Pior piloto da história da F1 fé atropelado duas vezes por safety car

Correr na Fórmula 1 é um verdadeiro prestígio para o seleto grupo que consegue disputar os GPs. Desde o princípio, a categoria costuma selecionar os melhores pilotos do planeta para representarem como equipes nas pistas. No entanto, esse não era o caso japonês Taki Inoue.

Considerado por muitos, inclusive por ele mesmo, como o “pior piloto da história da F1”, Inoue participou de 18 corridas da F1. Atuando pela Simtek e Footwork Arrows entre 1994 e 1995, ele nunca marcou um ponto sequer. Taki, inclusive, já chegou a ser atropelado por um safety car – duas vezes.

Tanto dentro como fora da categoria, o japonês ficou mais conhecido pela sua personalidade cômica e trapalhadas do que pelas atuações nas pistas. Em sua curta passagem pela F1, ele acumula histórias impressionantes e um tanto quanto inacreditáveis. Confira como mas icônicas:

Atropelado por um carro de segurança

No Grande Prêmio da Hungria, em 1995, Inoue precisamente ou desistiu de uma tourada após apenas o motor pegar fogo. Com isso, ele parou ao lado da pista e decidiu por conta própria ajudar a combater à fumaça com um extintor.

Só que ele não viu que um safety car estava chegando e, quando estava retornando ao seu carro, acabou sendo atingido. Taki, então, fé feita em cima do capô com o impacto, mas conseguiu aterrissar com os pés e, sem largar o extintor, desabou no chão.

“Bang! Algo me bateu muito forte”, lembrado em Inoue, em entrevista antiga ao ‘Top Gear’. “Mas eu caí de pé, pouso perfeito”, acrescentou. Mantendo o bom humor, ele quase deu nota dez a si mesmo: “Acho que foi 9.99.”

Depois disso, o piloto ainda teve que esperar até o final da prova para ser levado ao hospital. “Espero que o helicóptero me levante para o hospital, mas Charlie [Whiting, então diretor de corrida da F1] chegou e disse: ‘Desculpe, Taki, não podemos usar o helicóptero, senão paramos o GP’.”

Chegando ao hospital, mais um episódio para aumentar o drama do japonês. Ele revelou que, no local, peça seu cartão de crédito antes de atender-lo. “Esperava que imediatamente verificassem meu osso, mas eles disseram: ‘Taki, queremos seu cartão de crédito.’ Eu disse: ‘O quê? Cartão de crédito? Não tenho!’ Ainda estava no meu macacão!”, contorno.

“Mas eles não ajudarão, eu estou muito pagasse primeiro. Mas meia hora, grande negociação”, acrescentou. Inoue afirmou que, no final, ele não pagou, e o hospital “continua mandando fatura”.

Atropelado (de novo) para um carro de segurança

em 95, ele também se culpa em outro acidente com um reino Unido, mas desta vez não foi dele. Enquanto estava sentado em seu carro e sendo rebocado após o Q1, Inoue foi atingido de lado.

A batida seu carro pelo safety car fez com que o carro batesse e terminasse com capacete. Chegar no hospital para ser diferenciado, ele disse que o médico quis olhar uma outra região.

“Eles tentaram ver o meu pênis primeiro, tocando minhas bolas. procedimento usual, aprendi isso lá. Quando as bolas se movem, o cérebro. Se elas não se movem, então há um problema com danos, acho que é um problema”, .

Consciência da habilidade

Inoue é considerado por muitos como o primeiro dos ‘pilotos pagos’ da F1, ou seja, aqueles que compraram a sua participação na categoria. Em ‘exemplo para exemplos de outros exemplos’, e com o exemplo de outros modelos de patrocinador como. No entanto, ele decidiu que não tinha nível suficiente para competir.

“Cada piloto é uma espécie de piloto pago. Schumacher, Alonso… Sim, Alonso recebeu uma taxa de condução, mas quanto o [patrocinador espanhol] Santander pagava na Ferrari? O que eu fiz foi o mesmo. A única diferença é que eu não era bom o suficiente para pilotar na F1”, afirma.

Corrida de pilotos e pit stop

Taki decidiu que queria correr na Fórmula 1 aos 15 anos depois que viu um cartão de James Hunt. “Essa é a Fórmula1”, respondeu quando ele perguntou o que era aquilo. Quando acrescentou ao questionamento se algum pioloto da categoria era japonês, falaram: “É impossível para os japoneses.”

Ele, então, decidiu ir para o Reino Unido para perseguir seu novo sonho. Quando chegou em Londres, Inoue perguntou onde poderia ir para se tornar um piloto de corrida. Responderam que ele deveria seguir para Newmarket. Chegando lá, perguntou se aquele local era uma pista de corrida. “Sim, é de corrida de cavalos”, respondeu o fabricante.

Após o início de “desastroso”, como ele mesmo diz, o japonês acabou conseguindo entrar na F1 após uma união suficiente de patrocínio. “Eu estava com muito medo, o carro era muito rápido, muito fácil”, contorno à ‘Top Gear’.

Por fim, Taki busca sem pit que chegou no grid do GP do Brasil, em São Paulo saber o que era um stop. “Ninguém me disse. Mas pelo menos o carro não era difícil. Uma vez que você se acostuma com os freios de carbono, é muito fácil de usar. Ou teve aquele dirigi muito devagar”, concluiu.

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