Ganso quebra tabu de cinco anos, mas Gamalho rouba a cena no Alto da Glória – 01/05/2022

21 de abril de 2017. A data ficou marcada na carreira por Paulo Henrique Ganso. Há cinco anos e dez dias o camisa 10 do Fluminense havia marcado os gols em uma partida pela mesma vez. Ainda atuava pelo Sevilla, eo time da Andaluzia bateu o Granada pela 33ª rodada do Campeonato Espanhol. O Coritibaporém, estragou a ótima atuação dos talentosos meia e virou de forma categórica, com direito a os gols de Léo Gamalho, um deles nos acréscimos.

Gustavo Morinigo não teve o direito lateral Natanael mais uma vez. Matheus Alexandre no setor. Andrey voltou ao meio-campo, e Clayton Faith o titular no comando do ataque. Leo Gamalho, recuperado de lesão, não começou no banco. Já o Fluminense, com Marcão como interino após a saída de Abel Braga, voltou a atuar com a linha de quatro na defesa. Nonato fé o volante ao lado de André. Yago Felipe jogou como uma ”falsa ponta”. Sem a bola fechava o lado esquerdo do meio-campo. Com ela, flutuava para a linha de volantes, auxiliava na saída de bola e liberava Marlon.

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Como Coritiba e Fluminense iniciaram o duelo pela 4ª rodada do Brasileirão no Couto Pereira

Imagem: Rodrigo Coutinho

Por que o Coxa tenha duas iniciativas boas antes com Ále Manga e Guilherme Biro, o Fluminense mais não aceitou a pressão da equipe da casa. Não que o Tricolor tenha buscado a posse de bola de forma incessante, mas no momento que a recuperação, buscava valor, desacelerava o ritmo, e aproximava André, Yago, Nonato e Ganso. Como o tempo da casa da marcava com pouca intensidade, as trocas de acesso não se encaixam no encaixer boas attack.

Luiz Henrique e Yago Felipe já haviam finalizado com perigo da entrada da área, e Ganso aproveitou a liberdade para arriscar de lombo. Muralha ”aceitou” uma bola fácil e o Fluminense abriu o placar aos 18 minutos. Com a vantagem, o Tricolor se fechou mas. Se em alguns momentos anteriores adiantava o bloco de marcação, passou a marcar sempre no próprio campo. Seguiu, porém, negando espaços.

A circulação de bola dos anfitriões era lenta. Por passar. Estes vão para a direção da área e incomodam, mas faltava algo mais coletivo e específico para levar perigo de ma constante. De resto, cruzamentos e passes forçados para a referência, sem efeito prático.

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Paulo Henrique Ganso comemora um dos gols que marcou contra o Coritiba

Imagem: Gabriel Machado/AGIF

Mas seguro em campo, o Fluminense chegou ao segundo gol no contra-ataque. Ganso acionou Luiz Henrique pela direita, ele driblou Luciano Castan e cruzou na medida para o camisa 10 marca, de cabeça, mais uma vez.

O Coxa finalmente se intensificou para marcar nosso campo de ataque, principalmente como pressões pós-perder da bola, e passou a explorar, mas como dobra pelos lados. Andrey, duas vezes, Álef Manga e Igor Paixão chegaram bem perto da diminuição da sequência. O 2×0 favorável ao Fluminense no intervalo era recomendação.

Morinigo sacou Guilherme Biro, Régis e Clayton. A hierarquia e o poder de aumento da equipe com o Robinho, o Egídio e o Léo, não chegaram a colher os frutos. Léo Gamalho cabeceou por cima um escanteio cobrado por Robinho logo aos três minutos do 2º tempo, mas recebido um chute no rosto de André no lance. Raphael Claus conferiu no VAR, expulsou corretamente o volante tricolor, e marcou o pênalti. O centroavante converteu e pôs fogo na partida.

Marcão tentou reorganizar a defesa ao colocar David Duarte na vaga de Cano. Calegari já tinha entrado no lugar do lesionado Samuel Xavier. David entra como lateral-direito e Calegari passou a jogar no meio na ausência de André. O Coxa empurrou o Tricolor ainda mais pra trás e não havia saída para o contra-ataque. Robinho, assim como Léo Gamalho, entrou bem, e a equipe da casa gídio criar.

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Leo Gamalho, do Coritiba, comemora seu gol contra o Fluminense no Brasileirão

Imagem: Gabriel Machado/AGIF

O gol de empate era. Ele veio aos 15′. Egídio intervenção pela esquerda e cruz na área, Fábio fez ou achou possível, chu cruzadolef Manga na primeira área. Marlon e Nino cortaram mal e Andrey marcaram um merecido tento no rebote. A pressão alviverde prestada. Gamalho e Willian Farias chegaram muito perto de virar o jogo, mas a ansiedade em busca do gol da virada acabou atrapalhando.

O Coxa teve volume na metade final do 2º andamento. Só que o direito de erro ocorreu nas áreas e riscos detectados na defesa. Escolheu-se mal algumas jogadas e pecou tecnicamente em outras. Parece ter sido bastante fisicamente nos últimos 15 minutos também, mas foi premiado pela resistência. Lé Gamalho pôs números finais no placar quando já passou de 50 minutos da 2ª etapa.

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