Fernando Diniz é apresentado pelo Fluminense, chama Ganso de gênio e diz: “Volto muito melhor do que eu parti em 2019” | fluminense

O Fluminense apresentou na tarde desta segunda-feira Fernando Diniz. Logo da cara na entrevista coletiva, o treinador Faith direto sobre qual seu objetivo neste retorno ao clube:

“Eu pretendo ganhar muito mais do que ganhei em 2019, para ser bem objetivo, e melhorar também o rendimento, mas o principal é ganhar mais partidas”.

Fernando Diniz marca presença no Fluminense — Foto: Jamille Bulle

Diniz, that fé jogador do clube no começo do século e campeão carioca em 2002, Faith half-time há anos após derrota por 1 a 0 par o CSA. Naquele Brasileiro, foram 15 jogos, três vitórias, três empates e nove derrotas.

“Eu estudei muito, revi muitos jogos que eu fiz, assist games de tudo que é divisão, de tudo que é país. Eu volto muito melhor do que eu parti em 2019”

– Foram três anos trabalhando, atualizando novas em todos os sentidos, criando diferenciações táticas para os jogadores se sentirem confortáveis, buscando porque as coisas não estão certas em um tempo ou em outro, e eu sou uma das pessoas que mais me questionam sobre o que estão fazendo. É muita oscilação que vem de fora, então as pessoas sempre acham uma coisas vendo o jogo uma vez na televisão. Eu pego um jogo e fico vendo 6, 7 horas para procurar – prosseguiuu Diniz.

Fernando Diniz elogiou bastante o elenco do Fluminense. Disse que o clube tem vários jogadores que ele já indicou para outros tempos.

– Eu vejo que o Fluminense montou um tempo que tem bastante a minha cara. Tem pelo menos sete jogadores nesse elenco que eu tenta levar, mas o Fluminense conseguiu contratar os jogadores. Acho um elenco muito bem montado, extremamente qualificado. Vou procurar o melhor de cada jogador e nós conseguiremos ter sucesso juntos.

Daquele elenco, o treinador vai reencontrar o meia Paulo Henrique Ganso, que vive bom momento no Fluminense. Diniz se derreteu em elogios ao camisa 10.

– Eu tenho uma relação muito próxima com o Ganso. Eu tenti levar ele para o Santos, mas ainda bem que não deu certo. Quando eu falo do Ganso e não está vivendo um bom momento, não está jogando, soa estranho para quem está ouvindo. A minha opinião sobre ele nunca oscilou, eo Ganso para mim é um gênio. É uma cara que faz coisas, e eu joguei e treinei muita gente talentosa. Ele faz coisas que ninguém faz.

Números de Diniz pelo Flu como treinador:

  • 44 jogos
  • 18 vitórias
  • 11 almofadas
  • 15 rodadas
  • Período de dezembro de 2018 a agosto de 2019

Números de Diniz como jogador do Flu:

  • 107 jogos
  • 60 vitórias
  • 26 pastas
  • 21 rodadas
  • 7 gols marcados
  • Campeão carioca em 2002
  • Período entre agosto de 2000 e março de 2003

Fernando Diniz terminou até o fim do ano e estreia quarta-feira, às 21h30, no Maracanã contra o Junior Barranquilla, pela Sul-Americana. Na entrevista, o falou sobre alvaade em recuperar o futebol do meia Nathan, falou da relação com a torcida tricolor e abordou uma crítica que costuma receber sobre “rendimentos x resultados”.

Veja outros trechos da coletiva:

“Dom” de reparadores e Nathan

– O Nathan é um profissional extremamente talentoso, que se familiarizou no futebol. Vou fazer tudo para poder ajudá-lo, para que ele espere às expectativas que foram criados com chegada dele aqui. É um jogador que tem um potencial enorme. Em 2019 a marca negativa daquele trabalho foi a campanha no Brasileiro e não podemos ter uma campanha como aquela. Por mais que joguemos bem, temos que pontuar bem também. Mas, tirando isso, aquele foi um momento muito especial para o Fluminense.

– O Nino um desconhecido, Alan, Caio Henrique, Yonazels, João Pedros Paulo,… fé um celero de jogadores que, comunidade ninguém, conheciam, para estourarem no cenário nacional. Teve muito resultado também naquela época, a campanha do Campeonato Brasileiro, em termos de números, não boa, mas teve muita coisa positiva naquele momento também.

– Eu tenho uma relação muito próxima com o Ganso. Eu tenti levar ele para o Santos, mas ainda bem que não deu certo. Quando eu falo do Ganso e não está vivendo um bom momento, não está jogando, soa estranho para quem está ouvindo. A minha opinião sobre ele nunca oscilou, e o Ganso para mim é um gênio. É uma cara que faz coisas, e eu joguei e treinei muita gente talentosa. Ele faz coisas que ninguém faz.

– É um gênio criativo que, por alguns motivos, não conseguiu a carreira que o talento dele merecia. A gente teve aquele contato na primeira passagem, eu que me para ele vir aquele primeiro momento, fé uma coisa que construir com o Fluminense. Acredito que como jogador, como pessoa, e fico feliz que o Abel tenha certeza junto da equipe ter inserido o Ganso para jogar antes de eu chegar. Ele é genial mesmo e eu fico muito feliz pelo momento que ele está vivendo.

– Eu acho que a gente discute uma coisa que, na minha opinião, cria-se uma rivalidade totalmente sem fundamento que é rendimento x resultado. O rendimento é uma coisa que te aproxima de ganhar. Quem tem mais rendimento, vai ter mais chances de ganhar. Não quer dizer que vai ganhar, mas ter mais rendimento aproxima das vitórias. É muito difícil você pegar um tempo com pouco rendimento que vai ser ótimo. Quando uma pessoa tem um rendimento bom e não ganha as partidas, a gente questiona como se render bem pit uma coisa ruim.

Relação com os jogadores

– Fale uma vez só sobre esse episódio de Tchê Tchê, ea minha relação com o jogador é muito mais do que aquilo que aparece. A minha vinda tem uma participação dos jogadores, que jogam comigo e que jogam contra mim. O que eu faço com o jogador é uma relação amorosa que só quem fecha com o amor ouvir. A principal missão da minha vida é ajudar o jogador de futebol a ter uma vida digna por meio do futebol. Eu tenho uma preocupação com os jogadores que quase ninguém tem, uma preocupação de pai para filho.

– Aquilo com o Tchê Tchê é uma situação que faço com meus filhos, então essa é a melhor coisa que posso fazer. Não acho que fiz certo, mas a gente erra com filho também. Tudo que eu faço é para que os jogadores tenham uma vida vão digna jogando e principalmente quando eles param. Eu não quero que os jogadores voltem para a favela, para as periferias de onde eles devem. Quero que eles tenham uma vida como eu tenho, com filho estudando. Quando a gente vai fazer um decidir, é muito fácil. A minha história com o Tchê Tchê é muito mais bonita do que aquilo. Eu tenho muita alegria de ser como eu sou.

– Vamos fazer o possível para que a equipe fique cada vez melhor nas transições defensivas, cada vez mais coesa. Aproveitar pra agradecer ao agradecido, recentemente junto com um time, um título e um clube para o clube que protege, e agradecer a tudo que ele tem aqui importante.

– A minha abordagem com os jogadores, eu vou fazer o que faço sempre, tanto com os mais conhecidos, quanto vou implementar com as minhas ideias de futebol. A prioridade do meu trabalho é fazer um trabalho direcionado para os jogadores, que se sintam bem, confidencie e a gente vai fazer uma equipe para que isso aconteça. Se temos um jogador confiante, com coragem para jogar, a tendência é que tenhamos um tempo cada vez mais competitivo para ganhar os jogos.

Primeiro desafio no jogo de quarta

– Uma base que eu pretendo fazer é que os jogadores se inspiram a darem o melhor. Tudo o que eles tiveram de tudo, cumpriram com o resultado, que a gente sabe que é vital para o Sul-Americana.

Momento de pressão que vive o Fluminense

– Quem está no ambiente do futebol vive pressão o tempo todo. O que diminui a pressão é a ganhar, então precisa ganhar e para isso precisasamos ter um foco muito grande para isso, não adianta olhar para fora e não poder fazer dentro. saber ou que estamos fazendo aqui dentro, ter e seguir. E o torcedor está lá para aplaudir ou vaiar. Eu nunca reclamei de vaias da torcida, ela está lá para isso, e nós temos que vencer um serviço de qualidade e entregamos. Esse é o compromisso que temos que ter.

– A qualidade do trabalho e o bom rendimento do tempo, aumenta a chance de ganhar. Não existe garantieas, nem no futebol, nem na vida, você pode cuidar da sua saúde, ser magro, tomar um vinhozinho, comer carne branca e um ataque cardíaco, coisas acontecem. Futebol também é assim, não é diferente da vida nesse sentido, foi imitado. Mas temos que tentar fazer as coisas de forma coerente e que é melhor pro clube sempre. E vamos fazer o melhor para que o Fluminense colher bons frutos desse ano.

– Eu gosto muito do elenco que o Fluminense montou. Nunca teve ideia de priorizar a competição. Se temos chance, temos que tentar ganhar todas as competições que a gente disputar. Obviamente, vamos conversar com os departamentos, com os jogadores, para escalar sempre o melhor tempo para o Fluminense ter a melhor chance de ganhar os jogos.

– Ainda bem que sofreu (a regra de avaliação da torcida). A gente tem chances de brigar em qualquer competição com esse elenco. O elenco que você sabia, era muito bom, é só ver onde estão os jogadores, Alan, Caio Henrique, João Pedro, mas o momento muito diferente. Para quem viveu aquela época sabe que as coisas são muito difíceis, hoje está tudo mais ajustado, e quero contribuir muito para que as coisas prosperem. Eu vou mais trabalhar ainda para que as coisas aconteçam.

– Esse fenômeno, da torcida do Fluminense, é uma das coisas que mais me encantam, que eu sei no futebol. Porque, mesmo sem resultado, me fez sentir visto pelo torcedor. En muita foi um, owe, não gente. Tinha uma parte obviamente que estava descontente com a campanha, eles também estavam certos, mas tinha uma parte da torcida de que muito grande, pois iria prosperar. Eu não me lembraria muito disso, mas aqui em outras lugares, com a proteção que iria sair algo positivo. E esse fenômeno, minha relação com a torcida, muito retorno. Eu estou muito feliz de estar aqui.

Blindagem de jogadores novos

– Éolhar internamente e fazer o melhor que a gente pode. A gente não tem controle do que está fora. Tem que procurar o melhor que a gente pode aqui nos nossos treinamentos, nas nossas conversas. O que a gente percebe é que é um grupo bastante solidário que quer muito levar o Fluminense para frente. Eu chego para otimizar todas as coisas. Isso faz parte do meu trabalho da vida inteira de poder intensificar esse ambiente interno para que os jogadores sintam bem, sintam confiança, passem a jogar melhor e ter resultado dentro do campo.

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