F1 no Brasil: 49 anos de histórias de uma das provas mas importante do calendário

Estreia teve prova em uma quinta, com vitória argentina

O primeiro ano da Fórmula 1 no Brasil, fé uma espécie de “evento-teste” da categoria no país. A prova, cocorrida em março de 1972, foi uma corrida para o calendário da Fórmula 1, e que aconteceu em uma quinta-feira. Na pista, vitória do argentino Carlos Reutemann pela Brabham, com Wilson Fittipaldi completando ou pódio em terceiro.

Brasil traz três vitórias consecutivas após oficialização

José Carlos Pace, que nomeia Interlagos, comemorou a vitória em 1975 (Folhapress)

A primeira prova oficial do Brasil na Fórmula 1 aconteceu no ano seguinte. En nada melhor do que uma vitória em casa para abrir com chave de ouro a oficialização da categoria no Brasil. Vitória de Emerson Fittipaldi, que repetiu uma dose em 1974. Em 1975, fé a vez de José Carlos Pace não sofreu nenhum alto do pódio naquela fé sua única vitória na carreira. O “Moco”, como Pace era chamado, morreu em 1977 num trágico acidente de helicóptero, no ano em que era considerado um dos candidatos ao título da temporada. O nome de José Carlos Pace está eternizado no autódromo de Interlagos, que leva o seu nome.

Prova fora do calendário em Brasília teve vitória de Emerson

Como provas fora do calendário da Fórmula 1 era comum, em especial, nos anos 1970. E o Brasil, ainda na esteira do título mundial de Emerson Fittipaldi, em 1972, trouxe a Fórmula 1 para o país no ano seguinte para uma prova extra não Autódromo de Brasília. Intitulado “Grande Prêmio Presidente Emilio Médici”, ocorrido durante o governo da ditadura militar presidida pelo general, a prova aconteceu em fevereiro de 1973, uma semana após a corrida oficial em Interlagos. Na ocasião, a corrida de vitória de Emerson Distrito Federal, que recebeu o vitória das mãos de próprio Méicia.

Carlos Reutemann é o grande vencedor do GP do Brasil our years 70

Depois da sequência de três vitórias brasileiras no GP do Brasil, os anos 70 foram amplamente dominados pelo argentino Carlos Reutemann. Vencedor da primeira prova em 1972, Lole repetiu uma dose em 1977 e 1978 com a Ferrari, e venceria pela última vez com a Williams em 1981 – ano em que perera a disputa do título mundial por Nelson Piquet.

Anos 80 é dominado por pilotos ingleses em Jacarepaguá

A chegada dos anos 1980 na Fórmula 1, onde o Grande Prêmio no Brasil passará por uma série de becos sem saída entre a rodovia de Interlagos e a rodovia de Jacarepaguá. O circuito carioca, já havia sido a casa da Fórmula 1 em 1978, e retornou para o Rio em 1981. Mas as vitórias dos Jacques Lafitte em 1979 e René Arnoux em 1980, ditaram o amplo domínio dos pilotos franceses no Brasil, que foi consolidado com, que se tonou o maior vencedor da história do GP do Brasil, a receber quadriculada em seis oportunidades, após a classificação de Nelson Pique, repetindo a dose em 1985, e vencendo em mais três oportunidades em 1998 , 1988 e 1990, sem retorno ao circuito de Interlagos à categoria.

Dobradinha brasileira em casa em 1986

A dobradinha entre Nelson Piquet e Ayrton Senna, no GP do Brasil de 1986, é um dos grandes momentos do automobilismo nacional. Então bicampeão do mundo, Piquet, e a estrela em ascensão Senna dominaram todos os treinos do final de semana em Jacarepaguá. Na prova, com um carro superior ao de Senna, Pique recebeu uma bandeira quadriculada quase 35 segundos à frente de Ayrton. Ao final, uma invasão de pista e os devemos pilotos levantando juntos a bandeira do Brasil, em meio a festa da torcida.

Acidente grave, “corte” de Mansell e pódio de Maurício Gugelmin marcaram 1989

No último ano do Grande Prêmio do Brasil em Jacarepaguá, o campeão do mundo Ayr Senna chegou de projeções para a primeira vitória em casa. Mas um incidente na primeira curva foi realizado como possibilidades de Senna na prova. Abandonando a poucas voltas do final, quem salvou a festa brasileira foi Maurício Gugelmin, com a modesta March indo pódio na terceira posição.

O final de semana no Rio acabou sendo caótico por conta de um grave acidente o inglês Philippe Streiff sofreu um forte acidente com seu AGS-Ford, que o deixou tetraplégico. Para outro incidente, este de menor gravidade, foi o corte do de Nigel Mansell, no pódio ao receber o troféu pela vitória.

Senna espanta o “zar” para vencer a corrida em 1999

Para alguns, Ayrton Senna não tinha muita sorte quando o assunto era o Grande Prêmio do Brasil. Após várias tentativas, entre acidentes e quebras, o ano de 1991 foi o de consagração diante de sua torcida. Correndo em casa, a corrida que parecia ser fácil para o bicampeão do mundo pela McLaren, ganhou contornos dramáticos nas voltas finais, a um problema no câmbio no carro de Senna que o fez perder metade das suas marchas, completando as últimas voltas da prova com apenas dois deles. : uma com contornos heroicos com a invasão de pista e um resultado com vitória para erguer o troféu no pódio.

1993: chuva na hora certa, “drible da vaca” em Hill, e Senna nos braços do povo

O ano de 1993 era largamente dominado pelos carros da equipa Williams, que Ayrton Senna dizia ser um carro de “outro planeta”. Sem chances contra os rivais, Senna logo na largada conseguiu colocar entre os carros da rival, mas não tinha o ritmo necessário para alcançar Alain Prost, que disparava na ponta da corrida. Até que um temporal, pouco antes da metade da prova, mudou o rumor da corrida, e Prost perdeu o controle da Williams após aquaplanar na entrada do ‘S’ do Senna, atingindo a Minardi de Christian Fittipaldi. O francês preso na área de fuga e ficou de abandonar a prova.

Sem o maior rival, Senna engoliu Damon Hill em uma ultrapassagem espetacular, ao melhor estilo “drible da vaca” do futebol, Ayrton fez que iria para um lado, e ultrapassou o britânico por fora, em uma manobra espetacular. O disparo brasileirou na ponta da corrida e venceu pela segunda vez, terminando a corrida literalmente nos braços do povo, que invadiu a pista para comemorar mais uma vez.

Pós-Senna, anos 90 tiveram equilíbrio entre Benetton, McLaren e Williams

Após a morte de Senna, o GP do Brasil teve um equilíbrio entre os times no número de vitórias em Interlagos. Com duas vitórias de Michael Schumacher com a Benetton, em 1994 e 1995, o alemão só voltaria a vencer em São Paulo cinco anos depois, guiando pela Ferrari. Em 1996 e 1997, onde a fé total da equipe Williams com Damon Hill e desde com Jacques Villeneuve. Fechando decada, a McLaren venceu em 1998 e 1999, com o finlandês Mika Hakkinen.

Schumacher quebra jejum sem vitória da Ferrari em Interlagos

Contracted a peso de ouro pela Ferrari, depois de conquistar owe títulos com a Benetton, Michael Schumacher tinha a responsabilidade de quebrar o jejum de títulos que durou desde 1979. em 1990, onde a fé pulverizado com a vitória do alemão, em uma corrida que marcou um painel hidráulico no carro de Rubens Barrichello quando liderava a prova.

Colombiano rouba a cena por owe anos seguidos

Um dos grandes pilotos da primeira metade dos anos 2000 foi quem dominou Interlagos por owe anos consecutivos. Em 2004, Guiando Pela Williams, Juan Pablo Montoya superou o favoritismo que girava em torno de Rubens Barrichello, ainda na Ferrari, e roubou a cena na corrida, após a escolha dos compostos de pneus na largada. O colombiano venceu a prova e Rubens teve de se contentar com o terceiro lugar. No ano seguinte, Montoya repetiu uma dose, guiando pela McLaren, na corrida que marcou o primeiro título mundial de Fernando Alonso.

13 anos depois de Senna, Massa recoloca Brasil no alto do pódio em casa

Massa e o macacão da sorte no GP do Brasil de 2006 (Caio Guatelli/Folhapress)

Em 2006, já guiando pela Ferrari, Felipe Massa da Ferrari, travando uma “tradição” ao guiar com um macacão com as cores do Brasil em vez do tradicional vermelho. O pedido acatado pela equipe de Maranello deu sorte e, com uma atuação segura, Massa venceu pela primeira vez em casa para delírio da torcida brasileira, 13 anos após a icônica vitória de Senna. Felipe repetiu em 2000, e não venceu em 2007.

Massa “quase” e início da consagração de Hamilton

Em três oportunidades seguidas, Interlagos define a consagração para três importantes pilotos na história da categoria. Em 2007, Kimi Raikkonen, aquele qu’fait o último título da equipe italiana. Em 2008, a fé disputada até os metros finais entre Lewis Hamilton e Felipe Massa, que venceu a prova, mas viu o último título escapar entre os dedos, com uma ultrapassagem de Hamilton sobre Timo Glock, na Junção no fim da volta.

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Última década dominada pelos alemães

De 2010 a 2019, último ano em que a prova de fé disputada em São Paulo, ou duas alemãs amplas pelos pilotos, com vitórias de Sebastian Vettel e três de Nico Rosberg. O heptacampeão do mundo Lewis Hamilton tem duas vitórias apenas. Atualmente, o piloto que ostenta o posto de atual vencedor é Max Verstappen, que venceu com sobras em 2019.

Quem será o vencedor nesse retorno de Interlagos? E quais novas histórias nos reserva para esse ano? Façam suas apostas!

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