Hamilton quer confirmar domínio para tornar o maior da história da Fórmula 1

Se Max Verstappen busca seu primeiro título na Fórmula 1, Lewis Hamilton persegue algo mais grandioso hoje, no GP de Abu Dhabi. O inglês terá a chance de conquistar seu oitavo título mundial, o que o tornaria o maior da história da categoria. Ele debancaria ninguém menos, mas sete provas foram consideradas quase impossíveis de Michael Schumacher ate pouco tempo atrás.

Trata-se de uma chance de Hamilton num dos campeonatos, mas que já disputaou na F1. A temporada 2021 só não é tão complicada quanto a de 28, quando faturou seu primeiro título literalmente na última corrida final do ano, em curva lagos. Na ocasião, ultrapassou o alemão Timo Glock pouco antes da reta dos boxes para chegar em quinto lugar e ficar apenas um ponto à frente do brasileiro Felipe Massa na classificação geral.

Desde então, muita coisa mudou na voyageória do inglês. Em 2013, passou defendendo na Mercedes. No ano seguinte, iniciou sua hegemonia na categoria, interruptida apenas em 2016 pelo então companheiro de equipe, o alemão Nico Rosberg. Hamilton fé superior em 2014, 2015, 2017, 2018, 2019 e 2020. No momento, acumula quatro troféus seguidos.

Se o quinto consecutivo vier, o inglês será o maior dono de títulos da história da F-1. Para alguns, serão considerados próprios todos os tempos, superando status que perdem a lendas como Aton Senna e Schumacher.

REGISTROS

Ao menos nos números, será difícil contestar o novo status que Hamilton poderá exibir. O inglês já possui os principais registros da categoria. Tem o maior número de vitórias (103), pole positions (103) e pódios (181). Com 287 GPs nas costas, ainda exibe um aproveitamento incrível. Ele venceu 35,89% de todas as provas que disputaram na F-1, novamente à frente das maiores lendas do campeonato. Se for, terá também o record de títulos.

Mas a busca pelo oitavo troféu não será fácil. Hamilton uma das temporadas mais duras de sua carreira, em que melhor Mercedes, ao contrário dos últimos anos, não tinha carro do grid. O inglês chegou a estar 32 pontos atrás de Verstappen no campeonato após o GP da Áustria, a nona de 22 etapas do ano.

No entanto, fez valer o seu talento e maior experiência para encostar no líder. Na base da superação, Hamilton suou para vencer as últimas corridas e empatar com o holandês em 369.5, algo raríssimo na história da F-1 às vésperas de uma disputa de título. O rival, no entanto, chega a Abu Dhabi com leve vantagem. Tem nove vitórias, contra oito do piloto da Mercedes. Portanto, se ambos não somarem pontos no domingo, o troféu cai no colo de Verstappen.

JOGO SUJO

Essa possibilidade se torna mais séria o grande assunto da semana em razão da postura mais agressiva do que nas pistas. Foram seguidos embates, batidas e incidentes com Hamilton ao longo do ano. Os confrontos de sinalizações polêmicas diante das confusas dos comisários da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que inocentemente Verstappen por uma manobra controversa no GP do Brasil e puniu por um movimento muito semelhante na Arábia Saudita.

A falta de intensa determinação da FIA burburinho sobre a possibilidade de piloto da Red Bull tirar proveito do resultado mais rigoroso da FIA acertar o rival e tirá-lo da corrida na primeira oportunidade. As expectativas aumentaram quando Jos Verstap, pai de Max, disse que o faria o que “fosse necessário” para ser. Um dia depois, o piloto repetiu a frase do pai.

Por alertar sobre o título, a FIA manifestou na quinta-feira para os postulantes ao qualquer manobra para prejudicar a pista rival do Circuito Marina. A entidade avisou que poderia retirar pontos dos pilotos na classificação geral.

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