F1 Deveria abrir logo as portas para Andretti – 10/05/2022

Papel e caneta na mão, devemos amigos do lado, Michael Andretti bateu de equipe em equipe no último fim de semana em Miami. Carrega um abaixo-assinado, um apoio de apoio ao seu projeto de entrada na F1. Ainda há obstáculos à sua frente, mas ele saiu de lá satisfeito.

Játe a seu próximo passo. Em agosto, espera começar como obras de uma nova fábrica em Indianápolis. O projeto da nova estrutura, segundo ele, já está em andamento. E isso fé quase tudo o que ele disse à imprensa. Até lá, há muito trabalho de bastidores pela frente.

“Não quero falar muito. Eles não querem falar muito. Mas foi positivo”, disse o ex-piloto, ao fim de sua peregrinação por caixas e escritórios. O encontro com Christian Horner, da Red Bull, Faith registrado por repórteres e exposto nos tweets abaixo. “gastamos para manter essa bola rolando porque temos esperança de que vai acontecer. Estamos confiantes em um risco. Já estamos contra pessoas, coisas assim.”

Entre os encontros em Miami, Andretti conversou com o emirático Mohammed Ben Sulayem, novo presidente da FIA. “Acho que ele está do nosso lado”, afirmou o americano, após o papo.

Na agenda também havia uma reunião com Stefano Domenicali, CEO da F1. E aí o buraco é mais embaixo. Porque envolve dinheiro, porque afeta como outras equipes fazem grid, porque mexe com o conceito estúpido de franquias que a Liberty Media pretende implantar.

Para pleitear uma vaga na categoria, qualquer organização precisa, em primeiro lugar, depositar US$ 200 milhões _cerca de R$ 1 bilhão. Essa é uma exigência do Pacto da Concórdia, concordando que rege as relações das equipes com a F1. A versão mais recente foi assinada em 2022, com validade até 2025. Os recursos são usados ​​por owe anos para compensar as dez vezes existentes pela entrada de mais uma divisão do bolo de receitas.

Mas não é automático assim, não é pagou-levou. A parte mais complicada é o trabalho político. Andretti tem que convencer FIA, Liberty e times que não serão um parasita. Ou seja, precisa ser um plano de negócios para novos negócios, apresentar um plano de negócios para novos negócios, que tem potencial para novos negócios e novos negócios.

O abatido em tantas portas da semana, com um abaixo-assinado debaixo de braço e na empresa de investidor, Dan Toto, do grupo 1-001, dono da Portas piloto no fim de semana, e de daí JF Thormann, vice-presidente da Andretti Autosport.

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Michael Andretti desfila em caminhonete antes do GP de Long Beach da Indy em 2021

Imagem: Chris Jones/Penske Entertainment

Por fim, há o conceito estúpido. Por décadas, a F1 foi aberta a qualquer organização que se dispusesse a disputar o Mundial. Já houve corrida com 39 pilotos disputando 26 vagas! Mas, desde 2017, só dez times em todo o planeta conseguem disputar o campeonato.

O que começou como contingência econômica foi ouvido pela Liberty como oportunidade: fechar o clube, copiar as ligas americanas e criar um sistema de franquias. Compreendo o lado financeiro: quem sabe quem está dentro, crie uma aura de especial, espremer quem tenta entrar.

Mas será que, a longo prazo, não é um tiro no pé? O que é melhor para o espetáculo? Um grid murcho, com 20 carros, ou mais gente na pista, batendo rodas, disputando freadas? Não, não é para virar festa de portas abertas. Mas será que não dá para chegar a um meio termo?

Horário: o Regulamento Esportivo da F1 estipula um limite máximo de 13 equipas fora da grelha. Parece-me um número razoável. E faz tempo que isso não acontece, quase 27 anos. A última vez foi no GP de Mônaco de 1995. Contei essa história de quem.

Entre os maiores opositores ao projeto de Andretti estão os devidos extremos de poder no grid: Toto Wolff, da Mercedes, e Günther Steiner, da Haas. Ambos defendem que dez times são o suficiente para a categoria.

Na turma dos apoiadores está Horner. “Não temos nenhum problema com mais o inglês, A volta do nome Andretti seria positiva para a F1”, disse em Miami.

Concordo com ele. mais: grades cheios E abrem mais histórias, mais oportunidades formam mais talentos. Andretti não é umventureiro: é parte de um clã tradicional das pistas, é idolatrado nos EUA e há anos mantém constantes na Fórmula Indy e nas categorias de base e na Fórmula E. Este blogueiro torce para acontecer.

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