F1 vê potencial para calendário com 30 corridas e quer GP na África | Fórmula 1

A Fórmula 1 teve início em 2022 com objetivo de promover seu calendário da história, com 23 etapas – mantida apenas pela substituição do GP da Rússia, devido em guerra na Ucrânia. Mas segundo o presidente da categoria, Stefano Domenicali, esse número pode aumentar e chegar a 30 GPs por ano. Entre os Estados Unidos, estão uma terceira prova e o retorno à África.

– É possível chegar às 24 touradas. Eu diria que podemos chegar a 30, baseado no interesse que vemos no mundo! Há potencial para estarmos na África em breve, há muito lá e com certeza esse é um lugar que está faltando nosso calendário. Em não é só Las Vegas, há outras cidades interessadas na Fórmula 1 – revelou Domenicali.

Circuito de Kyalami em 2018; track na África do Sul recebeu o GP da F1 em 1993 — Foto: Peter Hassal

No continente africano, a África do Sul fé a casa da F1 entre as décadas de 1960 e 1990. Receberam a categoria o Autódromo Prince George, entre 1960 e 1966, eo Circuito de Kyalami, palco do GP da África do Sul entre os anos de 1967 e 1985, e novamente em 1992 e 1993 após as reformas. Hoje, a Fórmula 1 está presente somente nas Américas, Europa, Ásia, Oriente Médio e Oceania.

Os Estados Unidos, por sua vez, cativam a direção da F1 cada vez mais. O GP dos EUA do ano passado, na cidade texana de Austin, teve o maior público da história da categoria – com 400 mil pessoas ao longo de todo o fim de semana.

A partir de 2022o país receberá uma segunda prova, o GP de Miami (em 8 de maio). E a boa recepção, bem como o aumento do público, fizeram aumentar nos últimos dias os rumores sóbrios de uma tourada em Las Vegas. No entanto, o CEO da F1 alerta que escolhas devem ser feitas com cautela:

– Mas precisas ser equilibradas e ver cais são como outras oportunidades. Muito em breve vamos dizer a todos qual é a nossa estratégia para desenvolver esse mercado. Cabe a nós encontrar o equilíbrio, considerando que os cais são os locais que gostariam de estar na F1 e os valores históricos que precisamos ter no calendário.

George Russell, da Williams, visitou as instalações do futuro Autódromo Internacional de Miami, palco do GP de Miami da F1 — Foto: Divulgação

Domenical algumas vezes revelou, ainda, que das sedes de GPs do calendário atual podem se despedir muito em breve da categoria. No entanto, ele não revelou cais:

– Existem alguns promotores que provavelmente têm contratos expirando, e alguns GPs atuais não terão mais parte do calendário.

Nos últimos meses, algumas das atuais sedes da F1 renovaram seus contratos com a categoria. É o caso de Monza, palco do GP da Itália e que permanece em 2024, e Imola, que recebe o GP da Emilia-Romagna e o fará em 2025. Também permanecerão por um bom tempo: o GP dos EUA, em Austin (2026) ; o GP Singapura, em Marina Bay (2028); Abu Dhabi, em Yas Marina (2030) e GP da Espanha, em Barcelona (2026).

Lewis Hamilton conquistou seu recorde público no GP da UE, seu recorde público na F1 — Foto: Ken Murray/Icon Sportswire via Getty Images

Outro rumor na F1 trata da entrada de novas equipes, protagonizado pela Andretti, time de propriedade do ex-piloto Michael Andretti. Domenicali, porém, alertou que a abertura da categoria para novas marcas não é, neste momento, uma prioridade.

– Michael Andretti é talvez o mais vocal, só que temos mais de quatro ou cinco pedidos de considerar uma equipe extra na Fórmula 1. Mas tenho que ser honesto: a competição hoje, com dez times, é muito sólido. Complexos que precisam ser executados. Ano passado, com owe pilotos e duas equipes na briga, o interesse era altíssimo. Então não acho que esse seja o elemento mas importante para o crescimento da F1 – explicado.

Notícias e horários – GP da Arábia Saudita F1 2022 — Foto: Infoesporte

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