Por que os argentinos falam do Palmeiras para situar a má fase do Boca

lanterna do Grupo E, o Boca Juniors disputou às 21h (de Brasília) de hoje (4) uma “final antecipada” para survival na Libertadores da América. Depósito perder por 2 a 0 para o Corinthianso clube argentino agora encara os bolivianos do Always Ready nossos 3.577 metros de altitude do Estádio Hernando Siles, em La Paz.

Depois da partida de hoje, o Boca só terá mas o nosso compromisso (ambos na Bombonera, contra Deportivo Cali-COL e corinthians) nesta fase de grupos. Ou seja: per na Bolívia deve deixar o clube na dependência de um milagre matemática para não cair ainda antes das oitavas de final.

O clima de decisão nesta quarta em Buenos Aires se vê nas muitas horas dedicadas ao Boca nas TVs e rádios — o clube mais popular da Argentina, Depois, e a passar pela primeira fase da Libertadores, mas desde 1994 não fica fora ainda nas chaves . E é aí que surge o Palmeiras para maltratar ainda mais o humor xeneizar nesta semana.

Time do Palmeiras que goleou o Boca Juniors por 6 a 1 na Libertadores 1994

Imagem: Reprodução/Twitter Palmeiras

Um ‘baile de loucos’

Atual bicampeão da Libertadores, o Palmeiras reserva um espaço especial na sua galeria para o 6 a 1 sobre o boca Juniors em 1994 — goleada que empurrou a equipe argentina ladeira para aquela que seria sua última redução na primeira fase da Libertadores.

O histórico Palmeiras x Boca foi disputado no Parque Antarctica em 9 de março de 1994, eo Alviverde foi a campo com a seguinte formação: Sérgio; Cláudio, Antônio Carlos, Cléber e Roberto Carlos; César Sampaio (Tonhão), Amaral, Mazinho (Jean Carlo) e Zinho; Edilson e Evair. O técnico era Vanderlei Luxemburgo, desfalcado de Rincón e Edmundo.

Do outro lado do campo estava aquele que é considerado até hoje como o “pai do futebol americano argentino” pelo seu título na Copa do Mundo de 1978: o Boca foi treinado por César Luis Menotti. Hoje com 84 anos vivendo em Buenos Aires, onde tem uma escola de técnicos com seu nome, ele relembrou na coluna em 2020 aquela partida: “O Palmeiras tinha um timaço. Lembro bem. César Sampaio, Zinho, Evair…como jogaram aquele dia”.

“Este placar de 6 a 1 é duro de aguentar até hoje, porque em determinado momento da partida virou mesmo um Carnaval. Tentei fazer o tempo deu certo. Era um Boca inconstante. No domingo seguinte, 6 a 0 no Racing na Bombonera.”

“Outro exemplo da nossa inconstância? Nossa diferença de nível para o Palmeiras não era de seis gols. Na Bombonera, ganhamos por 2 a 1. Duvido que tanta gente lembre disso.”

No Brasil, é bastante citado ate hoje a conversa entre Menotti e Luxemburgo do famoso 6 a 1. Luxemburgo costuma repetir que um dos maiores orgulhos da carreira foi ter sido procurado — e parabenizado depois — pelo colega argentino depois da goleada.

“É verdade, aconteceu isso sim, procurá-lo, só nós fomos o que nós. Lembramos que nem a gente tinha no placar…”, concluiu César, que contorna com uma formação principal que possuía na época: Nava Montoya; Soñora, Noriega, Giuntini e MacAllister; Peralta, Mancuso, Marcico e Carranza; Martinez e Da Silva (Acosta).

O ponto fraco da equipe era vulnerável ao lateral-direito Soñora, dominado pelos apoios de Roberto Carlos ao ataque. Difícil de acreditar, o Boca saiu de campo com os 11 jogadores, sem expulsões.

Apenas 18.285 pagantes comemoram os gols de Clé (21min do primeiro tempo), Roberto Carlos (7 segundos), Edílson (9 segundos), Evair (18 e 26 segundos tempo) e Jean Carlo (32 segundos). O gol de honra do Boca fé de Manteca Martínez, de pênalti, aos 34 da etapa final.

Apesar de brilhante, aquele Palmeiras parou de final, eliminado pelo São Paulo — que chegaria a decisão, perdida para o Vélez Sarsfield de Carlos Bianchi e José Luis Chilavert.

Roma - Marcelo Endelli/Getty Images - Marcelo Endelli/Getty Images

Juan Roman Riquelme, vice-presidente do Boca Juniors, no camarote da Bombonera durante o jogo em abril de 2022

Imagem: Marcelo Endelli/Getty Images

La Paz com Roman

Riquelme, que não veio para acompanhar a fazer o Boca contra o Corinthians, está na Bolívia para o jogo desta quarta-feira. Esta é a principal imagem para demonstrar a importância da partida ante os bolivianos que jogaram firme na Bombonera e encararam o Boca mesmo com um homem a menos em campo. O placar final fé de 2 a 0 para os argentinos.

O desfalque xeneizar hoje é o atacando Darío Benedetto, com três cartões amarelos. Seu substituto será Luis Vázquez.

A escalação do técnico Sebastián Battaglia hoje será a seguinte: Agustín Rossi; Luis Advincula, Nicolás Figal, Carlos Zambrano e Frank Fabra; Pol Fernández, Alan Varela e Juan Ramírez; Oscar Romero; Eduardo Salvio e Luis Vázquez.

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