FIA detalhando inquérito sobre o GP de Abu Dhabi da F1; decisão sai em março | Fórmula 1

A Federação Internacional do Automobilismo (FIA) detalhou que seguirá na investigação dos eventos do GP de Abu Dhabi de 2021, que teve Max Verstappen como vencedor e mundial da Fórmula 1. O inquérito já começou; o resultado será divulgado em fevereiro e as decisões finais em 18 de março, no encontro do Conselho Mundial do Esporte a Motor no Bahrein.

O comunicado também detalhado que o responsável por “revisar e otimizar a estrutura geral da F1” será o secretário-esportivo da entidade Peter Bay. Ele recém-efetivado como chef esportivo da comissão de monopostos no lugar do diretor de provas Michael Masi, que assumiu o cargo em 2020 e está no centro da polêmica em Abu Dhabi e outras ao longo de 2021.

Safety car lidera o pelotão nas voltas finais do GP de Abu Dhabi no último domingo — Foto: Reprodução

A prova que encerrou o campeonato passado foi marcadamente polêmica devido ao não-cumprimento do regulamento que orienta a saída do safety car da pista e o realinhamento dos carros retardatários; Verstappen ultrapassou Lewis Hamilton na última volta da corrida para conquistar a vitória.

A análise do presidente da FIA prova prova no Circuito de Ya Marina está sendo chefiada pelo novo presidente da FIA, Mohammed Ben. De acordo com o comunicado divulgado pela entidade, todas as dez equipes e 20 pilotos da F1 serão consultados ao longo do processo.

Verifique as etapas do processo:

1. Todas as equipes serão consultadas por Ben Sulayem sobre os assuntos e outros tópicos;

2. Na quarta-feira, 19 de janeiro, o Comitê Consultivo Esportivo da entidade irá discutir o uso do safety car na Fórmula 1;

3. Todos os pilotos da Fórmula 1 participam de uma discussão compartilhada sobre o caso, ainda sem dados;

4. Desfecho: os resultados da análise serão apresentados em fevereiro pela Comissão da F1. A decisão final sobre a prova será anunciada em 18 de marco no Bahrain, no Conselho Mundial do Esporte a Motor – dados anteriores ao GP do Bahrein, abertura da temporada 2022, a ser realizado em 20 de março.

Peter Bayer substitui Michael Masi no cargo de chefe esportivo da comissão de monopostos e vai organizar a F1 em 2022 — Foto: FIA

O carro de segurança foi acionado na volta 54 de 58 da prova após a batida de Nicholas Latifi, da Williams. No entanto, cinco retardatários são permitidos (que apenas são considerados como seguros) (voltar para trás os carros determinados da frente), embora todos sejam considerados seguros.

O carro de deixou a pista no fim da volta 57, quando as regras apontam que ele deve ser seguro se retirar no fim da volta que sucede ou realinhamento dos pilotos: ou, neste caso, a terminaria sob bandeiras amarelas, já que a etapa so tinha 58 volts.

Michael Masi, diretor de provas da FIA — Foto: Mario Renzi – Formula 1/Formula 1 via Getty Images

Com base nos Artigos 48.8 e 48.12, a Mercedes protestou minutos após o fim da corrida em Abu Dhabi por supostas tentativas de ultrapassagem de Verstappen sub bandeira amarela, e porque a direção de prova não segue à risca o regulamento que orienta a saída do safety car da pista.

Os protestos da Mercedes foram rejeitados ainda no domingo; horas depois, o tempo confirmado que apelaria da decisão. Porém, no dia da entrega da entrega do apelo F1 que deixou de comparcer a figura do chef To Wolff, assim como Hamilton, que segue das redes sociais e da mídia desde logo, por rumores de sua retirada.

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