Em Stuttgart, Swiatek d folga a tcnico e psicloga

A nmero 1 do mundo viajou para o torneio seguido do pai e do preparador fsico

Foto: Jimmie48/WTA

Estugarda (Alemanha) – Líder da equipe invicta 21 jogos no circuito do mundial, invicta 21 jogos no circuito mundial, a postura diferente a respeito do Stuttgart e a equipe de trabalho Stuttgart durante o W 500. Ela Faith para o torneio alemão sem o técnico Tomasz Wiktorowski e a psicóloga Daria Abramowicz Fui acompanhado pelo apenas do pai, Tomasz Swiatek, e pelo preparador físico Maciej Ryszczuk. A polonesa não é a única jogadora de primeira linha a adotar essa estratégia, já que a tcheca Petra Kvitova costuma fazer o mesmo em algumas semanas de tempos em tempos.

“Eu queria ter a oportunidade de viajar muito com ele, porque com a Covid eu só tinha o meu tempo e muitas vezes. E em 2019 , quando estava com pouco dinheiro, seria mais inteligente viajar com o treinador”, comentou Swiatek, que já está na semifinal do torneio desta semana.

“Agora eu sinto que posso levar minha família comigo para o circuito. Fico feliz por ele poder me ver jogar e espero jogar tão bem quanto nos últimos torneios. Ele queria ter ido para Miami e quando eu ganhar o torneio, me diga: ‘Viu? Eu deveria ter ido’, mas ficou pensando se eu venceria o torneio se ele depois da temporada”, que vem de títulos nos primeiros WTA 100, em Doha, Indian Wells e três anos.

Swiatek superou nesta sexta-feira a britânica Emma Raducanu, atual campeã do US Open e número 12 do mundo, por duplo 6/4. Foi um confronto mais equilibrado em relação a outros que ela teve nas últimas semanas, em que os sets vencidos por 6/0 e 6/1 foram bastante frequentes. Além da invencibilidade, a polonesa não perde um set de Indian Wells, tendo vencido os últimos 28 que disputou. “Fico tenha sido feliz a partida de hoje um pouco mais longa, porque precisou tomar cada minuto nessa quadra.

“É claro que os resultados me trazem confiança e estou muito feliz por ter sido consistente e não deixar como minhas adversárias fazerem o jogo delas. Mas o que importa é o desempenho, e não o placar. Se eu ficar pensando em não ceder games ou algo assim, posso perder o foco na partida”, a number 1 do mundo. “Eu jogo o meu melhor tênis quando nem sei qual é o placar. Se eu ficar pensando no resultado, eu já tento voltar: ‘Iga, volte para o que é importante’. É no desempenho que eu quero focar, então eu nem me Não estou acostumada a placas assim, essa é mais uma experiência nova e é algo que eu preciso lidar. Sinto que tenho ainda mais trabalho a fazer”.

Duelo com Samsonova na semifinal deste sábado
Pegando onda na final em Stuttgart, Swiatek venceu na 31ª do ranking Liudmila Samsonova, que já eliminou duas campeãs do torneio, Karolina Pliskova nas oitavas e Laura Siegemund nas quartas. A semifinal será às 11h (de Brasília) deste sábado. E quem vencerá Paula Badosa ou Aryna Sabalenka, que abre a rodada das 9h.

“Eu acho que eles conhecem. o circuito juvenil, ela é owe anos mais velhos do que eu, nós jogamos os mesmos. Acompanhei os resultados do torneio e é incrível o que ela está fazendo. no ranking.

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