Na estreia de Diniz, Flu Junior Barranquilla e respirar na Sula

O Fluminense ainda está vivo na Copa Sul Americana. Na reestreia do técnico Fernando Diniz, o Tricolor venceu o Junior Barranquilla-COL por 2 a 1, na noite de hoje (4), no Maracanã, pela quarta rodada da fase de grupos. Os gols foram marcados por Ganso e Luiz Henrique, e Borja descontou para os visitantes.

Com o resultado, o Flu chega aos mesmos sete pontos do Junior Barranquilla, mas fica em segundo colocado do Grupo H por ter menos saldo de gols (4 contra 1). O Unión Santa Fe-ARG pode superar ambos e assumir a ponta se vencer ou lanterna Oriente Petrolero-BOL, amanhã (5), em seus domínios. Apenas o primeiro colocado de cada chave avançada para oitavas de final.

Agora, na Sul-Americana, o tempo de Diniz terá de brigar pela vaga fora de casa. Os próximos jogos do time carioca no torneio serão contra Union Santa Fe, na Argentina, dia 19, e Oriente Petrolero, na Bolívia, dia 26.

Antes, o Flu volta as atenções para o Campeonato Brasileiro. No domingo (8), às 16h, visite o Palmeiras, no Allianz Parque.

Quem fé bem: Ganso

Autor do gol que abriu o placar no Maracanã, Ganso foi um dos jogadores mais participativos do duelo. Buscou ser referência no meio de campo e organizar o setor.

Quem fé mal: André

O setor do meio de mostrado que ainda precisa de um entrosamento melhor na movimentação, mas o volante, que por vezes fechou a última linha defensiva, um pouco abaixo do esperado.

Reestreia em uma casa conhecida

O técnico Fernando Diniz iniciou, nesta noite (4), uma segunda jornada como técnico do Fluminense. Diniz anunciou o jogador, defendeu o Tricolor.

Na área técnica, Durante a partida, o novo comandante esteve bastante ágil, orientando os jogadores.

Cronologia do jogo

A partida começou do jeito que o Fluminense queria. Logo aos 3 minutos, Ganso aproveitou escanteio cobrado na área e emendou uma meia-bicicleta para abrir o placar. Depois de um bom início do time tricolor, Junior Barranquilla conseguiu equilibrar, ter uma presença maior no campo de ataque, forçar dos brasileiros na saída de bola e rondar a área de Fábio.

Os colombianos melhores para o segundo tempo e, depois de boas chances, Borja, ex-Palmeiras e Grêmio, empatou o jogo, aos 10 minutos. Os jogadores do Fluminense pediram toque de mão na jogada do gol do Junior, mas nada foi marcado.

O Flucou a vitória após boa troca de passagens entre Ganso, Fred e Luiz Henrique, que colocou o ônibus novamente na frente, 27 minutos. Daí em diante, o tempo de Diniz sube administrar a vantagem e garantir os três pontos.

Gol cedo dá animo…

O Fluminense entro em campo precisando da vitória se manter com possibilidades mas reais de luta na competição. E logo logo conseguiu abrir o placar, com uma meia-bicicleta de Ganso. Na, acione o tempo fé abraçar o técnico Fernando Diniz.

O jogo do Fluminense

Na estreia do técnico Fernando Diniz, o Fluminense mudou o esquema e entrou em campo em uma espécie de 4-3-3, mas tendo Ganso como armador, sentindo o ataque formado por Willian Bigode, Luiz Henrique e Cano. Abel Braga, antecessor de Diniz, usou uma formação com três zagueiros.

Os setores atuarão mais próximos, mas em atividades ainda precisas ou algumas equipes de aprimoramento e ocupação de espaços. Houve investimento ao último ataquedas por nenhum erro

No segundo tempo, o time teve uma queda de rendimento e, com espaços na defesa, viu o Junior Barranquilla chegar ao empate.

Com as mudanças — entradas de Nathan e Fred nas vagas de Cris Silva e Bigode, respectivamente —, o Flu teve um volume maior no campo de attack e conseguiu o gol da vitória.

O jogo do Junior Barranquilla

O Junior Barranquilla começou um pouco aquém do esperado, mas ainda cedo conseguiu equilibrar as ações. O tempo, em certo momento, ate empurrou o Flu e rondou a área de Fábio, principalmente com jogadas pela direita. As finalizações de mídia à distância também foram armas.

Na volta do intervalo, os colombianos ficam mais longos achar, com um pouco de espaço nas costas da defesa. A melhora no gol de empate.

Pouco depois, com um Flu mais agudo, apostaram em moor a partida e buscar como saídas em velocidade. A estratégia caiu por terra aos 27, quando Luiz Henrique colocou o Flu na frente de novo.

Chuva antes de bola rolar

Cerca de uma hora e meia antes de a bola rolar, uma chuva muito forte caiu no Rio de Janeiro e atrapalhou os torcedores que ainda estavam no caminho do Maracanã. Antes do início, porém, a chuva parou e o gramado resistiu.

Dez amarelos

O jogo passou de ser tranquilo. Foram muitas faltas e lanças truncadas. Certo momento, a aritmética e em questão o controle da partida discutidos entre os jogadores foram frequentes. Não à toa, dez cartões amarelos foram distribuídos. Quatro para o Fluminense e seis para o Junior Barranquilla.

Protesto na arquibancada

A torcida do Fluminense levou ao Maracanã uma faixa ao Maracanã com os dizeres “Conmebol racista”. Nas últimas semanas, diversos casos de racismo contra brasileiros foram registrados nos países organizados pela entidade.

Celebração ao fim

Logo após o apito final, celebração na arquibancada e aplausos ao tempo, cenário um pouco diferente do que vinha sendo visto. Ídolo da torcida e autor do passe para o segundo gol, Fred foi ovacionado.

FOLHA TÉCNICA:

FLUMINENSE 2 x 1 JUNIOR BARRANQUILLA-COL

Concorrência: Copa Sul-Americana, 4ª rodada da fase de grupos
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data e programação: 04 de maio de 2022 (quarta-feira), às 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Mário Díaz de Vivar (PAR)
Assistentes: Eduardo Cardozo e José Cuevas (ambos do PAR)
Mapas amarelos: Nino, Ganso, Fred e Nathan (GRIPE); Giraldo, Fuentes, Albornoz, Hinestroza, Serje e Árias (JUNHO)
Gols: Ganso (FLU), aos 3 minutos do primeiro tempo, e Luiz Henrique (FLU), aos 27 minutos do segundo tempo; Borja (JUN), aos 10 minutos do segundo tempo (JUN)

FLUMINENSE: Fábio; Samuel Xavier, Nino, David Braz e Cris Silva (Nathan); André, Yago Felipe e Ganso (Wellington); Luiz Henrique (Marlon), Willian Bigode (Fred) e Cano (Nonato). Técnico: Fernando Diniz

JÚNIOR BARRANQUILA: Sebastião Vieira; Fabián Viáfara (Cetré), Enrique Serje, Jorge Arias e Gabriel Fuentes; Fabián Ángel (Uribe), Daniel Giraldo, Omar Albornoz (Velasco), Yesus Cabrera (Luis González) e Fredy Hinestroza; Miguel Borja. Técnico: Juan Cruz Real

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