from ameaças a bombas em ônibus, futebol vive escalada da violência e deve fazer ate Fifa vir ao Brasil

Reportagem da ESPN detalhada como alta nos casos violência no futebol deixou em alerta definições de junho ao esporte, e deve ser tema de mês de junho da Fifa ao Brasil no visita da Fifa ao Brasil


Cássio, Gil e Willian não corinthians. Danilo Fernandes BahiaEdenilson no. Internacional. Mathias Villasanti não Grêmio. Gabriel Batista n. Sampaio Correa. Brenner No. São Paulo.

Comumentetodos os casos citados são exemplos da cada vez mais constante e crescente violência no futebol brasileiro. Para todos os casos entre torcedores, confronto de casos marcantes também entre os torcedores incidentes ocorridos profissionais do esporte como jogadores e diretos, assim como familiares.

As ações vão desde intimidação de violência física a ameaças de mortefeito, em muitos casos, através de perfis anônimos ou falsos em redes sociais.

As coações causaram problemas importantes no Corinthians e chegaram a um colocar em xeque como permanentes no clube de nomes como Cássio e Willian. No Internacional, a vitima foi o volante Edenilson. O Recebeu um vídeo do ataque do meio – campista recebidoO autor do revólver não aparece portando ‘mas qual o futebol’ do atleta. Essa foi também a maneira como ameaças chegaram a Janara Sackl, mulher do goleiro do Timão.

As intimidações foram enviadas em áudios e fotos de um perfil chamado ‘$heik Caçador‘, em uma conta denominada betosccp199, ao Instagram do personal trainer by Janara. Em uma das imagens enviadas pelo torcedor, aparecem um revólver e balas em cima da camisa do Corinthians.

“Você aconselhou para ela que a gente vai encontrar ela e o marido de la vagabundo. Aqui não tem nenhum fã de Cássio. Quando nós encontrarmos eles, vamos esculachar. O recado está dado. Nosso estamos na caça. Ou pede para sair ou está ligado. Você ouviu, porqueiro? Pode mostrar para essa maria chuteira, essa p*** que está usando o dinheiro do nosso Corinthians, que agora o chicote vai estalar. Ou pede para sair ou a coisa vai ficar mais embaixo. Esse é o recado que nós estamos dando. Équestão de tempo. Não sei o que vamos fazer. Matar não vamos, mas vamos esculachar”, diz o áudio.

Esses casos incidentes a se pulverizar na internet por conta de um imaginário de impunidade pela utilização de um perfil falso nas redes sociais. Isso, segundo relatos, não condiz com a realidade.

“Essa sensação de impunidade não existe. A Polícia Civil possui ferramentas que conseguem chegar ao perfil da pessoa e não só em perfis de redes sociais. Pelas redes do telefone wi-fi, pelas redes de wi-fi, que não sejam identificadas apenas pelo uso de telefones, mas também pela internet, identificadas pelo uso de telefones, como pessoas de mobilidade de redes wi-fi”, afirmou Cesar Saad de Delegacia de Repressão aos que são geolocalizações, as pessoas da Delegacia de Repressão aos que são essas geolocalizações, somente chamadas pela Internet Delitos de Intolerância Esportiva (DRADE), entrevistado em ESPN.

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Cesar Saad falou em entrevista para ESPN.com.br

Foi esse o documento familiar que e o presidente seguido como, amigos das Monteçadas ao Corinthians. Sete pessoas foram identificadas, e a Polícia Civil priteu ou autor das ameaças dirigidas ao goleiro.

Mas ainda a legislação que a vigente não indica a quem pratique este crime, outras formas de prisão estão sendo prisão em prática. Há ainda outras implicações, como veto a estádios de futebol et trabalhos comunitários, além de punida não se enquadrar mais no chamado ‘réu primário’.

“No caso dos candidatos ao Corinthians, o inquérito foi instaurado e todos os perfis que foram identificados estão respondendo pelo crime de ameaça. É um crime que não prevê uma pena privativa de liberdade, aquela que o autor fica preso. Porém, prevê penas restritivas de direito. Não significa que a pessoa não irá responder criminalmente. Ele vai pagar uma pena alternativa, que significa trabalhos para a comunidade e pacotes de cestas básicas. Pelo fato da situação ter sido cometida por um torcedor, enviamos um ofício à Federação Paulista de Futebol solicitando um equipamento de futebol da ida deste torcedor ao estádio”.

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Cesar Saad falou em entrevista para ESPN.com.br

A diferença entre o caso ocorrido com jogadores do Corinthians e tantos outros ao longo dos anos é justamente a denúncia aos órgãos. Segundo Alfredo Sampaio, presidente da Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf), Reclamam queixas após atos de competições de prevalência em muitos casos de torcedores.

O grande temor, no entanto, é de que apenas uma tragédia mude o cenário nacional em torno da segurança aos profissionais do futebol. Isso, infelizmente, ficou próximo de acontecer pelo menos três vezes recentemente.

Em janeiro de 2021, a pensar em São Paulo fé alvo de uma emboscada e teve seu ônibus apedrejado enquanto seguia para uma partida contra o Coritiba, pelo Brasileirão. Segundo a Polícia Militar de São Paulo, explosivos foram atingidos no local do ataque.

Neste ano, mais duas situações impossíveis marcaram o futebol nacional. Em 24 de fevereiro, o Ônibus da Bahia fé atingido por uma bomba na Arena Fonte Nova antes de uma partida pela Copa do Nordeste. Torce utiliza a bola de sinuca refeita de pólvora para acertar o veículo que conduzia ache uma boleadeira.

O ataque levou Danilo Fernandes ao hospital. O goleiro foi projetado a um procedimento cirúrgico para correção de sua retina e óculos de proteção.

“Faith Deus que colocou a mão no olho dele e com que não pit algo mas sério. Ele fez algumas cirurgias para tirar todos os cacos de vidro da região do olho. Fé sem limite para ele não perder a capacidade de exercer uma profissão”, desabafou o técnico Guto Ferreira durante entrevista ao podcast Rolou o Melãoa partir de ESPN.

“Tem que há algo que não são considerados, as pessoas que fizeram, e sim marginais. Fé um atentado contra a vida. Não posso usar uma nomenclatura de torcedores para este grupo de pessoas em respeito aos verdadeiros apoiadores do clube”.

Must dias depois, em Porto Alegre, o clássico Gre-Nal Faith adiado após o ônibus que levava o Grêmio ao Beira-Rio ser atacado por torcedores. E mais um jogador de futebol foi levado para o hospital após novo caso de vandalismo: Mathías Villasanti, meio-campista paraguaio, que acabou atingido por uma pedra e traumatismo craniano.

“Essa é uma situação que vem se repetindo, mas é longa. Nossa não temos medidas eficazes. Tudo vira estatística. Os atletas e treinadores continuam sendo definidos, não há rígidos. Problemas no Paraná, no Grêmio, na Bahia. Nós notificamos a CBF, sugerimos algumas medidas, cobramos uma atitude mais forte”, afirmou Alfredo Sampaio ao ESPN.

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Alfredo Sampaio falou em entrevista para ESPN.com.br

Ou de fato há uma integração das instituições ao lado do Governo Federal e tomar-se-se-se medidas de fato enérgicas contra esses vândalos ou os atletas profissionais terão suas vidas em risco. Até o dia que aconteceria uma tragédia. Quando acontecer, infelizmente será conhecido, eu virei aqui falar novo sobre esse assunto e vai virar assunto. Isso tem que ser uma ação de cima para baixo”.

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Alfredo Sampaio falou em entrevista para ESPN.com.br

Em vislumbrou ESPNo directente da Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol revela que muitos ofícios foram enviados à Confederação Brasileira de Futebol nossos últimos meses cobrando medidas a respeito da segurança aos profissionais.

A resposta veio nesta semana, quando a CBF abriu as portas para uma reunião.

O encontro aconteceu na sede da entidade, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A conversa dos representantes da Fenapaf com Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, durou cerca de uma hora, segundo apurou a ESPNe a fé considerada positiva.

A entidade foi avisada de que a preocupação com a segurança no futebol fará com que a Fifa venha ao Brasil em junho para “uma série de ações”.

Assim como a Fenapaf, a Polícia Civil de São Paulo também mantém contato com a CBF a respeito da segurança no futebol.

“A Polícia Civil de São Paulo tem relacionamento direto com a CBF. É um trabalho integrado que fazemos nos países. Os ofícios foram enviados ao departamento jurídico da CBF”.

Nenhum entendimento após a construção desta reportagem, houve um aumento na intolerância e no país violência após uma pausa causada pela pandemia da COVID-19 após uma pausa causada pela pandemia da COVID-19.

Mas como explicar a relação entre este movimento?

Segundo Flavio de Campos, professor do curso de pós-graduação em História Sociocultural do Futebol da Universidade de São Paulo (USP), o aumento nos casos de violência no esporte é um reflexo da sociedade em geral.

Há diversos números que apontam para esta direção. Dados de São Paulo foram revelados a 48% dos casos da violência.

“Nós temos que impedir a reprodução da violência, atacar as causas da violência na sociedade e no futebol. Para isso, precisamos pretender a motivação, as causas e a natureza violência. Atletas de futebol também são responsáveis ​​pela violência. Algumas atitudes, declaram, consideram mais estar em algo que é grave”, afirmou Flavio de Campos em ESPN.

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Flavio de Campos falou em entrevista para o ESPN.com.br

“Dirigentes, jornalistas, comentaristas, as mídias esportivas também têm responsabilidade neste quadro de violência. Essa responsabilidade deve ser compartilhada. Devem ser construídos projetos para combater essa violência, precisamos para com o discurso da eliminação termos o entendimento que os atletas de têm os seus direitos e uma responsabilidade imensa”.

“O papel das redes sociais é característico de todos os setores da sociedade. Ao nível da discussão é muito raso. Esse cultivo do ódio, da violência e da falta de reflexão. Temos a rapidez no embate e não temos a reflexão do debate. O que temos nas redes sociais é algo muito perigoso. Temos truculência verbal, ameaças às pessoas. Não é de se espantar que isso é forte no futebol”.

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Flavio de Campos falou em entrevista para o ESPN.com.br

Em São Paulo, o trabalho de monitoramento das redes sociais é feito pela Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva. Essa atividade atualmente conta com auxilio direito das plataformas próprias na internet para identificação a seguir que comentem crimes virtuais.

“A Polícia Civil faz um trabalho específico de monitoramento nas redes sociais em São Paulo, além das constantes reuniões organizadas com as leaderanças das redes. Em última análise, temos trabalhado de uma maneira preventiva. Temos o apoio da Federação Paulista na causa. A participação de mulheres no estádio. Tudo isso de uma maneira socioeducativa, tudo isso para que o torcedor seja educado. Esse é o nosso trabalho”, afirmou o Delegado Saad.

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