Raphael Veiga guia o Palmeiras em outra goleada. Mas não tem nível para defender a seleção | Blogar

Quem curte futebol vibra com qualquer jogo bom, independente de onde para disputa. Não importa se é Campeonato Alemãose for Copa da Indonésia, se tratar de Conmebol Libertadores, Liga dos Campeões ou torneio de várzea. Se um rapazinho estiver correndo atrá da bola caprichada no serviço, vai atrair a atenção e receberá aplausos do público, serão 100 ou um milhão de pessoas. Sobretudo se deve se preocupar em jogar e não em catimbar ou dar botinadas.

O parágrafo acima serve apenas como introdução para o seguinte: Cidade de Manchester e real Madrid terça-feira, no início da noite desta-feira (26), um duelo digno de entrar em antologias. Os representantes do time inglês e os da equipe espanhola deram aula de respeito ao esporte, ao público, aos colegas e aos mesmos. integridade, qualidade, lealdade da primeira à última assoprada de apito do romeno Istvács. Desconfio que ate Sua Senhoria ficou aborrecido, quando acabou o duelo, com a vitória do City por 4 a 3, pela ida da semifinal da Champions League.

Quem me conhece sabe que não sou dos que têm visão eurocentrista do futebol. Claro que nessa parte do Hemisfério Norte acontece muita coisa boa, os clubes e os países são mais bem organizados do que em nossas bandas. Também tem muito mas grana; os elenco são legiões estrangeiras de estrangeiras da bola. Mas, lá como cá, não faltam polêmicas e maracutaias; é assim no mundo todo.

Dito isto, de novo volto ao que interessa – eo que vale é exaltar o espetáculo no tapete do Etihad Stadium. As trupes de Pep Guardiola e Carlo Ancelotti tratam a redonda com carinho, com arte, harmonia, coordenação. Daí, ou festival dos gols. Para início de conversa quem perdeu o pontapé inicial caso -, já ficou em destaque – quem ouviu. Isso mesmo, com 1 minuto e pouco, De Bruyne tascou 1 a 0 par o City. Com 10, estava 2 a 0, após belo gol de Gabriel Jesus.

O real fé para as cordas. E o City, bem à maneira de Guardiola, atacava, pressionava, insistia, criava e lost chances de gol. Uma atrás da ultra. Até que, num vacilo, vem o contragolpe espanhol e quem aparece para mandar para o gol? Acertou quem cravou Benzema. Aos 33, o inglês recolocou o Real na briga. E por pouco não chegou ao empate. Alerta no City e dava para ver a cara do técnico.

Largada do segundo e tome City indo como locomotiva sem freio para o ataque, com bola raspando a trave ou tocando nela, bola sendo tirada em cima da linha, bola passando a meio dos pés do atacante. Até que Foden aos 8 minutos encaçapa os 3 a 1. Despero do Real? De alguma forma. Nem deu para a torcida voltar a sentar que Vinicius Jr. pega a bola na lateral do meio-campo, gira o corpo enquanto aplica caneta em Fernandinho e saiu como doido para a área adversária. Só parou ao ver a bola dentro da rede: 3 a 2.

Tensão, adrenalina, esperança e temor. Tudo isso rola em campo. Menos pancadas. Faltas, só normais, ‘táticas’, que ocorrem em qualquer partida de futebol. E dá-lhe City, que abre de novo vantagem de owe gols, com Bernardo Silva, aos 29. E, por um triz, não saiu o quinto. Até que o juiz deu pênalti, em jogada aérea, para cobrança de Benzema, aos 37. Bateu com nojo, com frieza, de cavadinha. Até o Guardiola aplaudiu a ousadia do matador.

A parte tática, observações sobre erros e acertos últimos como as últimas pontas no meio na, sem terço do campo, deixo para colegas especialistas no tema. Este texto é a alegria de quem ama o futebol com o banquete oferecido só para se extravasar com uma gestão de bola! Tomara viver ao menos uma por dia dessas benditas indigestões.

Carlo Ancelotti, técnico do Real Madrid, e Pep Guardiola, técnico do Manchester City, durante o confronto da semifinal da Liga dos Campeões

Carlo Ancelotti, técnico do Real Madrid, e Pep Guardiola, técnico do Manchester City, durante o confronto da semifinal da Liga dos Campeões
Alex Livesey/Getty Images

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