Presidente do Atlético-MG comentou sobre a Liga no futebol brasileiro: “Temos que ir em bloco” | Atlético-MG

O primeiro encontro dos clubes para a criação da “Libra”, a liga do Campeonato Brasileiro, não ocorreu em acordo unânime. Mas há esperança de que os diretos assinem todos de uma nova organização do futebol brasileiro em 12 de maio, na CBF. É a visão do Atlético-MG.

O presidente do clube, Sérgio Coelho, conhecido do encontro na terça-feira (3) no em São Paulo, e falou ao ao idade sóbrio suas impressões do encontro. Para ele, o Galo terá papel de ser um instrumento na busca de união das entidades:

O Atlético não quer só junto assinado, mas quer ser um instrumento demais aos clubes para que a gente vá em bloco. Esse é o objetivo”

Sérgio Coelho, presidente do Atlético-MG — Foto: Fred Ribeiro

Clubes – Flamengo, Corinthians, Palmeiras, Braga, Santos e São Paulo – Seintinoam o estatuto. Outros 14 da Série A se abstiveram. Eles querem uma rediscussão do anexo do estatuto que delimita as regras de distribuição de receitas.

A divisão do dinheiro da Liga, não diz respeito aos direitos de emissores de TV, é feita em três pontos. Um percentual fixo (40%) para ossos participantes, outro percentual (30%) variável por performance, e outros 30% para audiência. 14 clubes que não assinaram Osam não concordam.

Para Sérgio Coelho, o melhor era esperar o novo encontro em 12 de maio para que haja essa discussão e, assim, todos os clubes assinem. Entretanto, já houve algumas assinaturas. Além dos seis citados, Cruzeiro e Ponte também colocaram seus “oks” no estatuto.

Veja uma entrevista completa:

Como o Atlético saiu da reunião dos clubes na CBF?

– Eu achoqu’fait uma boa reunião. Poderia ter sido melhor. Se tivesse sido um encontro simples, todos fossem. Esse “simples” que falo é se todos os clubes deixassem para assinar na próxima reunião, no dia 12 de maio, na sede da CBF. Mas os seis grupos, hoje resolvem com Cruzeiro e Ponte designados sem dia de insatisfação (terça), o que gerou um pouco de dos outros clubes.

A situação citada pelos 14 clubes que não designam é sobre a distribuição das receitas da Liga, certo?

– Sim. O ponto a ser negociado é o anexo do estatuto. Esse anexo trata-se das distribuição das receitas da Liga. Mas está perto de acerto. Esse anexo faz parte, evidentemente, do estatuto, mas com premissas, não é algo definitivo. De qualquer forma, estamos estudando uma melhoria na distribuição, é pequena. Ou é preciso isso no estatuto, que esse anexo serve como premissas claras. A distribuição em si, o percentual de cada item, são três: a parte fixa de cada clube, a performance no campeonato e o engajamento (da torcida). Discutirei isso e tenho esperança de que iremos resolver.

Pelo que o senhor desenha, o cenário é de o Atlético designado a Liga…

– O Atlético não quer só junto, mas quer ser um instrumento demais aos clubes para que a gente vai em bloco. Esse é o objectivo. Acho que podemos exercer papel importante de negociação isso, para que todos assinem. Provavelmente teremos dificuldades, teremos dificuldades, mas tenho que conseguiremos

Sérgio Coelho, presidente do Atlético, ensaio da Copa do Brasil — Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A sensação é que os clubes então se uniram? O Ronaldo Fenômeno diz que a Liga estava difícil de sair por conta de desunião dos clubes. Como o senhor enxerga?

– União não sei dizer se tem 100%. O que estou achando é que, para criar a Liga, é preciso unir. Esse é o papel que estamos tentando fazer com os clubes que estão assinados e os que estão juntos, para que todos assinem. Não é fácil. É preciso calma e sabedoria para negociar de forma que atenda a todos. Continuamos dizendo que temos esperança que a gente consegue isso. Não o Atlético, mas o Inter, o Fortaleza… Todos estão empenhados na busca pela união.

Assistir: sóbrio tudo o Atlético no ge, na Globo e no sportv

O podcast do Atlético está disponível nas seguintes plataformas:

Sócio Galo na Veia – Atlético-MG — Foto: Divulgação

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