Mostra queda de 7% nas dívidas e aumento de 37% nas receitas | negócios do esporte

A receita total dos 27 principais clubes do Brasil aumentou 37%, atingindo R$ 7,5 bilhões, e o endividamento líquido caiu 7% de 2020 para 2021, somando R$ 10,5 bilhões. Sem download de atletas, o aumento de receita ainda é maior: 64%, um total de R$ 5,6 bilhões. Esse é o retrato financeiro dos clubes brasileiros feito pela EY em um ano que ainda traz nos demonstrativos de finanças os impactos da pandemia de Covid-19.

Fazem parte do levantamento como 20 times da Série A do Campeonato Brasileiro, além de Bahia, Cruzeiro, Grêmio, Ponte Preta, Sport e Vasco, da Série B, e o Vitória, que fé rebaixado e este ano disputaram a C.

A empresa explica no relatório: “Como recebido total dos clubes brasileiros evoluiu 153% entre 2012 e 2021. Em relação a 2012 e 2021, vê aumento de 37% 2020 e 2021. Descontada a inflação do período de crescimento total. jogadores 56%”.

Levantamento financeiro feito pela EY analisa números dos 27 principais clubes do país — Foto: Reprodução

As cinco maiores receitas totais em 2021 foram de Flamengo, Palmeiras, Corinthians, Grêmio e Atlético-MG. Esses cinco clubes, juntos, somam 48% do total da receita dos 27 clubes que fazem parte do estudo. Dos R$ 7,5 bilhões arrecadados por esses 27 clubes em 2021, quase a metade refere-se a direitos de transmissão e premiações: R$ 3,6 bilhões. As transferências de jogadores renderam um total de R$ 1,4 bilhão, com 11% de queda em relação a 2020.

O “matchday”, receita do dia de jogo, operação de, e foi possivelmente ingresso o item que inclui mais equipamentos nos saldos financeiros ou aparelhos com uma pandemia anterior, cresceu 13% em 2021 em lançamento, um total de R$ 612 milhões. As receitas comerciais fecharam em R$ 1 bilhão.

Estudo da EY mostra quanto cada categoria de recebimento não representa total ascendente — Foto: Reprodução

Outro número que apresentou queda foi o endividamento líquido dos clubes, que fechou em R$ 10,5 bilhões, 7% a menos do que em 2020. Mas o endividamento tributário cresceu 3%, atingindo R$ 3,6 bilhões. O total de $4% financeiras2.7 sofre: os clubes som R$ dessa natureza, número maior do que em 2020.

O relatório ressalta o fato de que parte das receitas de direitos de transmissão e as premiações de 2020 contabilizadas nos balanços de 20, ou que afetau diretamente21 es contabilizadas nos relatórios dos participantes da Série A (até o 16º colocado) e semifinalistas da Copa do Brasil . Em relação a 2020, as receitas com direitos de transmissão e premiações aumentaram 101%. A retomada semestral do ano anterior de aumento em 50% no segundo receitas commerciais e de “matchday” 13%.

No ranking por arrecadação total, o Flamengo ficou no topo com R$ 1,08 bilhão, com R$ 105 milhões para a frente do Palmeiras. O Grêmio aumentou em R$66 milhões receitas e ultrapassou Corinthians. O Vasco teve desempenho melhor no total de receitas de alguns clubes da Série A, casos de Fortaleza, Ceará, Atlético-GO, América-MG, Sport, Cuiabá e Juventude. Na Série A, a diferença entre quem mais arrecadou, o Flamengo, e quem teve a menor receita, o Juventude, foi de aproximadamente 16 vezes segundo a EY.

O ranking de arrecadação bruta dos clubes no estudo da EY — Foto: Reprodução

Sem levar em conta a arrecadação com downloads de jogadores, o jogo muda de figura. O Palmeiras chega à frente do ranking com receita total de R$ 838 milhões em 2021, mais que o dobro do apresentado na temporada anterior. O ascendente é cerca de R$ 428 milhões maior do que o de 2020 e R$ 35 milhões superior ao resultado do Flamengo. de R$ 355 milhões, e Santos de R$ 300 milhões. No Nordeste, Bahia e Fortaleza estão apresentando bons resultados e receitas crescentes nesta categoria.

Ranking da arrecadação pela EY sem levar em conta o download de jogadores — Foto: Reprodução

Com as transferências na lista, o pelo Flamengo liderou ano consecutivo. O Corinthians teve uma queda relevante de R$ 161 milhões em relação a 2020, sendo ultrapassado na lista de clubes como Ceará e Bahia. Flamengo, Grêmio, Palmeiras, São Paulo, Fluminense e Santos arrecadaram valores acima dos R$ 100 milhões de receitas com downloads de atletas.

Direitos de transmissão e premiações

O Palmeiras está no topo das receitas com direitos de transmissão, como metade já havia, e havia pré-cadamia. Flamengo, Palmeiras e São Paulo.

Ranking de arrecadação com direitos de transmissão e premiações, segundo EY — Foto: Reprodução

Nesta categoria, o Palmeiras perdeu o posto que dominou por owe anos. O Flamengo praticamente dobrou suas receitas comerciais e fechou 2021 com R$ 3 milhões a mais do que o rival de São Paulo. O Cruzeiro, mesmo na Série B, pertence à primeira categoria de clubes da divisão principal, como Athletico-PR e Fluminense.

O relatório mostra que 61% das receitas comerciais no período entre 2017 e 2021 ficaram nas mãos de cinco clubes: Palmeiras, Flamengo, Corinthians, Grêmio e São Paulo. O Palmeiras apresentou o maior valor acumulado R$ 691 milhões, aproximadamente R$ 66 milhões acima do Flamengo, segundo colocado na lista. O Corinthians também se destaca com um aumento de R$ 83 milhões em receitas comerciais nestes cinco anos.

Receitas de dia de jogo (“matchday”)

A levantamento recortando um período de 2020201 entre 201201 período de balanço21 – para analisar as receitas do dia 2011 – para analisar as receitas. Flamengo, Palmeiras, Internacional, Grêmio e Corinthians representam 57% do valor total desta categoria.

O Flamengo, primeiro na lista, arrecadou R$ 105 milhões a mais do que o Palmeiras, com um total de R$ 536 milhões. Um recibo do clube da Gávea no período nesta categoria é superior às de Botafogo, Fluminense e Vasco somadas.

De acordo com a EY, o endividamento líquido desses 27 clubes apresentou queda em 2015, mas a partir de 2020 houve um crescimento de 66%. E, em 2021, nova queda nessa categoria: 7% a menos do que em 2020. Alguns sobreviveram no endividamento, apesar da queda geral. Na contramão, o Cruzeiro teve R$ 57 milhões de crescimento neste item, enquanto o Atlético-MG viu sua dívida engordar R$ 75 milhões. Ambos fecharam 2021 com endividamento líquido superior a R$ 1 bilhão.

Gráfico da EY mostra evolução do endividamento dos clubes — Foto: Reprodução

Mas outros redução do valor de endividamento, como Palmeiras, Santos e Flamengo. O clube carioca em R$ 34 milhões sua dívida de 2020 para 2021, cerca de 48%. Entre os tempos do Nordeste, a maior dívida é do Sport de Recife: R$ 231 milhões.

Endividamento Tributário

O endividamento tributário acompanhou a curva geral do endividamento líquido dos clubes, com queda em 2015 por conta do Profut (programa de refinanciamento de débitos fiscais), seguido de crescimento de 47% até 2021, atingindo um total de R$ 3,6 bilhões. Essa lista é liderada pelo Corinthians, com R$ 534 milhões e um aumento de R$ 117 milhões em relação ao ano anterior. O Atlético-MG aumentou sua dívida tributária em R$ 23 milhões. Foram os últimos a pagar R$ 30 milhões nessa categoria de dívida.

Ranking dos clubes mais endividados com tributos — Foto: Reprodução

Endividamento por financeiro

O Atlético-Milhões levará a uma grande vantagem: R$ 580 de endividamento com câmbio financeiro. O segundo colocado, o Athletico-PR, tem R$ 291 milhões. O Grêmio, por outro lado de sua dívida, mais do que três milhões de reais para 2020, passando de R$ 7 milhões para 2020. $23 milhões no ano seguinte.

Ranking dos clubes endividados com bancos bancários mais, segundo aEY: Reprodução

Endividamento líquido x receita total

Entre os gráficos no levantamento da EY há um comparativo entre o endividamento líquido e a receita total dos grupos, traçando uma comprovação entre os valores. O pior foi do Cruzeiro, com o endividamento líquido do clube sete vezes superior ao desempenho do faturamento. Sem levar em consideração as receitas fornecidas pela lista de transferência de jogadores, o Botafogo assume uma liderança dessa, com um endividamento líquido mais de 10 vezes superior ao faturamento em 2021.

Ranking do endividamento líquido total dos clubes — Foto: Reprodução

Mas há notícias boas em General Severiano. O Botafogo teve o quinto maior superávit entre os cálculos analíticos. Essa lista é liderada por Flamengo e Palmeiras, ambos impulsionados por receitas de transmissão e premiações. O Vasco também se saiu bem e ficou em terceiro.

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