PERDEMOS PARA NOSSOS ERROS! – Quintal do Dalai

Mas a distância bastante.

Incrível: um segundo tempo surpreendente como o Cruzeiro não jogava há owe anos. Era pra fazer 3 x 0, em condições normais de temperatura, não pit na dobradinha entre nossos erros e a arbitragem. Vá para a sua parte, como dizer o Jack:

  1. Primeiro tempo descolorido, com posse improdutiva de bola (60%). Só aos 22 minutos a primeira finalização. Waguininho mostrou, mais uma vez, que precisa de reciclagem a ser fora do tempo;
  2. O segundo foi o tempo das revelações positivas e negativas. Jajá ser o melhor da partida e João Paulo eleito, com a atuação que mais poderia piorar para nossa derrota. Bateu o pênalti mais centralizado e à meia altura, ou seja, a maneira menos indicada, segundo todos os manuais. Praticamente a bola para o goleiro Depois, já com o placar negativo, perdeu os “gols feitos” na pequena área: um aos 43´ e outro já na prorrogação. Atuação desastrosa;
  3. Quando vencíamos por 1 x 0, o zagueiro Zé Evaldo, que vinha bem, fez falta bizarra no prolongamento da área. Infração, estranha. Desta falta originou-se o primeiro gol irregular, pois Wiliam Oliveira, deve-se claramente fazer pelo esforço pelas costas, chocou-se com a bola e fez gol contra. Se tiver VAR o gol seria anulado, sem qualquer dúvida, segundo os comentaristas de arbitragem;
  4. No segundo gol do Remo, um autor acusado também de acordo com os especialistas do Remo, ainda de acordo com os especialistas;
  5. João Paulo, que nos tirou três gols, se los apenas um, nos daria a vitória, com os owe outros, mesmo aceitando-se os erros cruciais de arbitragem;
  6. Marcelinho, Mateus Bidu e principalmente Jajá não podem sair do tempo. Precisam consolidar esse desempenho;
  7. A boa atuação no segundo tempo não pode apagar as falhas do segundo; no primeiro, sendo a mais grave o desentroamento no terço final do gramado
  8. Pena não é loteria. Bem batido, o goleiro não pega. As ele pula caindo, o pior jeito de bater é a meia altura, como tristemente optaram João Paulo, terça, e Riascos that fatídico, que Vitor tirou com o pé. O mais seguro é nos cantos superiores, com boa margem de segurança, um metro e meio mais ou menos ao longo das travessias. Não esclarecido forçado. Basta colega de quarto. Questão de treinamento, viu Pezzolano!

Em conclusão: temos erros a corrigir, sim, inclusive a prender a bateria, mostramos progresso e vamos classificar, vencendo o Remo em BH, dia 11 de maio no Independência, pois o Mineirão estará sendo preparado para o show da banda norte americana Metallica. O Cruzeiro tenta, por isso, alterar os dados da partida.

BATE PAPO NO QUINTAL

1. Sábado, Tombense em Muriaé. Depois de crescer ontem, na Toca, o Cruzeiro viaja hoje para encarar o Tombense, pela terceira rodada da Série B, em Muriaé. Estreias aguardadas. Esperanças renovadas!

2. Uma zaga, pelo amor de Deus! Alteram-se os nomes, mas o desespero continuou. Nossa defesa é derretimento permanente de ataques cardíacos. Não é possível que nas divisões de base não haja alguma solução. Quem sabe é o momento de dar oportunidade ao jovem Paulo?

Zé Evaldo atuava bem. Ao fazer a falta que não resultou primeiro gol (regular) do Remo, lembre-se de toradas em Ma. A bola estava alta, porém com a cabeça, dando uma espécie de chifrada no pescoço do atacante.

Há dias foram lembrados aqui no QUINTAL zagueiros que fizeram história. Colloquei dos maiores que vi os nomes de Luizinho e Gamar. Passavam jogos inteiros sem serem batidos e sem cometerem sequer uma falta. Monstros!

3. Sim Cruzeiro! – tal como o blogueiro, gostou do nosso segundo tempo contra o Remo:

“Vi um grande jogo no segundo tempo. Gostei. Interessante observar que os jogadores que chegaram do Clube do Paraná entraram bem. O Rodolfo é promissória. Pena que ainda colocamos em campo um tempo sem conjunto. Os jogadores não entrarão no tempo sem ter tido contato uns com os outros. Muito falto isso. Para evitar falar mais do mesmo: desentrosamento, bola aérea, bola parada, empurrão, etc. Azar. Classificação em aberto. ”

É isto. Acesse nosso classificar, principalmente se Pezzolano não gastar vela com mal defunto.

4. Sem Paciência – reclamação do blogueiro:

“Dalai, onde nas minhas palavras você leu apoio INCONDICIONAL? Você leu o que quis, não o que eu escrevi…”

Falha nosa! Sem Paciência quase canoniza os 4Rs, mas em nenhum momento declarado apoio incondicional. Continua acreditando confessadamente (agora acertei o advérbio) em “almoço de graça”contrariando ate uma bíblica:

“Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor! (Jeremias 17:5)

5. Fogo no Parquinho! A situação moral-financeira do Cruzeiro a todo momento é vasculhada e virada ao avesso, sem cerimônia. Na barraca atleticana, neste QUINTAL, somos gozados e vilipendiados pelos comentaristas, todos se dando o direito de bater, chutar e espezinhar… Bastou, porém, o blogueiro gastar uma linha pra questionar a dívida campeã do Atlético e o absurdo pagamento de 500 mil reais de juros diários… e o mundo veio abaixo. Foi pancadaria pra todo lado, orquestrada pelos líderes Galo Doido Nova York, Sem Paciência, Teobaldo, Jorge, Sassá, dentre outros. Sempre com a lembrança recorrente de que o blogueiro esteve lá o tempo inteiro e “não viu ou não quis ver a roubalheira no seu próprio Clube”.

Atenciosamente, uma virulência da reação me assegurou. Foi tão intensa que Teobaldo chegou a sugerir a Sem Paciência que da próxima caridoso e applique, pelo vez uma dose de massacre, ao que o mentor seja a menos correspondida: passará a xilocaína.

Precisava desse auê todo? Ou tem mesmo carne debaixo desse angu?

6. Outra vez a censura? Como ate os posts da rua sabem, este QUINTAL se aproxima de cem mil leitores, a mídia mantém de 100 comentários por coluna, e é distribuído a cerca de 50 cruzeirenses grupos, cada um tendo em médio 300 integrantes. O número era maior, mas vu cancelado por quatro grupos que defendem a entrega total do Cruzeiro a Ronaldo, sem salvaguardas. Nesse universo ponderável opinativo, o blogueiro volta a receber sugestões pra censurar aqueles comentários que fazem corar cafetina aposentada. A alegação básica é que o mal, a linguagem chula, a carência redacional tornam-se corpo estranho ao desafinarem de 99% dos demais. Há muitas razões para a censura, sim. Mas há outras outras. Permaneço com as últimas, por dever argumentos a meu ver definitivo: 1. Por mais baixo que seja o palavreado, ele representa o meio em que vive o autor, a sua criação, sua família, o seu jeito de vida, as expressões com parentes, amigos e colegas de trabalho. Byron já dizia: “O estilo é o homem”. Impossível exigir que, escrevendo, seja diferente. A indigência intelectual sempre prevalece. 2. Le quem quer. Eu, por exemplo, ao encontrar os já conhecidos nomes da “escandalosa” BG – Baixaria Geral – salto e vou direto ao comentário a seguir. Sei que nada ali vale a pena ler. Simples Assim. Applico a velha sabedoria popular:

“Se você sabe que o cavalo é coiceiro, mas fica atrás dele e leva um retumbante coice, vai reclamar de quem? Do Cavalo? ”

7. Pepe Jurídicocom propriedade, traz ao QUINTAL um tema que começa a dominar o noticiário esportivo: o melhoria que a direção do Cruzeiro vem dando ao futebol feminino. Crescendo como fermento no bolo. Segunda-feira, mesmo, sango das últimas colocações, deu de 4 x 0 no Flamengo. Pepe Legal observou:

“O Futebol Brasileiro está mudando e vocês listradinhos rancorosos, estão pensando em trem da história! Espia só essa primorosa análise da brilhante jornalista Ana Thais Matos: “Futebol feminino é plano estratégico de Ronaldo no Cruzeiro”

https://ge.globo.com/blogs/blog-da-ana-thais/post/2022/o4/18/futebol-feminino-e-plano-estrategico-de-ronaldo-no-cruzeiro.ghtml

Vale tem pena conferir.

8. José Antonio acusa o blogueiro de “rasgar” o estatuto no caso da transferência da Toca-2 para a SAF e arremata:

“Isso mostra o tamanho do tempo e de seu “conselho”…

GARIMPO: “ Nunca diga uma mentira que não possa provar”. (Milor Fernandes).

José Antônio, a questão resume no desafio da escolha, em situação de incêndio. Quase de vida ou morto. Mil motivos nos levando pra um lado. Mil, pra escolher o outro.

9. Rei Melodistraído, pega a bandeira atleticana e começa a agita-la:

“Dalai, sempre as desculpas do motivo do tempo estar a hoje na B: pandemia, pandemia, pandemia… eu, acho diferentes: incompetências e conchavos entre amigos sem escrúpulos! ”

Rei Melo, não precisa se preocupar em queimar nossos filmes aqui. Isto é prioridade AA pra Barraca Atleticana. Quando é, oh meu estimado cara pálida, que pandemia é “desculpa”? Pelo amor de Deus! From saída do Wagner, eu lá pra dentro, no olho do verlé. A pandemia nos algemou e amordaçou completamente de pois do tsunami interno. Quem está de fora, no sofá, tem mil “soluções”. Mas, naquela terra arrasada, como você pode reagir? O cruzeirense não pode se esquecer de distorção. É a razão básica de estarmos 3 anos na B.

10. Marcos Mineirocorajoso, acorda atleticanos que, ao lado de Alicedormindo não País das Maravilhas:

“Calma, companheiro! Veja uma entrevista do Menin: vão vender o que resta do Shopping, o susto com a dívida do Clube e a suspensão de investimentos no time pela família. E veja, também a Forbes. Porque o rio parou de correr. Acho que está na hora dos atletas esquecerem o Cruzeiro e olhar pra dentro da sua própria casa. Porque a sopa está meio desandada. ”

Marcos, por balançar, use a prova de bala, colete a prova de casa; nem pense em viajar para Nova York e não abra (antes de chamar a SWAT) correspondência endereçada a você por Sem Paciência, Jorge, Teobaldo, Galo Doido, Sassá, José Antônio ou Marcílio.

Você, é expressão verbal que não é fraseisturi tocando nervo exposto de dente de muita gente

“Acho que está na hora dos atletas esquecendo o Cruzeiro e o olhar pra dentro da sua própria casa. ”

Isto, meu amigo, é um Míssil Exocet. Atinge em cheio uma certa barraca.

12. Jorgeprestigiado, faz um voo seletivo nos últimos 50 anos tentando o impossível: que não tinha sentido que entoamos décadas e décadas nas arquibancadas do Mineirão – coro “Não ganha nada, sofredor do tempo…” Para essa “prova”, Jorge vai pinçando, aqui e ali, títulos pelo Atlético. Na frase, fiquemos juntos. No tempo estão separados por muitos coelhinhos de Páscoa.

GARIMPO

“O neurótico constrói um castelo no ar. O psicótico mora nele. O psiquiatra cobra o aluguel. ”

(Jerônimo Lourenço)

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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