Luís Castro dá ótima entrevistado na Botafogo TV: ‘O que sinto no estádio é fantástico, união perfeita entre time e torcida’

Luís Castro deu uma visão interessante Botafogo TV, divulgado neste sábado. O treinador português contornou como começou sua relação com clube, destacou a união entre torcida e tempo e falou de assuntos diversos.

O treinador português explicou que não quer ter uma equipe com a sua cara, mas com a cara do Botafogo.

Leia como declarações:

Primeiro contato com torcedores

– Ainda no Qatar, no Al-Duhail, Durante o jogo percebi que estava um adepto do Botafogo. E depois encontre com ele, foi o primeiro contato com alguém ligado emocionalmente ao Botafogo. Também conheci um adept que posteriormente me fez carinho do Botafogo, com muito carinho, a primeira que tenho o Botafogo. Ainda não tinha chegado a um cordo, havia uma possibilidade, mas ele previu que eu aceito pit e aquele meu destino mesmo pit ou Botafogo. Foram meus primeiros owe contatos com torcedores, bem longe, no Brasil. Um contorno mais da história, o José, o outro foi contato mais rápido e instantâneo. O José falou sobre história, significado da estrela todas as glórias que foram referências no mundo e representaram o Botafogo. Percebi através da leitura que fiz a dimensão do clube. Já sabíamos o que era, porque falaram de algumas glórias como Garrincha, Nilton Santos e Jairzinho, todos nós sabemos a que pertenceram eo que fizeram no futebol mundial. Foi só aprofundar um pouco mais as coisas.

Chegada ao Brasil

– No Brasil, o primeiro contato foi na chegada, na madrugada, com muitos adeptos no aeroporto. É natural que na minha contratação, todos nós na nossa carreira irmos atingindo objetivos, ao longo do Brasil, um de conhecimento que fazemos e podemos fazer. É natural e às vezes provoca desconfiança nas pessoas. Aceito isso. Há muitas pessoas ainda um pouco desconfiadas do que posso ou não fazer, mas é o trabalho que nos leva. Mas que os resultados, que têm muita força. Torcedor quer ganhar muito, eu também, vivo das vitórias. Minha carreira tem muitas vitórias. Nós só ascendemos na carreira com resultados, atingindo objetivos. Nunca falhamos os objetivos, isso criou aumento da confiança. Talvez aqui ainda não exista, talvez nunca vá existir, mas o que interessa é o clube ter confiança no projeto. torcida entusiástica, Sinto, participativa. Os treinadores passam, outros vêm. Se eu sair, rapidamente vem outro treinador, o futuro do Botafogo vive desse projeto. Gosto de viver e viver numa cidade maravilhosa, o fundamental é como uma rapidez no clube e as condições que o clube tem. Vivi em grandes cidades, aqui é outra cidade fantástica. São expectativas totalmente correspondentes, me sinto bem, me movimento com tranquilidade, vai contra a informação que eu tinha, que era que tinha que viver escondido.

Parte tática

– A intensidade que se joga e a energia que se põe a jogar faz muitas vezes métodos atropelar com a intensidade para chegar da melhor forma adversária. Isso torna o futebol um pouco mais confuso, mas fala em que lado mais tático não é cuidado não estou de acordo. Muitas vezes a pressa e a intensidade não conseguem acertar os caminhos da baliza. É questão cultural. Falam o mesmo em Portugal. Deviam ter mais tempo de jogar, os jogadores não se lancerem tanto ao chão, mas não é com essa cultura que Portugal é o país que mais fornece para o Top-5? Jogadores não são escolhidos no mercado com grandeza? O Brasil é a maior formação mundial de jogadores, pela forma que trabalha em sua base. Podia ser melhor? Mas é assim culturalmente, vai demorar anos e anos para mudar. Nos interessa o que não está bem, gramado, centro de treinamento, situação metodológica, mas não é que vai ser decisivo. As condições de trabalho podem ser melhoradas.

Botafogo com a cara de Luís Castro?

– O Botafogo tem a sua cara, não precisa da cara do Luís Castro, tem história e um passado que lhe uma cara. Tem pessoas que fizeram essa cara, é mundialmente conhecido. Temos que respeitar o passado e construir o futuro semper no presente, é o que estou a fazer. Cara do treinador é como time ataca, se defende e se comporta em campo. Isso sempre teve. É uma cara mutável com treinadores, mas o Botafogo tem a sua, de impacto forte. Queremos semper cara e de grande orgulho.

Cultura

– Há padrões instituídos no futebol, joga com os últimos têm que ganhar, joga com os primeiros perder não está mal. Não é garantido que se ganha os últimos nem se perde para os primeiros. Cada jogo em si mesmo, temos que cumprir as dificuldades. Lançar jogo com base em classificação é o pior erro. Nada é impossível no futebol. E outra coisa é que vitórias são de todos e derrotas são de todos. O que mais quero é que não se olhe a classificação, vai jogar contra Fortaleza, com determinação do início ao fim, sabendo que vai ter momentos de dificuldade. É como a vida, pode ter problemas, tem que resolver. Contra o Clândia resolvido jogo, mas por duas ou três dificuldades fáceis. Não devíamos ter passado? Como não? Semperpassam. Até as grandes equipas do mundo. Temos que nos preparar para isso, momentos de instabilidade, e saber o que fazer, seja qual for o resultado. Se fizermos com o jogo, mais perto de ganhar.

Família Botafogo

– É um privilégio grande fazer parte da Família Botafogo. Uma honra. Algumas vezes as pessoas ouvem e dizem que estou falando isso para me segurar no cargo. Não sou pessoa disso, vou-me embora quando tiver que ir. Minha vida e o mundo. Gosto muito de estar aqui, é uma honra estar, pertencer à Família Botafogo, estar no estádio, cheiro o calor. Cada vez que a Família Botafogo é mais sólida, mais unida, as pessoas perdoam mais os nossos erros, dos jogadores, meus. O que sinto no estádio é fantástico, união perfeita entre time e torcida. Team é o que representa os torcedores, é a parte mais visível, a parte viva é sua torcida, que é o do clube. E é fantastico ver o coração bater como o coração do Glorioso.

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