogando. Você tem que estar mais do que preparado para o treinador quando a oportunidade chegar. Mas eu nunca abaixei a cabeça, nem desanimei, o corinthians me abraçou e eu me sinto bem aqui. Eu sabia que tinha jogadores que poderiam ajudar mais naquele momento, mas continuaria na mesma oportunidade para que eu pudesse chegar novamente para mostrar o porquê de eu estar aqui. Sobre o interesse de outros clubes, já não participa disso, deixo para os meus negócios. Mas graças a Deus fiquei não corinthians, era o que eu mais queria. Não tinha realizado na Neo Química com a arena cheia, um sonho de criança ver o estádio lotado.

Jogar com a arena cheia
Querendo ou não, quando eu estava jogando ainda tinha a pandemia, sem torcida. Nem compara, não parece que estamos jogando futebol. Tem que ter o torcedor. Sentimos muita falta e nos preconceitocou muito, todos conhecem a Fiel. Sobre só com certeza foros, claro que eu sempre teria o dia de jogar chegar. Ficava espera. Eu treinava comia mas empolgado pensando nesse dia. Quando ele chegar, vai ser o meu dia. Às vezes eu nem dormia por causa disso. Eu preciso muito por essa oportunidade que está chegando. Pude realizar mas um sonho. Mas o principal fé sair vitorioso. Fico muito feliz em estar jogando, mas se não estiver, e meu time vencer, também ficarei.

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