Fã de lego e ‘pioneira’ da saúde mental, Iga Swiatek busca consistente como novo número 1 do tênis – Esportes

Tudo mudou para Iga Swiatek em menos de uma semana. tenista polonesa alcançou o topo do mundo da mesma forma surpreendente com que desponto de circuito em 2020, ao campeã de Roland Garros. Desta vez, a ascensão ao posto de número 1 do ranking contorno com uma série de títulos e uma “ajudinha” extraquadra, uma aposentadoria inesperada de Ashleigh Barty. Então vice-líder, Swiatek alcançou o topo.

A subida foi surpreendente da história da primeira polonesa figurar como número 1 do mundo, tanto no masculino quanto no feminino, era a terceira do ranking até o dia 19. No dia seguinte, o Indian Wells WTA 1000, nossos Estados Unidos, e garantiu uma segunda colocação. Três dias depois, Barty anunciava sua aposentadoria e Swiatek herdava a liderança do ranking.

“Fé muito porque chegar ao topo foi meu objetivo por apenas dias e uma solução muito rápida. “Faith, sim, bem difícil para eu processar.”

Mas sua chegada ao topo não teve nada assim ou acaso. Mas jovem tenista virou número 1 desde a dinamarquesa Caroline Wozniacki, em 2010, atleta de apenas 20 anos faz jornada fulminante no na até temporada agora. São 23 vitórias consecutivas e quatro títulos seguidos – se tornou a primeira da história a vencer os primeiros torneios de nível WTA 1000 da temporada.

Apesar da surpresa, Swiatek (lê-se “Ixvianték”) está mas preparou uma mídia para assumir esse papel de liderança. “Do meu ponto de vista, acho que nada vai mudar. Talvez eu precise me cuidar para estar sempre limpa para representar bem o tênis. Então, vou tomar cuidado com isso. Mas, honestamente, sou a mesma pessoa de sempre”, diz a atleta, que é nascida em Varsóvia e tem o esporte no sangue – seu pai, Thomasfé remador olímpico e contestou os Jogos de Seul-1988.

A polonesa está tão preparada para o topo que, antes mesmo de a saúde mental se tonar public debate no mundo dos esportes, ela já contava com a psicóloga em sua equipe. Em tambem polonesa Daria Abramowicz é o responsável pela jovem tenista seguir em alto nível, apesar das novas responsabilidades e eventuais distrações por fazer. No ano passado, Swiatek fez uma doação de US$ 50 mil (cerca de R$ 248 mil) para o Dia Mundial da Saúde Mental.

UNANIMIDADE NO CIRCUITO

Sua chegada ao topo foi comemorada pelos compatriotas de sucesso, como o atacante Robert LewandowskiFaz Bayern de Muniquee escritora Olga Tokarczuk, Prêmio Nobel de Literatura 2018. Swiatek Faith aclamada também pelas colegas do esporte. “Ver como Iga cresceu como tenista é algo muito bonito para mim. Ela tem foco no tênis e somente no tênis. chegou ao topo pela primeira vez.

A dona de seis títulos de Grand Slam comparou Swiatek a Barty, antecessora no topo. “Não é porque você virou o número 1 e tem Grand Slams no currículo que pode tratar como pessoas de forma diferente. Ashleigh Barty evitou isso de forma incrível nos últimos anos e acho que Iga tem o mesmo foco.”, comparu.

A própria Barty referenda como opiniões de Clijsters. “Não há pessoa melhor (que Swiatek). Ela é uma pessoa incrível e uma grande tenista. quadra e pela postura respeitosa no circuito.

A postura no chão da nova número do mundo tornou-se conhecida no mundo do tênis em 2020, quando se tornou um tenista com o pior ranking da história a vencer Roland Garros. Era a 54ª do mundo. Na ocasião, o Grand Slam inglês foi disputado em oubro por conta da pandemia de COVID-19. Swiatek assombrou o circuito ao faturar o título sem ceder um conjunto sequer.

Meses depois, ela afirmou que a pandemia acabou ajudando em sua conquista. “Não houve sucesso na situação pela covid19 e que aconteceu que não aconteceu nenhum circuito (que) o mesmo aconteceu comigo.

Mas nem sempre o jeito sincero e brincalhona renderam os efeitos esperados. Logo após despontar no circuito, surpresa numa entrevista ao afirmar que havia treinado tênis jogando PlayStation. Ela precisou vir a público para explicar a brincadeira e que não era um jogador inveterado de videogame – quando joga, escolhe o avatar de Rafael Nadal.

Swiatek gosta mas da diversão à moda antiga. Fã declarada de Lego, ela levou duas grandes caixas do brinquedo para montar em seu quarto de hotel, enquanto estava em isolamento, assim como os demais tenistas, na edição do ano passado do Aberto da Austrália, em janeiro. Ela também é fã de literatura e de rock ‘n roll. Suas bandas favoritas são CA CC e Pink Floyd.

REGULARIDADE

No topo, Swiatek agora quer mostrar algo raro no circuito feminino nas temporadas mais recentes: consistência. Oito tenistas ocuparam o posto de número 1 do mundo nos últimos cinco anos. Para efeito de comparação, o ranking masculino contorno com apenas quatro líderes diferentes. “Muitas mulheres consistentes estão lutando para ter maior consistência e é por isso que tantos acampamentos de Grand Slam. Rafael (Nadal), Roger Federer) e Novak (Djokovic)“, diz a polonesa, sucessora de Barty e Naomi Osaka, que foram número 1 entre 2019 e 2022.

Antes desta dupla, houve um revezamento para seis tenistas entre o início de 2017 e 2019: Serena Williams, Angelique Kerber, Karolina Pliskova, Garbiñe Muguruza, Simona Halep e Carolina Wozniacki. Somente Serena já tinha passagens anteriores pelo topo. Não masculino, apenas Andy Murray era estreante na posição do número 1 no intervalo entre 2017 e a atual temporada. “A consistência será difícil de ser meu objetivo, principalmente, mas o meu tempo de trabalho pela frente é o meu objetivo. Sei que o meu trabalho pela frente é um plano.

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