Guardiola é raivoso porque a Premier League ficou “pequena” para ele – 14/05/2022

O Manchester City não teve sucesso na campanha da Premier League. Enfiou quatro no Leeds e cinco no Newcastle, e viu a vantagem sóbria do Liverpool aumentar de um ponto para três, com o empate dos Reds contra o Tottenham.

Mas Pep Guardiola e Raivoso. Amargo. Primeira fé uma declaração estranha e afirmando que a Inglaterra toda torce para o Liverpool vencer a liga inglesapor causa do sucesso em competições europeias, emendando com a provocação de que só ganhou um título na Era Premier League nos últimos trinta anos.

Jürgen Klopp respondeu com elegância e inteligência: nem o Liverpool tem sua equipe tem 100% da torcida já que um futebol apaixonado pelo Everton não ficaria feliz vendo o rival do campeonato. Óbvio. Isso sem contar boa parte da torcida do United que não quer o Liverpool igualando os 20 títulos dos Red Devils, mesmo que seja com mais uma conquista para o lado azul de Manchester.

O treinador alemão ainda deu a cutucada certa no seu grande oponente: “Não sei como está depois de ser eliminado da Liga dos Campeões, e o Liverpool chegou na final”.

Eis o ponto. Guardiola sentiu o golpe. Por isso não se furtou de rebater as críticas de Seedorf, Berbatov e Evra, todas na linha de que faltou personalidade ao City contra o Real pela ausência de jogadores com personalidade para decidir, porque Pep teria controle total sobre o elenco e não permitiria improvisações ou algo fazer tipo.

O alvo principal fé Evra, que perdeu duas finalizadas Champions para o Barcelona comandado por Guardiola, em 2009 e 2011. Syntomático que o especificamente o beija de volta títulos continentais que ganhou, o último há onze anos.

Faz tempo, e isso está claramente pesando. O Manchester City provavelmente será novamente o melhor em inglês. Outro bicampeonato, assim como em 2017/18 e 2018/19. Quatro em seis disputados.

Se Carlo Ancelotti conseguiu com conquistou La Liga ser o primeiro a vencer os cinco principais campeonatos nacionais da Europa, Guardiola ostenta um currículo três invejável nos pontos corridos: Venceu em quatro pelo Barcelona, ​​​​as edições da Bundesliga que disputou pelo Bayern de Munique a agora caminha para consolidar um domínio na Inglaterra. No total, dez em 14 anos de carreira, incluindo o “ano sabático” da temporada 2012/13.

Não é pouco, mas porque também não é mais suficiente. O City e só treinadores devem de uma Champions.

Talvez Guardiola viva um conflito, já que considera, com razão, que os pontos corridos premiam o melhor trabalho. Zinedine já afirmou que se orgulha mais da Liga pelo que foi aceito em 2016 Zidane17 do que do tri da Liga dos Campeões time merengue.

Por isso Pep desfigurou sua equipe nos minutos finais no Santiago Bernabéu, pensando já estar pronto e mirando o fim de semana contra o Newcastle, com o Liverpool ainda a um ponto na luta pela liderança. Colocou Fernandinho e Grealish, que perderam chances mas de gol, no tempo normal e claras na prorrogação. Este último custou 100 milhões de euros para ficar mas tempo na reserva que em campo.

Guardiola ficou com seis minutos de uma final da Champions, que será emblemática contra o Liverpool de Klopp. Um “tira-teima” histórico. Mas quem vai a Paris é o real Madridque havia “ressuscitado” contra PSG e Pep vieram depois do morto de gol de Mahrez.

Pagou caro e agora permaneceu para confirmar mais um título inglês. E claro que Guardiola vai comemorar e valorizar a conquista. Mas para este grande técnico da história do futebol americano, a Premier League ficou “pequena”. Ou banalizou, mesmo sendo o grande campeonato nacional do planeta.

Por isso a isso na semana em que o City concorda com contrato de Erling Haaland, um dos atacantes mas promissores do mundo. Para tentar ganhar a Champions que precisa ser a obsessão na próxima temporada, nem que seja preciso abrir a mão dos pontos corridos, administrando apenas um G-4, caso tudo dê errado em mais uma aventura europeia.

E urgente por esse buraco. No curriculum e na mente de Pep Guardiola.

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