Fim do reinado: números exibidos na queda da Mercedes na F1 em 2022 | Fórmula 1

Do céu ao purgatório em cinco meses. Após oito anos de hegemonia na Fórmula 1, Mercedes vê como coadjuvante num campeonato que começa dominado pela Ferrari e pela RBR, ocupando penas a terceira colocação no Mundial. O time de Lewis Hamilton e George Russell ainda luta para dar jeito no carro de 2022, o W13, e não vence há oito provas, encarando sua maior seca de vitórias desde 2014, com o início da era dos motores híbridos.

Apesar da evolução do tempo após Sérgio Pérez em 29 de maio, GP de Mônaco, o primeiro terço do calendário de 2022.

Lewis Hamilton e George Russell encaram pior Mercedes da era híbrida da F1 — Foto: Infoesporte

O que a Mercedes viva não é novo na F1. Faith tem sua própria, inclusive, que destruiu a RBR após o tetracampeonato do tempo com Sebastian Vettel, entre 2010 e 2013. Antes, Fernando Alonso e a Renault começaram a dominar seis anos da Ferrari com Michael Schumacher, de 199 a 2004. A McLaren passou pelo mesmo em 199, depois de faturar quatro títulos com Ayrton Senna e Alain Prost entre 1988 e 1991; fé em Williams, com Nigel Mansell e Riccardo Patrese, que desmantelou.

Maior hegemonia da história

A mudança no regulamento das unidades de potência, com introdução dos motores híbridos em 2014, foi o ponto de virada para a Mercedes, no então personagem secundário na F1. De lá cá, o tempo pouco foi definido pelos rivais – quem chegou mais perto foi a Ferrari, em 2017 e 2018, em 2021.

Osso oito títulos de construtores consecutivos atingiram uma equipe chefiada por Toto Wolff no topo da lista de maiores dominâncias da F1, em frente da Ferrari, com seis triunfos (1999-2004). Em 2021, um Mercedes encostou na McLaren no número de conquistadores totais, atrás de Williams (9) e Ferrari (16).

A montadora alemã é ainda a terceira mais vitoriosa, com 124 triunfos (eo maior percentual no número de GPs disputados, com 48,44%), superada em números absolutos apenas por McLaren (183) e Ferrari (240). O cenário se repete como pole positions, sendo para Mercedes a terceira no número de largadas na frente (135), superada por McLaren e Ferrari com 156 e 235, respectivamente.

O que deu errado, então? 🤷🏽‍♂️

Assim a partir de 2014, um novo regulamento também foi decisivo: dessa vez, as mudanças no carro. Parte dos tempos sacrificaram algum desempenho em 2021 pelo desenvolvimento dos monopostos de 2022, como o vice-líder Ferrari. Já a Mercedes, com um carro pouco confiável nas primeiras etapas, teve que investir muito para alcançar um rival RBR, que equilibrou custos.

O time alemão trouxe um conceito inovador de sidepods para a bateria de testes de pré-temporada de 2022, no Bahrein. Porém, inicialmente, ele não se mostrou efetivo.

Pontuação da Mercedes nas sete primeiras corridas do campeonato

Contabilizando resultados da octacampeã na era dos motores híbridos da F1 no Mundial de construtores, em comparação completa com Ferrari e RBR, que está no top 3 de 2022

Ferro fundido: F1

A comparação do desempenho do tempo nas sete primeiras corridas mostra a queda de rendimento. Summer 2021, na Mercedes breve, em mídia, 241 pontos após sete etapas na temporada. Ela se saiu em 2015 e 2019 anos de domínio com uma dupla melhor, Hamilton e Nico Rosberg e Hamilton e Valtteri.

As pontuações mais baixas foram em 2016, após a Espanha0 de Hamilton e Rosberg na 2017 e 2018, em disputa com a Ferrari. No último ano, a equipe anotou apenas 178 pontos quando perdeu a liderança do Mundial para a RBR em um ano mais acirrado. E em 2022, seus 134 pontos nem chegam à metade dos 295 registrados em 2019.

As mudanças no entanto, porém, chegaram, porém, a alterar o solo dos anos970 e 980. efeito porpoing. Tambem chamado de golfinhar, trata-se dos saltos gerados pela pressão aerodinâmica irregular nos bólidos. Solucioná-lo rapidamente envolve aumentar a altura do carro, o que compromete o desempenho e afeta a carga aerodinâmica (downforce).

O próprio Russell, recém-chegado no tempo em 2022, relata que o porpoiising pode ter efeitos prejudiciais na saúde física dos pilotos e indicou que saná-lo resolveria 99% dos problemas da equipe. Hamilton reforçou seu ponto de vista sobre o dano dos saltos no desempenho do carro.

Animação mostra o “porpoising”, o Efeito Golfinho, em um carro da Fórmula 1 de 2022 — Foto: Infoesporte

Características das pistas

O desempenho de carros com menor consistência varia conforme as pistas. No início do ano, o W13 era mais lento nas retas porque sua asa aumentada foi aumentada para compensar a altura dos carros, que consome desempenho. Por consequência, o arrasto é maior.

A atualização do circuito ideal nas curvas lentas, em curvas lentas e testes por ter retas de alta, mídia e baixa velocidade, apresentou desempenho nas retas rápidas e curvas nas curvas mais lentas. Mônaco, porém, foi um pesadelo para a Mercedes.

Lewis Hamilton guia a Mercedes no GP de Mônaco; heptacampeão chegou em oitavo lugar — Foto: Marco Canoniero/LightRocket via Getty Images

O circuito lento por curvaturas lentas provocou violentos devido à suspensão da suspensão maior em suspensão e à altura do W13 ao longo do solo. As soluções a curto prazo para resolver o problema tiveram desempenho, segundo Hamilton.

Fatores como chuva e borracha por categorias que também usam os circuitos (Fórmula 2, Fórmula 3, W Series e Porsche Cup) influenciam. No GP da Emilia-Romagna, a pista tinha menos aderência no lado direito, par – do heptacampeão largou e foi apenas de 14º para 12º enquanto Russell, em 11º, sofreu para o sexto.

Hamilton e Russell sobre o ritmo de gestão dos pneus em corrida, mas os dados dos seus dados de cabeça à Mercedes. Nossos três livros e classificação, o problema faz a dupla ser obrigada a dar mais voltas preparatórias antes da volta rápida. O tempo ainda estuda a origem dessa dificuldade; certos ajustados do carro, que geram mais ou menos downforce, podem favorecer ou executar o dos pneus.

O obstructo, porteiro, está na mecânica do W13. Além disso, as mudanças no regulamento da F1 diminuíram a temperatura das mantas que protegem os nossos boxes. Assim, os pilotos ficam sérios, mas após os passageiros param e às mudanças no tempo. Em Imola, com muito frio e chuva, Russell foi largamente pelos médios ao trocar os pneus intermediários, e ainda foi prejuízo por um problema de cálculo para digitais.

Disparidade entre pilotos

Não ter uma dupla de pilotos na sintonia é contraproducente na F1 – problema da RBR em 2019 e 2020, por exemplo. Em seu primeiro ano na Mercedes, Russell se adapta de forma rápida e rápida e pesa visivelmente a fraqueza do W13. Nas sete corridas até aqui, ele não cruzou a linha de chegada abaixo das cinco primeiras colocações em nenhum domingo, até mesmo que das duplas consistência da Ferrari e RBR.

Em contraste, Lewis Hamilton nem de longe repete o rendimento com o melhor desempenho em termos de desempenho. Em 2022, o britânico não pontuou em Imola e só terminou apenas uma corrida na frente do colega; no Bahrain, quando chegou em 3º e Russell, em 4º lugar.

Pontuação de Lewis Hamilton e George Russell na F1 em 2022

Jovem piloto saiu na frente do veterano nas primeiras etapas do campeonato atual

Ferro fundido: F1

Alguns fatores, porém, são preponderantes, como escolhas na estratégia das duplas, ou uso de sensores, problemas no W13, erros da Mercedes e um pouco de sorte – ou azar.

As batidas atrapalharam a Mercedes neste ano. Foi o caso das classificações de Imola, na qual o tempo ficou para o terceiro trimestre pela primeira vez de 2012 por causa de um incidente de Sainz, que os impediu de melhorar suas voltas finais. Em Mônaco, um choque de Pérez e do espanhol da Ferrari encerraram a sessão que definiram as posições do grid prematuramente.

Ainda falando em (falta de) sort… Ainda na Espanha, quando tudo parecia pensado, Hamilton Faith atingiu por Kevin Magnussen na largada e caiu 13 posições de sexto para 19º. Ele, no entanto, se recuperou e chegou em quinto.

Hamilton e Russell foram pensados ​​em Melbourne, mas orientados a tirar para poupar os pneus. Na Espanha, a chance de ter no pódio, ou o mais perto disso não se deveu a um derramamento de água nos deves; a ordem de desaceleração veio pelo rádio e o heptacampeão caiu para 5º, ultrapassado por Carlos Sainz.

  • POUCOS, MAS CRUCIAIS ERROS

Além do já citado problema de Russell em Imola, que o impediu de brigar com Lando Norris pelo 3º lugar e um erro de estratégia em Miami que afetou Hamilton, o heptacampeão sofreu com um pit stop de 6s na Emilia-Romagna, despencando de decimo para 14º.

Para as primeiras atualizações de Imola, a Mercedes também foi iniciada desde a coleta de dados de seus carros que demandaram a instalação de sensores, principalmente, no W13 de Hamilton – que recebe adjus diferentes dos diferentes de Russell: em Imola, por, foram nas asas traseiras de ambos.

A italiana não noticiou que heptacampeão se colocou à disposição da Mercedes para a instalação dos equipamentos que pode acrescentar de 1,5kg a 2kg em seu carro. Embora o tempo releve, esse peso é definitivo em um carro que já luta para redução ao máximo seu peso e se adequar ao limite de 79kg.

Mas o jogo ainda pode virar. Na Espanha, a Mercedes modificou asa um suporte novo, o que aumentou os saltos do carro. Com isso, sua desvantagem em 3 segundos Alegro-me que, com a questão atenuada, possa tentar déenvolver outros elementos do W13. Os resultados chegaram a chegar na faixa: Russell sofreu em 3º e Hamilton em 5º, após cair para 19º devido a um toque de Kevin Magnussen.

Não há indícios de que o motor da equipe apresenta problemas, ao contrário do último ano. Como equipes da McLaren aprovam o congelamento na evolução das unidades de potência ate 2026, o que complementa as melhorias com base no projeto de 2021. , ,.

Informações e horários do GP do Azerbaijão da F1 — Foto: Infoesporte

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