Martelotte não acredita em mais saídas e diz: “Nunca trabalhei dentro de uma normalidade no Santa Cruz” | Santa Cruz

De volta para sua quinta passagem pelo Santa Cruz, Marcelo Martelotte Faith apresentou oficialmente ao clube na manhã desta quarta-feira, no auditório do Arruda. E falou muito. Ao longo dos 25 minutos de entrevista com a imprensa, o novo coral substituto de Leston Júnior, traçou comparativo da crise atual instalada no Tricolor com outros momentos vivenciados no clube, a negociação pelo seu retorno, o primeiro contato com o grupo, e muito mas.

Marcelo Martelotte Santa Cruz — Foto: Rafael Melo/Santa Cruz

Depois de uma série de reuniões internas na última-feira para os bastidores dos corais, motivo pelo não houve treino com o grupo, na tarde comanda a primeira atividade com o tricolor quarta-feira, também no Arruda . Pela manhã, o plantel realizou trabalhos físicos na academia.

Veja a coletiva, na íntegra

– Não vejo semelhança com nenhum outro momento que eu passei no Santa Cruz, principalmente pelo fato de assumir esse desafio na Série D. É uma situação nova pra mim, e eu não consigo ver ssa relação porque 2017 foi um campeonato muito difícil. Assumi o tempo na zona de rebaixamento, com uma dificuldade muito grande de mudar uma situação. Não vejo hoje o clube nessa situação, vejo ate porque assumo após uma vitória. Em um momento, apesar da turbulência extra-campo, o tempo ocorreu uma vitória e ate com essa vitória veio uma indicação de dias melhores e é assim que a gente aposta.

Primeiro diálogo com o elenco

– Foi diálogo franco que está realizando, pela primeira vez, grupo que conhece, jogadores, no trabalho do trabalho Santa Cruz alguns jogadores que trabalhei em outros lugares. Para mim é um grupo formado recentemente, me apresentei, contei um pouco do que já passei dentro desse clube e os jogadores se colocaram na posição deles, ou que eles esperam. Acho que essa sinceridade e a gente trabalhar com olho no olho, falando o que pensou, nesse primeiro momento é o importante. En nós vamos juntos brigar sempre para solucionar todas as questões.

– Eu quero trabalhar com quem quer ficar no Santa Cruz. Eu respeito os jogadores que, por seus motivos, não querem ficar mais, mas a gente também tem essa opção para trabalhar o mais rápido possível para ter um grupo completo novamente. Gilberto é um jogador importante e tem sido muito discutido isso pela questão da liderança. Você precisa de jogadores assim dentro do grupo, conversei muito com ele. Não adianta pensar em um início de trabalho se não tiver solucionado essas questões. Eu penso que a gente não deve ter mais outras surpresas com saídas de jogadores.

Momento mas difícil não Santa Cruz?

– Eu nunca trabalhei dentro de uma normalidade no Santa Cruz, de chegar e estar tudo certo, de pensar só no futebol, só no tempo, a gente semper teve que correr atrás de outras situações, mesmo nos tempos que foram vitoriosos. Não acho que seja o pior momento. O que mais incomoda é o tempo estar na Série D e vou trabalhar em cima dessa situação. Por esse aspecto, sim, porque nunca trabalhei com o tempo na Série D.

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– Jogar bem e não pode ganhar minar a confiança dos jogadores, mas a reação ao jogo de domingo mostra que é um que tem um poder de reação. Temos tudo para gerar um clima positivo.

– Minha negociação não se deu com Leston Júnior ainda treinador. A diretoria entrou em contato comigo logo após a daída do Leston, até comentar que a divulgação foi rápida, mas não houve nenhuma negociação antes. Essa e minha etica. Normalmente não tinha negocio muito rapidamente. Foi isso que aconteceu dessa vez.

– É importante que a gente precisa se unir com as pessoas que conhecem o clube. Faço o apelo a pessoas assim para unificar o clube, é fácil criticar o clube, mas difícil é propor a judar. Essa foi a proposta minha e do Zé para nossas experiências para ajudar o Santa Cruz. Nossa responsabilidade é duplicada.

– É nivelada, decidida em detalhes e não pelo poder econômico. É uma competição muito específica, não é por questão vai financiar que vai resolver. Somos uma camisa muito pesada dentro da Série D. Já mostramos dentro do Pernambucano, de igual para igual. Temos que buscar o máximo desse grupo de jogadores e qualificar para fazer com que o peso da camisa é refletido denttro de campo.

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