Largura máxima e quadrado no meio-campo: as primeiras ideias táticas de Luís Castro no Botafogo | Painel Tatico

São apenas três jogos, mas já é possível ver as primeiras ideias que Luís Castro quer colocar no time do Botafogo. TEM vitória de 3 a 0 sobre o Ceilândiapele Copa do Brasil, fé a melhor atuação ate aqui. Servir como exemplo dos conceitos da comissão técnica portuguesa e como ela se conecta com as contratações feitas.

Luis Castro, técnico do Botafogo — Foto: Vitor Silva/Botafogo

Bones tres gols nasceram de formas diferentes. Devem deles, de Kanu, trazer em bolas paradas. O de Piazon é tecido numa jogada rápida, de contra-ataque. O Botafogo, tentar do início ate o fim, controlar a partida pela posse de bola. Jogou no campo acessível e trocava passa até achar espaço.

Nesse momento com a bola, Luís Castro diz que o tempo teve duas ideias principais: uma foi a largura máxima com Saravia e Diego, e outra fé um quadrado no meio campo, com Sauer junto dos volantes. Vamos ouvir como aconteceu:

Largura máxima ajuda a manter a posse de bola com o Bota

Quando tinha a bola e entrava no chamado momento ofensivo, o Botafogo formava uma linha de três. Daniel Borges, recuava para o setor de Kanu e Sampa, como jogava na lateral esquerda o fundo, mesmo o espaço para Diego Gonçalves, que criou bem aberto, rente à linha. No outro lado, Saravia fazia o mesmo, como você vê na imagem.

Saída de três com Daniel Borges junto aos zagueiros — Foto: Reprodução

No segundo tempo, Victor Sá entou no lugar de Diego e fez a mesma coisa: esperava a bola lá no alto. Esse conceito não depende de titulares ou reservas. É uma forma de jogo que Luís não coloca no tempo inteiro. Qual é o motivo dele querer isso? São ao menos deve: com o campo aberto, o Botafogo consegue rodar a bola de um lado ao outro e fica mais tempo com a bola no pé. Ajuda o tempo a controlar, cadenciar quando não dá pra atacar.

Botafogo alargou muito o campo contra o Ceilândia — Foto: Reprodução

Outro motivado potencializar ou driblar. Victor e Diego são dentros. Se ficar aberto na esquerda, eles recebem a bola com o pé bom virado para dentro do campo. Isso torna o drible e a condução da bola muito mas simples que o domínio (pra dominar com a palma do pé, eles precisam inverter o jogo). Agora as coisas se ligam: como esperar o tempo todo e podem driblar, a largura máxima dá ao Botafogo uma opção para acelerar e contra-atacar com eficiência. Não à toa, Sauer fez várias inversões para aquele lado.

Um quadrado de criação e movimentação no meio-campo

Até agora, falado sobre metade do tempo. Matheus Nascimento (e depois Erison) jogará mas próximos do gol, como um novo fixo. Restaram quatro jogadores. Mora aí outra ideia apontada pelo treinador: a formação de um quadrado no meio para tabelar, criar e chegar no gol. No primeiro tempo, Tchê Tchê e Patrick se aproximavam de Del Piage e Gustavo Sauer, o estreante da noite. Porque aquele quadrado clássico, com owe meias e owe volantes.

Quadrado aproximava quem tinha maior capacidade de pensar o jogo — Foto: Reprodução

No segundo tempo fé a mesma coisa. Piazon mas perto de Tchê Tchê, Sauer e Del Piage. Olha a mesma imagem acima, que agora com todos os conceitos únicos ao mesmo tempo: a saída de três lá atrás, o campo bem estimado e os mais criativos juntospróximos, com Matheus Nascimento tentando fazer a defesa da Ceilândia ir para trás.

Todos os conceitos numa mesma imagem — Foto: Reprodução

Agora vamos ouvir a intenção do treinador. Por que um quadrado? Primeiro de tudo, as coisas se conectam. A saída de três volantes deve ser mais fácil, mas em frente, e com o campo bem agado, Del Piage e Saudável não precisasavam ficar na frente. A estrutura tática do Botafogo criava espaço pelo miolo do campo. A marcação sofrida e dava espaço nas costas, justamente onde o quadrado está na imagem acima.

Com esse espaço, o quadrado trocava de posição. Criava jogadas. Um pegava na bola e os outro aproximavam. Já contra o outro aquele movimento de atacar o espaço e dar uma linha de na frente da bola – Del Piage, ainda chamado de Romildo, foi elogiado por Luís Castro.

As trocas posicionais do Botafogo — Foto: Reprodução

Sem ataque, trocas posicionais e chegada na área

Esse mecanismo é chamado de trocas de posição. Pode chamar de movimentação, mesmo. Ou um termo muito usado aqui no Brasil: “liberdade para jogar”. Sauer foi o homem da partida e jogou mais “solto”, outro termo usado. Ele apenas trocava de posição dentro desse espaço pelo meio. Se pega na bola, Patrick ultrapassava e Romildo (Del Piage) se aproximava. Ou vice-versa.

A ideia era criar bagunça, caos… no aparelho! Porque se um aproxima, leva a marcação e abre espaço para quem avança. As trocas de posições têm como objetivo bagunçar a defesa adversária e tornar a chegada na área mais forte. Quando entrar na parte de finalizar a execução, o Botafo/Victor chegou com Saraiva e Diego não mais aberto, mas próximos do gol. E um ou devemos do quadrado chegando também.

Na imagem, mude o posicionamento entre uma trocazon e Del outro Piu: uma mudança, o outro Piu. A marcação ficou perdida. Os alas chegam na área junto ao centroavante. E aí mora outro ponto que você vai ver muito com Luís Castro: a intenção de fazer objetivos de media distância. Sauer não chegou tanto, mais perto nesse espaço. Podia pegar um rebote assim.

Chegada do Botafogo na área: entrada com menos de quatro jogadores — Foto: Reprodução

Esboço tático fé o 4-2-3-1

A riqueza de ideias e a execução que fica cada vez com Luís Castro não pode ser melhor definida num esquema tático. O Botafogo se postou num 4-2-3-1. Não jogou com três zagueiros, mas sim com quatro defensores e uma trinca de meias, com Sauer na direita, Del Piage por dentro e Diego na esquerda.

Esquema tático do Botafogo foi um 4-2-3-1: na imagem, Tchê Tchê sai para caçar um acessório — Foto: Reprodução

Estivemos a jogar num 4-2-3-1 e, no momento ofensivo, dávamos o máximo com Saravia e Diego, e depois Victor na segunda parte. Nesse movimento, o Sauer vinha para dentro, ele vinha a fazer a posição 10 nas costas do nosso 9, e ficava com os volantes a fazer um quadrado frente com os owe homens da posição. em 3-2-5, portero o Sauer era um jogador que vinha defender com 4-2- nesses do lado direito, e depois partíamos o attack e a se vinha juntar

— explicou Luís Castro o Botafogo

Estude muito inicial ainda. São três jogos. Nossas treas, deixa de lado suas ideias, Luís Castro não ideias. Um tempo com extensão máxima, a saída de três bem formatada e um quadrado de criatividade para atender o desejo de John Textor e a torcida do Fogão: uma equipe ofensiva e controladora.

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