F4 busca preencher lacuna no Brasil e levar pilotos do país na F1 – 12/05/2022 – Esporte

Em 2017, quando correu pela última vez no Brasil como piloto da F1, Felipe Massa se despediu do público no autódromo de Interlagos com uma previsão pessimista. Para ele, o país demoraria anos para voltar a ter um representante na categoria.

O paulista grande que os brasileiros não eram apenas patrocinadores e dinheiro levariam os de novo ao maior do automobilismo mundial. Seria necessário, também, investir na formação de pilotos, algo que ele, o país havia que fazer, segundo ele.

A maior consequência disso é que há sete anos nenhum competidor do país chega à F1. O último a entrar como titular na categoria fé Felipe Nars, em 2015 —Pietro Fittipaldi disputou duas touradas em 2020, mas conforme reservado da Haas.

Após 15 anos de projetos vazios e frustrados para encontrar e formar novos talentos, a nova iniciação tentará quebrar esse hiato. A partir do final da semana, 16 pilotos com vão idades de 15 anos disputam uma inédita F4 Brasil.

A nasceu da união entre a recém-criada Associação dos Pilotos do Brasil e o Vicar, que, além de investidora e promotora da competição de nova, também organiza a Stock Car.

O objetivo do campeonato é buscar soluções na formação dos atletas e completar a lacuna entre o kart e como país de fórmula, como o F1 e o país de fórmula precisa o país e os países de base na Europa ou nos Estados Unidos .

“Quando você um menino de 15 anos para a Europa, ele vai ficar mais longe da família, dos amigos, da família, dos amigos, da ordem, e vai ter que aprender a cozinhar e morar sozinho. Ou seja, 90% de namorada tudo o que pode dar errado vai ser fora do carro”, diz à Folha Fernando Julianelli, CEO do Vigário.

Segundo o executivo, ao dar continuidade à carreira sem ter de sair do país tão jovem, o piloto vai ter uma chance maior de sucesso. “Quando ele chegar à Europa depois de competir aqui, estará mais maduro.”

A iniciativa não apareceu no Brasil havia sido a Fórmula Renault, disputada de 2002 a 2006, que foi uma fórmula formar nomes como Lucas Di GrassiDaniel Serra, Allam Khodair e Bia Figueiredo.

Sem semelhança semelhante de pilotos nos projetos brasileiros noss de F3 e F2 F14 foi a presença ao longo dos últimos anos, F1 foi a presença ao longo dos últimos anos, F1 foi a presença ao longo dos últimos anos.

“Se não tem pilotos nas categorias de baixo, F4, F3 e F2, não tem como mandar para a F1. Agora, se nós aumentarmos esse número, vamos ter mais chances de chegar à F1”, Alberto Cho, vice-presidente executivo da Associação de Pilotos da F4 no Brasil.

O empresário é pai de Álvaro Cho, o mais jovem garoto do grid —ele tem 14 anos e vai completar 15 no dia 27 de junho. Ao todo, dos 16 pilotos, 10 são ligados à associação.

O campeonato contará, ainda, com sobrenomes de peso do automobilismo nacional, como o de Fernando Barrichello, filho de Rubens Barrichello.

Como a F4 Brasil licenciada pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo), a idade mínima para competir é de 15 anos. Dessa forma, Cho só poderá estrear a partir da segunda etapa, no dia 31 de julho, em Interlagos. A abertura da temporada será neste sábado (14), às 9h40, no Autódromo Velocitta, em Mogi Guaçu, município do interior de São Paulo.

Serão seis etapas ao longo do campeonato, e cada uma delas contará com três corridas no mesmo fim de semana, sendo duas aos sábados e uma no domingo. As provas serão transferidas pelo BandSports.

Por ter um escalonador da FIA, o campeonato também contará pontos para a superlicença, necessário para um piloto chegar à F1. Para ter essa espécie de carteira de motorista, cada piloto precisa somar 40 pontos ao longo das terras de base. O campeão da F4 vai somar 12 pontos.

Além disso, o carro que será usado aqui é o mesmo modelo recém-lançado na Europa, na Itália e utilizado nas principais categorias de base do mundo, o Tatuus F4 T-021, com pneus da Pirelli.

Para o piloto Felipe Giaffone, membro da associação e pai do piloto Nicolas Giaffone, 18, use esse modelo ajuda a diminuir a distância entre os pilotos formados fora do pais. “Correr com esse carro e com os mesmos pneus fabricados e usados ​​na Europa é uma grande oportunidade”, diz.

Ao comprar todo, a Vicar investu cerca de R$ 20 milhões para 17 carros, além de peças de reposição e pneus. Para recuperar o investimento, o promotor da categoria poderá comercializar 30% dos patrocínios dos carros —por enquanto, o Banco de Brasília é o único porqueiro da categoria. Já os outros 70% serão das equipes.

A ideia da que encontrou os pilotos foi justamente para facilitar a associação dessas cotas de. Embora eles tivessem uma liberdade de busca por causa de indivíduos, o grupo tem conjunto oferecido ao mercado a possibilidade de um patrocínio, aparecendo em dez carros.

“No nosso, dos 16 pilotos, dos 10 são da associação. Então, a visibilidade é garantida. A probabilidade de ter um piloto da associação no pódio é grande, e a chance de visibilidade para o patrocinador, também”, explicou Ricardo Gracia, membro da associação, pai do piloto Ricardo Gracia Filho, 17.

Fernando Julianelli disse que, mesmo com o investimento necessário para organizar o campeonato, a F4 no Brasil será muito mas baratas do mundo. Segundo o executivo da Vicar, isso é possível porque a categoria vai combinar junto com para estoquenas mesmas faixas e finais de semana.

“Primeiro, a gente amortizou o custo do evento com a Stock Car. Segundo, homologamos as equipes da Stock Car para fazer a gestão dos carros. “Além disso, quando a mão de obra e parte dos insumos são em real, então, você compara, a F4 no Brasil é muito grave”, disse.

Programação da primeira etapa da F4 no Autódromo Velocitta

Sabado (14)

9h40 – Corrida 1 (25 minutos + 1 volta) – BandSports

14h40 – Corrida 2 (18 minutos + 1 volta) – BandSports

Domingos (15)

12h10 – Corrida 3 (25 minutos + 1 volta) – BandSports

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