Opinião: o futuro do tênis chegou e se chama Carlos Alcaraz | tênis

Novak Djokovic, Rafael Nadal e Roger Federer. Os três grandes nomes, que marcaram uma geração, dominam os tênis por décadas e encantaram milhares de fãs, caminham para o final da carreira e, há alguns anos, os fãs esperam por um sucessor, da nova geração que se mais capaz de carregar tem a responsabilidade de suceder três genios.

Dominic Thiem, Alexander Zver, Daniil Med…ev se consolidaram, nos últimos 30 anos, tiveram seus últimos anos, tiveram ao ponto de destruição, mas nunca o domínio. Até agora.

Carlos Alcaraz levanta o troféu do Masters 1000 de Madri — Foto: Clive Brunskill/Getty Images

O ano de 2022 parece ter trazido consigo o fim dessa esperança com a ascensão meteórica de um jovem de apenas 19 anos recém-completados, no último dia 5 de maio, chamado Carlos Alcaraz Garfía. É obviamente muito cedo para qualquer garantia, mas Carlitos tem dado mostras de que pode sim dominar o circuito profissional de tênis nos próximos anos.

Em pouco mais de quatro meses, o espanhol saiu de uma promessa para se consolidar como uma realidade, quebrando registros e conquistando títulos de peso no caminho. Do but jovem de chave em um Grand Slam na história, no Australian Open, no início de janeiro, mais cedo, dos Masters 100 de Miami e agora de Madri.

O título na capital espanhola foi a coroação de um começo fantástico de temporada, o quarto título de Alcaraz em 2022 (ATP 500 do Rio e de Barcelona, ​​​​além dos owe Masters 1000), a melhor marca entre todos os tenistas homens. Não só pela caminho do troféu, mas pelo caminho, vencedores Rafael Nadak Djokovic e Alexander Zverev (número 3 do mundo) em dias seguidos.

“Você é o melhor jogador do mundo no momento. Mesmo tendo apenas cinco anos de idade, venceu todos nós”, afirmou Zverev a Carlos após a derrota na final por 2 sets a 0.

O crescimento de Carlitos do circuito rendeu comparações a Nadal, também espanhol e tão precoce quanto o compatriota. Mas é possível, e ousado, dizer que o garoto é uma mistura do trio de gênios do tênis. Agressividade de Roger Federer, velocidade de Nadal e frieza de Djokovic, todas as características apresentam nesse fenômeno de Murcia.

Carlos Alcaraz comemora vitória sóbria Rafael Nadal — Foto: Denis Doyle/Getty Images

Carlos mostra uma maturidade impressionante para quem ate outro dia sequer competia entre os profissionais. Contra Nadal, ou uma torção no super1 e teve força mental para voltar à partida pois de levar ao empate ao perder por 6/1 no segundo set.

Contra Djokoou um começo ruim, em mal conseguiu acertar nos, e buscou uma virada impressionante, sem jogar a manter por o jogo mais agressivo, super que controle em todos os golpes e com sua marca registrada: as bolas curtinhas que pegam todos os aparelhos desprevenidos, ate mesmo o melhor do mundo.

Uma final de fé Madri um recital de Alcaraz. Contra um rival seis anos espanhol mais velho, foi o jovem quem mostrou maturidade, dominou a partida fez Sascha se perder no emocional. Vitória absolutamente dominante sóbria um rival que briga pelo topo do mundo. Isso tudo no saibro, que não é o favorito.

É apenas o começo de uma carreira, mas não é impossível se admirar com o que Carlitos vem fazendo em 2022 e sonhar com o que ele pode ser nos próximos anos. O futuro do tênis chegou e se chama Carlos Alcaraz Garfia. Aprecie.

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