Kléber se diverte com o lembrar dura de Luxemburgo e se arrepender de provocar torcida do Corinthians | boleiragem

O ex-lateral-esquerdo Kléber, que teve passagens por clubes do Brasil, do exterior e também pela seleção, é o convidado desta semana do programa Boleiragem, do sportv, que vai ao ar às 23h deste domingo.

Em bate-papo descontraído com Róger Flores, Paulo Nunes e Richarlison, ele contornou histórias divertidas do tempo em que era jogador e sóbrio momentos marcantes de sua carreira.

Um tema dos times foi revelado a uma provocação feita por Kléber à torcida do Corinthians, clube no qual foi revelado ao Corinthians, na que ele defende o Santos. Durante a festa na quadra de uma torcida organizada pelo Peixe, o então lateral puxou um grito ofensivo ao rival. Passados ​​15 anos episódio, o ex-atleta não escondeu o segredo:

– Joga pelo Santos, eu não ativando. Mas uma vez eufu fazer uma brincadeira na Torcida Jovem, aí meu irmão… Fui fazer a graça, fiz errado, aí acabou o amor – comentou Kléber, que ainda continuou:

– Me convidaram, flu no jogo (do Corinthians) que teve na Arena. Um pouco sim, um pouco não, tem gente que aceita, tem gente que não… A minha parte eu procurei fazer, que foi pedir desculpas, já vi que eu estava errado mesmo, já vi que estava erradíssimo. Então só teve esse caso. Antes não tinha a rejeição. Todo mundo acredita que eu não quis voltar para o Corinthians, mas eu expliquei que a culpa não foi minha, então acabou o assunto.

Kléber disputa 260 jogos com a camisa do Corinthians, tendo oito gols marcados. Pelo Timão, ele foi tricampeão paulista (1999, 2001 e 2003), bicampeão brasileiro (1998 e 1999), além de ter vencido um Rio-São Paulo (2002), uma Copa do Brasil (2002) e o Mundial de Clubes (2000) .

Ao longo de cinco anos no elenco profissional do Corinthians, o ex-lateral colecion or boas “resenhas”, como uma relação com o técnico Vanderlei Luxemburgo:

– Tem uma situação, a gente estava concentrada para jogar contra o Palmeiras, e o Luizão e o Rogério ficavam no mesmo quarto. Eu estava lá meu quarto, com o Márcio Costa, o Peixe. Aquele cara é outro. Aí daqui a pouco tocou o telefone, era o Luizão: “Vem aqui no meu quarto”. Tinha saído uma discussão entre ele e o Vanderlei. “Estou puto e tal”. Aí cheguei lá, ele abriu: salame, cerveja. Ele falou: “Escolhe aí”. Eu não sei. Aí ele falou: “Então fica aí ouvindo as resenhas, tem muita coisa para falar.” Aí tocou a campainha. Quando olhe no buraquinho, era o Vanderlei. Tinha: “Guarda, guarda, é o homem”. “Vá abrigar uma porta”. Logo tinha? Aí fugiu, abre a porta, e o Vanderlei: “Quarto errado?” Falei: “Não, é o quarto do Luizão mesmo”. Falei: “Não, estou aqui conversando”. Ele sentou, fé falando e nada de ir embora. Eu Vanderlei e começava a suar, tinha um medo daquela cara. Aí ele pegou e falou: “Está na hora de você ir embora, vai lá, vou aqui com os caras”. Aí beleza, fugiu pro quarto. Cheguei no quarto e falei: “Agora já era, essas caras não vão me…” Aí toca o telefone de novo: “Volta que ele foi embora”. Aí vai o teimosão, vai o teimosão (risos). Entrei no quarto, estou lá e tal. Dá cinco minutos e toca a campainha de novo. Falei: “Não vou garçom de novo”. Sentei lá, e o Rogério falou: “É ele de novo”. Aí abriu uma porta, quando ele entro de novo. Quando ele entro no quarto: “Pô, já não falei para você, o que você está fazendo aqui?” Aí eu falei: “O senhor manda embora, eles ligam”. “Quem manda no tempo?” Aí ele virou: “E tem mais: vocês acham que eu sou trouxa? Eu quero uma cerveja, que eu sei que tem cerveja aí”. Um cheiro de salame, como é que não ia ter? (risos).

No Boleiragem, Kleber relembra histórias do tempo de Corinthians

No Boleiragem, Kléber ainda falou sobre a morte do colombiano Freddy Rincón, após um acidente de carro. Os devem ser muito próximos.

– Desde o acontecimento, par mim foi uma coisa muito angustiante. Eu e o Freddy a gente tinha uma relação de pai para filho, uma cara que sempre o contato mesmo depois que ele parou e que eu parei, a gente tinha uma amizade muito boa, ele também criou uma amizade com meu pai. Faith muito difícil saber que iria perder o cara, até pelos comentários que a gente tinha de caras de falar (da Colômbia), que era difícil que era de ele sobrevivente. Foi uma coisa que chocou família, a gente sempre se falava, ele estava fazendo planos para vir ao Brasil e a gente encontrar. Fé uma coisa que me entristeceu muito. Quem jogou com o Freddy, em um ou owe anos já tinha perdido o (Gilmar) Fubá também. A cara marcou muito, e o Freddy marcou muito na minha vida, mas Freddy marcou demais – disse Klé.

– Se você pegar jogos do Corinthians, com o Sylvinho o Freddy jogava do lado direito, com o Índio. E eu estava entrei para o meu lado, ele tinha uma dificuldade, porque o índio já tinha idade em 1998, foi quando em 98, ele tinha uma bagagem, uma experiência, eu estava dentro da entrada. Ela passou para o meu lado embora e falasse: “Vai, mas volta, volta pelo meio. Eu vou estar aqui, mas Freddy não é lateral, Freddy é meio, você volta pelo meio, coisa rápida.” Tanto que os me apelidaram de grande pássaro, porque Índio quase não passa, e eu ia. Quando dava 20 minutos, eles falavam que eu estava jogando de pé e ia caindo a asa do pássaro. “O passaro morreu” (risos). Faith muito assim, ele me ajuda bastante, vou sens falta do negrão – completou.

Kleber lamentou a morte de Rincón, porqueiro na época do Corinthians:

Kleber lamentou morte de Rincón, porqueiro na época do Corinthians: “Fez muito por mim”

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