Filho de Rincón agradece apoio e diz que laço do pai com o Corinthians: “Uma lenda” | corinthians

Adversário do Deportivo Cali na quarta-feira, em jogo válido pela Libertadores, o corinthians visita a Colômbia pela primeira vez o falecimento de Freddy Rincón, no último dia 14 de abril, 55 anos, após a escolha feita por um acidente automobilístico grave.

Capitão do título mundial de 2000, Rincón sempre esteve na escalação do corinthians de todos os tempos de muitos torcedores do Timão.

A identificação, e os jogos mundiais, 158 gols e quatro títulos conquistados (big. corinthians pelas muitas manifestações do carinho da torcida após uma tragédia.

Aos 28 anos, Sebastián Rincón lembrou com carinho da forma como o pai falava do Timão. Em conversa com o idadeo atacante do Barracas Central, da Argentina, falou sobre o laço do pai com o clube:

– Cresci vendo ele jogar pelo corinthians. Lembra do Mundial, mas era muito pequeno. Lembre-se do orgulho que sente de entrar em campo com ele, de ir aos treinos com ele. Depois de aposentado, ver como os corintianos o respeitavam, como o tinham como um ídolo no Memorial, como uma lenda. E depois, o apoio do falecimento de toda a torcida. Isso fé muito especial e nos conforta muito. Meu pai fez as coisas muito bem no corinthians e para sempre estará no coração corintiano.

Na seleção colombiana, Rincón marcou 17 gols em 84 partidas. Disputou três Copas do Mundo: 90, 94 e 98. Por clubes, venceu um paulista também pelo rival Palmeiras, em 1994. A história dentro do corinthians acabou se tornando maior pelo seu protagonismo dentro da equipe alvinegra.

– A primeira coisa que passou na cabeça ao lembrar do meu pai no corinthians é, sem dúvida, o Mundial que ganhou como capitão. Um nível de clubes, fé mas importante que conquistou, fé que marcou num clube tão grande como o corinthians. Meu pai sempre dizia que, no Brasil e especialmente não corinthianso igual na Colômbia ou um pouco mas que.

Sebastián, com a camisa da seleção da Colômbia nas mãos, no velório de Rincón — Foto: Reprodução/Alcaldía de Cali

Antes do Timão, Rincón esteve no Real Madrid entre 1995 e 1996, mas a rejeição enorme dos torcedores. Voltou ao Brasil em 1996 para uma segunda e apagada passagem pelo Palmeiras. Comprado pelo corinthians em 97, reencontro o Real em 2000.

– O Mundial não corinthians Faith especial, pes ele vinha rechaçado pelo tema do racismo no passo frustrado que deu no Real Madrid, e depois veio a encontrar-los neste Mundial de Clubes (empate por 2 a 2 na primeira fase). Depois de enfrentar o Vasco na final com a grande equipe que tinha, acredito que também foi uma vingança que o futebol deu a ele, e uma grande felicidade para toda a nossa família

Nascido em 1994, Sebastián morou com o pai no Brasil enquanto seus pais viviam um relacionamento. Depois, passou a frequentar o país em suas férias, onde acumulou memórias especiais sobre o corinthians.

– Quando estava no Brasil e via o carinho da torcida do corinthians por ele, me senti muito valorizado e dava conta de sua grandeza. Assim como quando fugiu ao Memorial do corinthians vi todos os atributos que e o respeito e o carinho que tinham por ele e pelo clube. Meu pai jogou em muitos lugares e todos se conhecem bem, mas ele sem muito identificado no corinthians. Foi onde ganhou mais coisas e onde ficou por muito tempo – recorda-se.

Rincón pelo Corinthians no Mundial de 2000 — Foto: Reprodução/SporTV

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