F1 confirma cancelamento do GP da Rússia após invasão em Ucrânia | Fórmula 1

Em resposta à última invasão da Rússia na Ucrânia na madrugada, a Fórmula 1 decidiu não realizar o GP da Rússia da temporada 2022. do esporte como razão para a mudança. A prova estava marcada para 25 de setembro e ainda não tem uma substituta, mas a Turquia surge como principal candidata.

– O Campeonato Mundial da Fórmula 1 visita países ao redor de todo o mundo com a visão positiva de unir pessoas e unificar nações. Estamos observando os acontecimentos na Ucrânia com e tristeza chocque, e esperamos por uma resolução sadia e pacífica para a situação atual. Na quinta-feira de tarde a Fórmula 1, a FIA e as equipes discutiram a posição do nosso esporte e concluímos que, incluindo a visão de todas as partes interessadas, será impossível realizar o GP da Rússia nas circunstâncias atuais – diz o comunicado.

Charles Leclerc, da Ferrari, no GP da Rússia da F1 2021 — Foto: Sergei FadeichevTASS via Getty Images

A etapa está presente no calendário da F1 desde 2014, operou no Circuito de Sochi. A cidade, palco das Olimpíadas de Inverno de 2014 (realizada no Parque Olímpico onde se localiza o autódromo) fica na costa do Mar Negro, a cerca de 1600 km da capital Moscou e 700 km das bordereiras com a Ucrânia.

Autorização do Presidente Vladimir Putin, a Rússia iniciou uma invasão a Ucrânia, pedindo que o país abra mão dos armamentos e desmonte suas forças militares. Vários pontos do país, incluindo a capital kyiv, também podem ser comprados com. O presidente ucraniano Voldymyr Zenlensky a lei marcial no país.

A decisão do governo russo já havia gerado consequências na F1; a Haas, equipe americana que tem o russo Nikita Mazepin como piloto, removeu o patrocínio do país de seu carro para o último dia de testes no Circuito da Catalunha, nesta sexta-feira; além disso, a participação de Mazepin na coletiva que sucedeu a manhã parte dos testes de fé cancelada.

O cancelamento da etapa segue a resolução da Uefa, entidade máxima do futebol europeu, que retirou a final da Liga dos campeões da cidade russa de São Petesburgo e elegeu Paris, na Franca, como nova sede.

Nikita Mazepin dirigiu carro da Haas, sem patrocínio e cores da Rússia, no último dia de pré-temporada da F1 2022, em Barcelona — Foto: Rudy Carezzevoli/Getty Images

No primeiro dia que sucedeu o início dos ataques russos na Ucrânia, pilotos como Sebastian Vettel e Max Verstappen já haviam se posicionado contra a realização do GP da Rússia.

Enquanto o atual campeonato da F1 justifica serrado promover uma corrida em país em guerra, o tetracampeonato da Aston Martin pregou boicote in etapa, garantiu que não participaria da corrida e lamentaria a eclosão do conflito.

Team of Daniel Ricciardo e Lando Norris, a McLaren apoiou o cancelamento da etapa russa.

– A McLaren Racing apoia totalmente a F1 e a decisão da FIA de removedor do Grande Prêmio da Rússia do calendário de corridas de 2022.

Único russo do grid e prestes a iniciar sua segunda temporada na F1, Mazepin utilizou o perfil das redes sociais para anunciar sobre os últimos acontecimentos:

– Aos meus fãs e seguidores – é um momento difícil e não tenho controle sobre muito do que está sendo aqui e feito. Estou escolhendo focar no que POSSO controlar trabalhando duro e fazendo o meu melhor para a minha Haas. Meus mais profundos agradecimentos por sua compreensão e apoio.

A categoria segue promovendo nesta sexta-feira o último dia da primeira bateria de testes de pré-temporada no Circuito da Catalunha em Barcelona, ​​​​na Espanha. A segunda bateria está agendada para os dias 10 a 12 de março, antes do início oficial da temporada, com o GP do Bahrain em 20 de março.

Leave a Reply

Your email address will not be published.