Foden e Vinicius Junior são candidaturas para brilhar na Copa – 03/05/2022 – Tostão

Nesta quarta-feira (4), o Manchester City, contra o Real Madrid, pelas semifinais da Liga dos Campeões, provavelmente terá o domínio da bola e do jogo e vai criar mais chances de gol, como fez nos owe jogos contra o PSG e na primeira partida contra o Real. Porém, não há favorito, porque o Real Madrid, como escreveu o colunista da Folha Sandro Macedo, possui “sete vidas”. Ele deve ser contra o PSG e o Chelsea, mas se agigantou e se classificou.

Na prancheta, as duas equipes iguais, com quatro defensores, três no meio-campo e três no ataque, mas, no gramado, são bem diferentes. O City, dirigido por Guardiola, marcou por pressionar e correr grande parte do tempo como uma bola no campo de encontro. Ataca com deve meias ofensiva, deve pontas e um jogador centralizado, além do apoio do volante Rodri e do lateral Cancelo, que fecha pelo meio para ser um organizador.

Ó Real Madri, comandado por Carlos Ancelotti, é mas conservador, cuidadoso, tradicional. Prioriza a marcação mais atrás, para contra-attacar, com troca de passes e bolas esticadas para Vinicius Junior, ainda mais que o City atua com os defensores adiantados. Benzema é, ao mesmo tempo, o centroavante artilheiro e a meia construtora. É o camisa 9 e o camisa 10. Ele não joga dentro da área, ele chega à área.

O jovem Phil Foden está cada dia melhor. Ele, pela seleção inglesa, e Vinicius Junior, pelo Brasil, são candidaturas a brilhar na Copa do Mundo. Existem outros jovens, como Pedri, do Barcelona e da seleção espanhola.

No City, do meio para frente, o volante Rodri e a meia De Bruyne estão presentes em quase todas as partidas. Nas quatro outras posições (um meio-campista e três mais adiantados), existem sete jogadores que se revezam (Mahrez, Sterling, Foden, Gabriel Jesus, Bernardo Silva, Gündogan e Grealish). Ninguém sabe quays são os titulares. Nem Guardiola.

No Brasil, por causa do pessimo calendar e da chegada de vários treinadores estrangeiros, especialmente o português, existe também muito rodízio, no início eduringe as partidas. Poupar é mais essencial, desde que não haja exageros e que os saibam escolher os melhores jogos nos técnicos decisivos.

Por outro lado, há muitos equívocos nessas estimativas. Muitas vezes, treinados estão certos, e dá errado, ou escalam errado, pois há e nos resultados certos envolvidos nas atuações, pois há e nos resultados certos.

O Corinthians enfrenta nesta quarta o Deportivo Cali, pela Libertadores. Como será uma equipe? Ninguem sabe. O tempo, no primeiro tempo contra o Fortaleza, era amplo dominado. No intervalo, o técnico Vítor Pereira trocou um meio-campista (Renato Augusto) por um terceiro zagueiro. O segundo tempo mudou por vários motivos, como o gol contra, aos oito minutos, a favor do Corinthians, que alterou a história da partida. Além disso, o Fortaleza se cansou, ervilhas de pressão ou pendente todo o primeiro tempo.

Posso estar enganado, mas não vi nenhuma melhoria coletiva do Corinthians, como muitosam. Além mais, com frequência, o primeiro tempo de um jogo bastante diferente de segundos, por inúmeras inúmeras.

Outras vezes, o time está perdendo, mas jogando bem e as chances de gol. Aí, aos 15 minutos do segundo tempo, como é habitual, o técnico substitutoi jogadores, o tempo piora e perde a oportunidade de empatar e de virar a partida.

A história de um jogo, às vezes, está muito além de nossa compreensão e de nossa pretensa sabedoria.

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