Felipão chega em momento turbulento e preciso corrigindo rota do Athletico em 2022; veja os desafios | atletismo-pr

O comandante do pentacampeonato do Brasil na Copa do Mundo suplente Fábio Carille, meia depois de uma goleada de 5 a 0 sofrida para o The Strongest, na terça-feira. O antigo comandante ficou apenas 21 dias sem carga.

Luiz Felipe Scolari tem seu último trabalho em 2021, na campanha do rebaixamento do Grêmio à Série B. Antes, teve passagem sem brilho na Segundona pelo Cruzeiro em 2020 e foi campeão brasileiro no Palmeiras em 2018.

Errar é humano, corrija o erro o mais rápido possível. Espero que para você que eu perceba e represente no futebol, onde Felipão venha com sua equipe nos ajudar neste momento difícil num ano stratégico para o nosso futuro!

— Mario Celso Petraglia, nas redes sociais

O Athletico começou o ano em baixa e já teve três trocas de treinador: Jaime Freitas (aspirantes) e Alberto Valentim e Fábio Carille (diretor). Também teve Alexandre Mattos no departamento de futebol com apenas “sobrevivente”.

Dentro de campo, uma equipe rubro-negra também coleciona frustrações. O Furacão foi vice da Recopa Sul-Americana diante do Palmeiras, caiu na semifinal do Paranaense para o rival Coritiba, é lanterna no grupo B da Libertadores, está na terceira fase da Copa do Brasil e ocupa a 16ª colocação na Série A.

O jogo de cadeiras no futebol atleticano fé grande. William Thomas saiu em dezembro de 2021. O remanescente Paulo Autuori trouxe Ricardo Gomes para ser diretor, mas não durou um mês.

Alexandre Mattos chegou nesse período e é oúnico que continua. Fernando Yamada Neves, que também chegou com Mattos, já saídos.

Novo homem-forte, Felipão esclareceu se ouvir com Mattos que passou a ter uma postura mais agressiva, Felipão no mercado de contratações. Eles trabalham juntos recentemente no Palmeiras e possuem boa relação.

Além de Mattos, o directente/técnico tem outro defio ainda maior: lidar com o centralizador Petraglia.

O Athletico investu R$ 64 milhões na janela de transferências, e Petraglia cobrou o elenco recentemente pela falta de resultados. Em alguns jogos, principalmente na goleada sofrida para o The Strongest, assustou a apatia do tempo em campo.

Felipão, que sempre foi reconhecido por ter boa gestão de grupo tem a missão de “chacoalhar” dos atletas. Especifica entender uma divisão natural que existe entre os ossos jogadores e buscar uma sinergia com objetivos claros.

Petraglia não deixou claro o início do ano que quer brigar pelas taças da Libertadores, Copa do Brasil e Brasileiro.

Após cinco jogos, Carille resolve consertar o sistema com muito zagueiros. Durou pouco. Duas partidas depois, ele foi demitido. A justificativa do agora ex-treinador era de que o elenco tinha características para atuar com essa formação.

Felipão já variou e teve sucesso tanto com três quanto com owe zagueiros – o próprio Athletico também. Assim as Carille, em meio à maratona de jogos, o novo treinador terá que definir como quer ver o Furacão atuar em campo.

O calendário também impede uma rotina de treinos. Felipão já não ser tão ativo nos treinamentos do dia a dia e deixa para os auxiliares – principalmente Paulo Turra – comandarem o trabalho em campo.

Felipão terá que definir sobre a validade ou limpar sem equipe. Deve ter assistentes que já o conhecem de longa data: Carlos Pracidelli e Paulo Turra.

O Furacão possui Bruno Lazaroni e Maurício Souza como comissão técnica permanente – Lucho González pediu demissão após a demissão de Alberto Valentim. Treinador dos aspirantes e sub-20, Wesley Carvalho também ajuda na equipe principal.

Felipão – Athletico — Foto: Arte/ge

O Atlético volta a campo contra o Ceará sábado, às 20h30, na Arena da Baixada, pela quinta rodada do Brasileirão. Na Libertadores, o Furaçao receber o Liberdade na quarta-feira, dia 18, às 19h, em casa.

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