F1: Russell impressionado e conduzido, mas consistente desde o início – 11/05/2022

A Mercedes está tendo um início difícil na temporada 2022 da Fórmula 1, tendo para fazer seu carro funcionar com o regulamento que estreou neste ano. Mas está contando com a consistência do piloto que se junta ao time octacampeã neste ano, George Russell. Semper houve uma grande expectativa em cima do inglês de todas as categorias por que, mas o fato de ele o único campeão que terminou em todas as categorias de corrida no top5 que terminou agora, definiu uma maior ate de quem tem melhores do que a Mercedes, não deixa carros de surpresa.

De quebra, ele está na frente de seu companheiro, Lewis Hamilton, no campeonato: Russell tem 59 pontos e é o quarto, enquanto o heptacampeão tem 36 e a sexta colocação. Mesmo que Hamilton tenha tido azar com a estratégia na Austrália e com a posição de largada em Imola, isso faz com que o mérito de Russell não seja tirado aqui, que inclusive vem com o início da carreira do próprio Hamilton ao lado do bicampeão Fernando Alonso, quando devemos dividiram a McLaren em 2007. Uma diferença foi que uma relação entre eles se deu ao longo da tensão como Hamilton e Alonso viveram.

Lewis Hamilton e George Russell formam dupla da Mercedes para 2022

Imagem: Divulgação/Mercedes

“Ele se integrou bem. É como se ele já está na equipe há tempos”, disse o chef Toto Wolff. “A maneira profissional e analítica como ele ajuda a audiência como as situações são um dos destaques aqui.

Russell é estrela desde a base

Wolff já sabia que Russell andaria bem na Mercedes. Afinal, a equipe vem trabalhando no seu desenvolvimento desde o final de 2016, quando o inglês entre no programa de jovens da marca alemã. Com o apoio deles, venceu a GP3 (hoje F3) no ano seguinte, o seu primeiro na categoria, e fez o mesmo na Fórmula 2 em 2018.

Eraro que pilotos que venceram campeonatos na base dessa forma, logo na primeira tentativa, decepcionem quando chegam na F1. Mas o caminho seria mais tortuoso porque uma Russell demorou três anos para que a Mercedes. Neste período, ele estava na Williams, um dos piores carros do grid.

Assim, Russell mostrou pior serviço, colocando a Williams na segunda da classificação em algumas oportunidades o tempo tinha o carro do mesmo em 2019 e 2020 e, quando uma equipe evoluiu, passou a andar na fase de evolução dos pontos em algumas oportunidades. ficou comeu marcado como piloto azarado A fé questionada após algumas chances perdidas, mas vem deixar isso para trás neste início da carreira na Mercedes.

Ritmo forte e consistência têm sido suas marcas em 2022

O último final de semana foi um bom exemplo disso: Russell sofreu com o comportamento ruim do carro na classificação, ficou a 376 milésimos do tempo do Hamilton, o que significou seis posições no grid (Lewis largou em sexto e George, em 12º). Essa posição ruim no grid fez com que a equipe escolhesse uma tática de largar com os pneus duros (já que, se ele perdesse as posições na largada, recuperaria com certa facilidade porque estava cercado de carros mais lentos), que ele executou muito bem.

Esse tipo de tática vem da aposta que o carro tem melhor que os demais tem pista livre. Então, quando os rivais param, cabe ao piloto adotar esse ritmo forte e, assim, garantir que, quando ele fizer sua troca de pneus, vai voltar à frente.

russell hamilton - Mercedes - Mercedes

Lewis Hamilton e George Russell disputam posição no GP de Miami, quinta etapa do Mundial de F1

Imagem: Mercedes

Em Miami, Russell caiu para 15º na primeira volta, largando do lado menos emborrachado. Só ultrapassou Daniel Ricciardo na pista, mas seu ritmo foi tão forte e consistente que, com 20 voltas para o final, era quinto e ainda vinha fazendo bons tempos. Foi quando uma equipe decidiu que ele queria trocar os pneus e ele escolheu seguir a pista, acreditando na possibilidade de um Safety Car, que o faria economizar na parada de 10s.

Dizendo e feito. Quando o Safety Car Virtual acionado pela batida de Lando Norris e Pierre Gasly, Russell parou. Condições normais, ele teriasse em sétimo lugar, longe do sexto colocado, e talvez ficasse por ali. Com o Safety Car juntando o pelotão, ele estava com pneus mas novos que Hamilton e Valtteri Bottas, que vinham à sua frente. O finlandês errou e Russell passou o companheiro, em quinto.

Acabou sendo uma história com Imola, quando ele também conseguiu sair do meio do pelotão para chegar em quarto não ultrapassagens, mas sim adotando um ritmo forte. E consistente, o que vem sendo uma marca deste seu início de carreira na Mercedes.

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