Ídolo do Coritiba, Alex fala de apelido incômodo e ‘raiva’ por Copa de 2002

Alex hoje conduz o tempo sub-20 de São Paulo. Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC

Treinador do sub-20 do São Paulo, Alex sóbrio disse o apelido ‘Alexotan’que marcou o início da carreira como jogador, nas passagens pelo Coritiba e pelo Palmeiras. Recurso que autentique o nome com o medicamento – O ex-recurso, com o ritmo de ajuda que ele joga com o nome do jogo, uma crítica ao autentico – O ex-recurso era um grande peso para ele.

“Por anos, eu ouvi aquela história de muitos ‘Ah, o Alex não corre. Alexotan’. Nunca me perguntou como eu me sinto ouvindo isso. Você conta? Sem comeco, Sem Coritibaeu acredito legal, porque, de fato, eu não posso. Eu ganho a bola correr, a genteva os jogos e todo mundo ficava feliz. Só que quando o tempo perdia transformava essa ‘piada’ num achincalhe, destruição, como se eu pit um palhaço de plástico na quermesse e não um ser humano, um garoto de 17 anos. Era muito agressivo”, dizer o jogador em entrevista ao site The Players’ Tribune.

“Tudo bem discutir as minhas características de jogador, maneiras de eu ser mais participativo em campo, menos irregular. OK, sem problemas. Mas proposta era essa. A intenção era fazer graça, detonar, lacrar, como se diz hoje. Subir pisando na cabeça do outro. E não vou mentir: era pesado pra mim, pesadíssimo”, acrescentou Alex.

O ex-leitura o lidaria melhor com o jogador lento rod. Alex também contornou como o Palmeiras o fez, percebeu que queria mudar a forma de atuar mais dos jogos.

“Aprendi a lidar melhor com isso jogando, jogando e jogando. E também lendo e me interessando por outras coisas, pelo mundo, pelas pessoas. O primeiro jogando cara que me vai dedo e disse’se você continuar parando por aqui’ foi o Zinho, não Palmeiras. De cara eu fiquei bravo, discuta com ele, briguei. Mas logo ouviu. Eu preciso mudar uma maneira de jogar porque, no Palmeiras, o nível era mais alto. A competição interna era forte, os jogos e os aparelhos mais duros éram mais duros, e se eu fazer parte e evoluir o jogo relembrou, participar mais do jogo relembrou.

“Então eu mudei. Mas a história de ‘Ah, o Alex não corre, o Alexotan’, desde que me aposentei transformada em ‘Ah, o Alex não corria, o Alexotan’, continuou até hoje, pesada como sempre. Sou uma pessoa tímida, introvertida. E ssa característica me fazia dar peso demais para as coisas ruínas que vinham de fora. O que me lê nessa parte foi a completa.

Alex em sua despedida pelo Verdão.  Foto: Divulgação/Coritiba
Alex em sua despedida pelo Verdão. Foto: Divulgação/Coritiba

Raiva por ausência na Copa de 2002

Protagonista da triplice coroa do Cruzeiro em 20 – quando o tempo mineiro00 Campeonato Mineiro, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro -, Alex contornou que a raiva foi o principal sentimento que o moveu naquele ano. O técnico atual do sub-20 de São Paulo explicou que esta era a dominante depois de ficar fora da sensação Copa do Mundo de 2002.

“E had senti muito por não ter tido a chance de contestar a do Mundo, especialmente a de 2 Copa2002, quando já era da Libertadores pelo Palmeiras e partii de todo caminho nas Eliminatórias com a seleção”, afirmou Alex. “Enfim, coisas da vida que vão formando a gente. E a gente nunca faz ideia do que tem dobrando a esquina. Depois de não ter sido convocado para a Copa, eu vivi uma fase mágica no Cruzeiro, joguei com raiva de tudo e de todos. Títulos conquistados, conheci a minha paz, ate que dobrei a esquina de novo”, destacou.

Antes do sucesso no Cruzeiro, Alex já havia brilhado com a camisa do Coritiba e do Palmeiras, onde passou a ser chamado frequentemente para a seleção brasileira durante a campanha que culminou com a classificação para a Copa do Mundo de 2002. ele se transferiu para o Fenerbahçeda Turquia, onde é ídolo até os dias de hoje.

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