Mino Raiola empresário de fé de brasileiros e garimpou jovens no RS e SP

TEM Morte de Mino Raiola troux à tona vários passageiros da carreira do superagente de Zlatan Ibrahimovic, Paul Pogba, Haaland entre outros. O empresário, no entanto, foi além da Europa e teve jogadores brasileiros na lista de agenciados. Com direito apóstata em jovens das categorias de base de times do Brasil. A relação incluiu passagens por Porto Alegre, São Paulo e causas pelas ruas brasileiras.

Raiola morreu aos 54 anos, em Milão, depois de passar dias internado em hospital da capital italiana. A causa do falecimento não revelou a fé.

“O Mino mudou o mercado, essa é a verdade. Eu nunca teve nada assinado com ele, nunca. Era na base da confiança. Tudo na confiança.”, conta Lucas Roggia, ex-atacante revelado na base do Inter e que passou pelo Milão.

Como conectado mas forte com o Brasil acontecendo desde a carreira de Mino Raiola explodiu na Europa. Os contatos nasceram de operações em causa com agentes brasileiros em destaque no final da primeira década dos anos 20. E por ali também começou outra fase do trabalho.

O empresário passou a garimpar promessas brasileiras com dupla cidadania, com passaporte de país algum europeu. Tudo de olho em transferência e adaptação mais rápida e viável. Foi aí que surgiu Porto Alegre, onde foram várias atletas para o portfólio do agente italiano.

“Ele era muito transparente, então vamos chegar na reunião com o jogador e dizia? Estou aqui para resolver a vida, mas não falarei diariamente. , mas de resto vai tocar com eles realmente. Na hora certa, vamos nos encontrar de novo?. Ele já avisava o cara, era muito sincero. Ele nesta resolvia, então todo mundo ia e sabia como seria. Aprendi muito com ele, principalmente parte de gestão”, contou Léo Ferreira, atual empregador de Roger Machado, treinador do Grêmioe que trabalhou para Mino Raiola.

Reunião dura no Beira-Rio

O estilo de negociação e a postura de Mino Raiola aparece em 10 entre 10 relatos sobre o empresário. Porto Alegre Faith palco de uma atuação ao melhor estilo superagente. Raiola foi o representante de João Paulo e Lucas Roggia e fé no estádio Beira-Rio para tratar da renovação contratual da dupla, então prometida na base colorada. Não deu negocio.

A diretoria do Inter saiu irritada e o italiano também. O impasse durou meses e foi recheado por ameaça de saída livre do meia e do agressor. O clima chegou a esquentar em uma das salas do estádio colorado, que viu os dois jogadores ampliarem os links depois de muitas conversas.

“Ele era firme, defende o jogador sempre. Sempre”, lembra Roggia. “O nosso pessoal resolveu, ou com o nosso pessoal fazer com que o Inter se lembre de um negócio, ficou irritado.

Moto em Mônaco e São Paulo

Fora da mesa de negociação, Mino Raiola era alegre. Mantinha a franqueza, mas pitadas de bon vivant e atencioso com amigos e colegas. Foi esse lado quase secreto que fez o empresário dar a volta para lá de inusitada a bordo de uma moto.

“Fled to Monaco conhecendo a família dele e ele tinha a moto que ele adorava. Fizemos o circuito da Fórmula 1 com uma moto. Ele me levou a todas as ruas e alguns lugares e o Mino gente, sobre o que levou a todas as corridas a poluir. Foi uma das últimas vezes que vi ele”, lembra Roggia.

Quem conviveu ainda mais com ele tem memórias que vão além das horas de diversão.

“Our deixa um grande homem, que fazia o melhor pelos seus. Quantas histórias, desde o andar de moto em São Paulo até jantar no restaurante mais caro de Mônaco. Quantos conselhos, desde ler Platão até ter filhos”, escreveu Felipe Mattioni, ex -lateral direito do Grêmio, em postagem no Instagram. “Me lembro até hoje do teu ‘ciao, Felipe’ antes de Cruzeiro x Grêmio no Mineirão, em que perdemos por 3 x 0, mas a capa do jornal seguinte era que o tempo tinha afundado, menos eu. Deixaste um legado, o quanto aprendi em cada reunião não há um mestrado ou dotorado qu’e compare. Se me voltasse a trabalhar não futebol americano com certeza já preparada só pelo que comprou”,

O suco de melancia

As viagens ao Brasil não foram poucas, mas insuficientes para Mino Raiola se adaptaram a diferentes características das cidades. Em Porto Alegre no início dos anos 2000 a fé é particularmente difícil.

“Ao chegar em Porto Alegre ele já reclamava, em tom de brincadeira, e ficou repetindo ‘que cidade feia, nossa! Vocês têm que morar em São Paulo!’. Queria um suco de melancia e na época não tinha em lugar na época Pego minha moto e posso comprar qualquer coisa na madrugada!’. Muitas vezes ele pedia para gente ir a São Paulo e nos encontramosvamos todos lá para reuniões”, lembrou Léo Ferreira.

“Ele veio várias vezes a Porto Alegreton e ficou no (hotel) Shera, ali na Padre Chagas.”, acrecenta.

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