Por que a fé de Rogerio Ceni foi expulsa?

Rogério Ceni deu sua versão sobre o incidente com o quarto árbitro Salim Fende Chavez que resultou em sua expulsão na parte final do jogo do São Paulo x Red Bull Bragantino. O simulador ter sido feito por ele e tipo de terensa proferido.

A confusão começou em um ataque de São Paulo em que Jonathan Calleri deixou o campo para ser atendido. Rogério Ceni confirmou que estava gritando com o médico são-paulino para que o ataque voltasse rápido pelo lado do campo para que o tempo não ficasse com um a menos.

“Voltei a técnica, ele veio provocar o delegado, já enfrentando para. Pediu o cartão para falar a respeito da entrevistaou. . depois da partida.

O árbitro Bruno Arleu de Araújo escreveu na súmula da partida o motivo de ter expulso Rogério Ceni. De acordo com ele, o treinador chamou a arbitragem de “caseira” durante reclamação com o quarto de construção, Salim Fende Chaves. “Ficou montando o quarto, ocasionando um tumulto, oferecendo resistência para o campo de jogo, e somente saindo se retirando apó ajuda de membros de sua comissão técnica”, continuouu Araújo no texto.

“Eu não o ofendi. Pode pegar toda a área do lance. Eu saí da técnica para gritar com o médico. Ok, é um erro sair da área técnica. Eu fui pedir para o representante, porque a gente tem direito de citar na súmula também a nossa versão”, diz Ceni.

Por causa do cartão vermelho, Rogério Ceni não poderá comandar a equipe no clássico contra o Santos, no dia 2 de maio, pela quarta rodada do Brasileirão. “O que ele [quarto árbitro] fez é uma puta sacanagem. Não falei nada para ele. Naquele momento eu conversei com ele normalmente e ele fez isso. Sabe o que vai acontecer? Voca fica suspenso e essa cara vai trabalhar”.

Confira outras declarações de Rogério Ceni na entrevista coletiva:

Poderia ter saído com três pontos?

Silenciosamente. Acho que fez um ótimo jogo. Tem que ser sincero: contra o Juventude não jogamos nada. Hoje, jogamos muito. Eles não vão sair.

feito por merecer. Claro que eles têm qualidades e tiveram suas oportunidades, mas acho que foram um jogo bem feito, suas qualidades têm saído com a vitória. Inúmeras oportunidades de gol, bola na viagem, defesas.

Se a gente jogar sempre dessa maneira… a gente pode ter sempre esse espírito de jogo?’. E não ter a desatenção. Porque eu fiz um tempo alto. Você troca um lateral-esquerdo por outro porque é alto para ter uma bola defensiva do primeiro pau melhor e com 50 segundos toma o primeiro gol no lugar que eu treinei e mostrei onde seria a falta.

Isso a gente não pode ter uma desatenção como essa, nem no desvio, nem no segundo pau.

O tempo teve qualidade. O Colorado deu uma boa opção no meio de campo para dar esse passe para frente, não para trás. Acho que nós competimos bem, jogamos bem, criamos oportunidades e temos que jogar com essa mesma postura de outros jogos, porque aí vai ficar mais fácil.

Qual seu investimento nesse perfil de tempo alto?

Meu perfil primeiro é estudar a bola parada. Desde quando a gente estava no Fortaleza, eu já mandava para fora do Brasil as bolas paradas para estudar.

O Bragantino talvez seja uma equipa mas forte da bola parada dos nossos últimos jogos. Resolvemos investir um pouco, mas nunca fizemos tempo como Colorado e como Leo. Claro que eu sei que o Welington é mais ofensivo que o Léo, sou treinador dele, mas eu quero primeiro fazer um trabalho defensivo. Primeiro o Patrick para ter a substituição da bola, porque é um jogador que e mais a bola, não é um garoto que corre tanto, mas é um jogador que mais a bola.

Então já foi prevendo a dificuldade na bola parada e, também, a possibilidade na bola parada ofensiva. Assim como eles o gol, nós escolhemos vários escanteios que nós cabeceamos com chance de gol. primeiro, hoje não marcamos bem essa primeira bola, o que ocasionou um desgaste maior nosso, mas mesmo com esse erro no primeiro minuto, nós jogamos bem no restante do jogo e isso é o que mais importante para gente: não se perdedor, ter um caminho, a direção a seguir.

Preparação para uma Sul-Americana

Vá para o nosso apresentador na segunda-feira, faz uns 15 dias que estamos sem dias de folga. Eles descansam e na segunda-feira a gente volta a trabalhar, volta a fazer uma relação de 23 ou 25 jogadores para essa viagem. Há um espaçamento na volta entre sexta e segunda para trabalhar uma equipe, não devemos fazer uma equipe totalmente diferente para viajar. Vamos tentar levar quase boa parte do elenco e montar, a partir de segunda-feira.

Como tem sido a vida do treinador com tantos jogos?

Nós temos um elenco grande, mas temos muitos jogadores jovens, tem muito menino no elenco. Às vezes faz uma partida boa, aí volta um pouco. Agora, se não tiver um espaçamento de quatro dias, aí fica pesado, o futebol americano perde um pouco a qualidade.

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