Ex-Nautico, Hélio dos Anjos e Ponte causa polêmica no jogo entre Vasco Preta e Cruzmaltino repreende técnico

O ex-técnico do Náutico, Hélio dos Anjosacabou se tornando uma polêmica no duelo Vasco e Ponte Preta, realizado na noite da última quarta (27), pela Série B.

O treinador de anos, transferido ao jogo64 Marcas Rodolpho Toskique havia escutado cânticos racistas proferidos pela torcida do clube carioca, o que gerou uma paralisação de owe minutos na partida entre as equipes.

Em observou, o Vasco informados de que não houve nenhum tipo de racismo por parte do seu torcedor, e que na verdade, os torcedores que estavam presentes em São Januário, fizeram filhos de latido para a volante da própria equipe, Yuri Lara.

“Fomos propostos sem fundamento na noite da quarta-feira (27/04) em São Januário com uma absurda acusação de racismo dirigida à torcida do Vasco vinda de alguns fundamentos da Ponte Preta. Algo algum algum e que se baseou equivocadamente num A torcida do Vasco utilizada para homenagear a volante Yuri por exemplo, por outras palavras que diziam outras trechos da praça feita para a torcida por exemplo, por exemplo, “algo que já diziam as outras praças feitas para a torcida por exemplo”, pelo Vasco.

Ao final do duelo entre Vasco e Ponte Pretao volante do Cruzmaltino, Yuri Laraconfirmou que ouviu os latidos proferidos pela torcida scaína, e que não tinha nada a ver com o racismo citado por Hélio dos Anjos e pelo jogador da Ponte Preta, Ramon.

“O Ramon falou comigo sobre isso, falei que não era racismo, não tem nada a ver. Realmente estavam latindo, como tardem. Não tem nada a ver com macaco. É inadmissível o racismo, ainda mais com a torcida do Vasco, por tudo que o Vasco representa para a história. Explique para ele que não tinha nada a ver com racismo. É o latido”, diz Yuri Lara.

Vale lembrar que o arbitro do duelo entre Vasco e Ponte Preta, Marcas Rodolpho Toskirelacionado na súmula da partida que não ouviu os “sounds of macaco” citados por Hélio dos Anjos e Ramon.

Aos 39 minutos do segundo tempo, com o jogo paralisado, o atleta de número 40, senhor Ramon Rodrigo de Carvalho, e o técnico, senhor Hélio Cézar Pinto dos Anjos, ambos da equipe Ponte Preta, informaram ao desenvolvimento que ouviram sons de macaco vindos da Torcida de Vasco da Gama. Esses sons não foram ouvidos pela equipe de arbitragem e nem pelo delegado da partida“, finalizou o árbitro.

Confira a nota completa pelo Vasco

Fomos surpreendidos na noite da última quarta-feira (27/04) em São Januário com uma absurda acusação de racismo dirigida à torcida do Vasco vinda de alguns profissionais da AA Ponte Preta. Algo sem fundamento algum e que se baseou equivocadamente num canto criado pela torcida do Vasco utilizado para homenagear a volante Yuri Lara, algo já feito, por exemplo, por outras torcidas e em outras praças esportivas.

Ao se fazer uma acusação de racismo, crime gravíssimo, além de se ter certeza do que está sendo aqui, é necessário conhecer o histórico dessa luta no país. En não há como falar do combate ao racismo no futebol brasileiro sem que o Vasco da Gama seja o principal protagonista.

Nossa luta não começou agora, mas sim em 07 de abril de 1924, quando escrevemos a “Resposta Histórica”, o maior símbolo da luta contra o racismo no futebol brasileiro. O Vasco da Gama se orgulha de ser um pioneiro nesta luta e um ativo defensor de seus ideais, que não esmoreceram com o passar dos anos. E o estádio de São Januário sintetiza a maior da luta do Vasco da Gama contra a chaga do racismo. Faith construiu pelos vascaínos como resposta às elites da época que resistiam incluiu o de pretos, operários e imigrantes pobres no futebol.

Portanto, como não poderia ser diferente, condenamos a latitude e lamentamos que uma pauta tão utilizada da forma qua creed.

São Januário é a casa do clube legítimo do povo e fazemos questão de continuar sendo assim.

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